Terça-feira, 21 de Abril de 2009

Houve dois grandes momentos em que tive vergonha de ser português. O primeiro, quando José Sócrates foi vender magalhães numa cimeira Ibero-Americana. O segundo, quando os "secos" ganharam aos "molhados" no Terreiro do Paço, faz hoje vinte anos. A esta distância, a cena parece mais uma festarola dos Village People do que uma manif da bófia. A esta distância, torna-se difícil pensar em situação mais ridícula. Talvez mesmo só vender magalhães em El Salvador.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 16:05 | link do post

 

 

Quando Bill Clinton chegou à Casa Branca, não imaginou o que Bush pai lhe deixara: invadir a Somália e eliminar os radicais islâmicos. Após a tomada de posse, Mogadishu iria tornar-se num dos maiores traumas de guerra norte-americanos e a Somália um local maldito para qualquer Administração. Mas vai ter que o deixar de ser, e não apenas para Washington.
A pirataria na costa da Somália e no Golfo de Áden é a última maravilha dos radicais islâmicos. Não há jovem somali que não exerça a profissão, atraídos pelos resgates de milhões, a que se juntam o armamento e tecnologia roubados. Estamos a falar da maior actividade económica de um país sem lei nem roque, em crise humanitária constante e alienação total dos mais novos. A trilogia pirataria-terrorismo-estados falhados explica-se numa frase: caos em terra, criminalidade no mar.
E porque o problema terrestre perdurou, o teatro marítimo passou a ser a prioridade de muitos países com interesses em pacificar a região que liga o comércio marítimo entre o Mediterrâneo e o Índico. Mas três questões estão no centro deste debate. Primeiro, o desperdício de meios marítimos de grande porte no combate a pequenas embarcações. Segundo, se a pirataria encontrar adeptos em Omã e no Paquistão será inevitável o envolvimento de Teerão e Nova Deli. Washington não enjeitará o contributo. Terceiro, é verdade que ninguém quer meter a mão no vespeiro e que o território é tão ou mais inóspito que o Afeganistão. Mas não vale a pena esconder o óbvio: sem resolver o caos em terra, não se termina com o crime no mar. 
 
 


publicado por Bernardo Pires de Lima às 12:35 | link do post

Segunda-feira, 20 de Abril de 2009

Esta história do pedido feito à Ordem dos Notários é, evidentemente, uma vergonha. Não parece haver limites para a devassa da vida privada.
O que me espanta é ver os mesmos que acham muito bem o fim do sigilo bancário e apoiam a inversão do ónus da prova ficarem chocados com esta história.

Quando será que percebem que é este o mundo que andam a ajudar a construir?



publicado por Pedro Marques Lopes às 22:23 | link do post | comentar

Discordo daqueles que acham um erro político a "afronta" de Sócrates a Cavaco este fim de semana. Houve troca de recados, é verdade. Mas Sócrates não podia deixar sem resposta as palavras de Cavaco. Por duas razões. Primeiro, por razões institucionais, isto é, ao governo cabe governar (bem ou mal, não interessa), não ao Presidente, e é assim que deve continuar a ser. O que Sócrates fez foi colocar a Presidência no devido lugar no sistema político português, não deixando passar em claro o protagonismo de Cavaco. Segundo, por razões de luta política. Eu sei que a altura é de crise, que muitos "exigem" cooperação entre órgãos de forma a não abrir feridas. Mas também sei que a crise não tem que inibir a acção política normal, o confronto e a táctica. Não quero uma política asséptica. Quero luta, debate, argumentos e contra argumentos. Sócrates tem uma eleição para ganhar? Tem. Mas Cavaco, também.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 15:25 | link do post

Desta vez concordo com as pessoas que defendem que existe uma campanha orquestrada contra a Dra Ferreira Leite.
É inadmissível que ponham a circular nomes que são completamente inverosímeis e que ainda por cima se insinue que se vai atalhar a lei da paridade.



publicado por Pedro Marques Lopes às 14:40 | link do post | comentar

 

No entanto, a crise não deve fazer esquecer tudo o que conquistámos. Portugal é um país muito diferente daquele que existia em 1974. O sistema político não é perfeito, mas vivemos em liberdade. Lemos os livros, ouvimos a música, vemos os filmes e podemos escrever o que queremos. Bem melhor do que se passou com os nossos pais e avós. Não somos tão prósperos como gostaríamos, mas vivemos muito melhor do que se vivia antes da década de 1970. Acima de tudo, a economia é mais aberta, há mais oportunidades e mais justiça e mobilidade social. Todos nós observamos e testemunhamos coisas de que não gostamos, que nos irritam mesmo, e em alguns casos indignam. Mas tudo isto é sinal de uma sociedade livre e aberta, onde há debates, conflitos e oposições. Ainda bem que é assim. Se alguma coisa me desagrada é o excesso de conformismo que ainda persiste.
 
João Marques de Almeida (aqui)


publicado por Bernardo Pires de Lima às 12:38 | link do post

Sábado, 18 de Abril de 2009

Será verdade que Vasco Graça Moura não é candidato ao PE pelo PSD ?



publicado por Pedro Marques Lopes às 23:30 | link do post | comentar

Sexta-feira, 17 de Abril de 2009

Don't Say a Word

A U.N. resolution seeks to criminalize opinions that differ with the Islamic faith.



publicado por Pedro Marques Lopes às 14:25 | link do post | comentar

A excelência da gestão do FC Porto tem em Portugal o efeito costumeiro de qualquer pessoa ou empresa que se destaque dos seus pares: inveja e maledicência. Portugal odeia vencedores.

 

 



publicado por Pedro Marques Lopes às 13:46 | link do post | comentar

A reacção de Paulo Rangel à proposta do Governo mostrou que se perdeu um líder parlamentar que nos últimos tempos tinha melhorado significativamente a sua prestação.
De facto, Paulo Rangel pôs o dedo na ferida: esta inqualificável proposta é um ataque feroz a princípios básicos do Estado de Direito.

Veremos se consegue atingir o único resultado aceitável para o PSD nas Europeias: a vitória ou pelo menos uma diferença mínima para o PS. 
Se isso não acontecer será difícil explicar não só como é que o PSD não consegue ganhar a um Governo desacreditado mas também a perda de um bom elemento – que muito falta faria ao combate parlamentar - para a distante Europa.



publicado por Pedro Marques Lopes às 13:02 | link do post | comentar

Quinta-feira, 16 de Abril de 2009

"Corte geracional", "combatividade", "presença no Parlamento", "domínio das questões políticas internas e europeias". Bom, qualidades que indiscutivelmente Paulo Rangel terá. Não é isto que está em causa. O que está em causa é que este argumentário utilizado pela Dra. Ferreira Leite foi o mesmo utilizado pelo Dr. Portas uns dias antes para justificar o nome de Nuno Melo como cabeça de lista às europeias. Parece que os nomes de Mota Amaral, Marques Mendes e restante "velha guarda" não entusiasmaram. Ou então, que os argumentos do Dr. Portas estavam correctos e deviam ser seguidos no combate com o PS.

Ou então, esqueçam tudo isto, e vejam com alguma regularidade o que Ronaldo fez ontem no dragão. Está no youtube e recomenda-se.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 11:36 | link do post

Quarta-feira, 15 de Abril de 2009

 

Vou estar hoje na Edição Internacional da Renascença (23.30h) a debater com o Andrés Malamud (ICS) assuntos do calibre de uma mão estendida de Obama a Cuba e de umas malfeitorias que os piratas andam a fazer ali para os lados da Somália. É mesmo a seguir à derrota do Porto.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 19:23 | link do post

 

“O Dr. Oliveira e Costa dizia-nos que o problema era o BI e nós pensávamos que era o Bilhete de Identidade” (RR).

 

 

Joaquim Coimbra, actual presidente da comissão de remunerações da Sociedade Lusa de Negócios e humorista nas horas vagas.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 15:34 | link do post

 

Um quarto ponto centra-se naqueles que aparentemente vão acompanhar os conservadores nesse novo partido europeu: a ODS checa, o partido dos gémeos polacos e a Lega Nord italiana. Não deixa de ser caricato que se abandone uma família liberal-conservadora europeia para se juntar a uma outra de cariz, no mínimo, duvidoso.
Por fim, existe uma certa incoerência neste caminho conservador, pois ao sair da maior família política do PE acaba também por enfraquecer o lado da defesa do mercado comum e da liberdade económica. Juntar-se ao gémeos e ao Sr. Bossi implica partilhar (será?) tendências proteccionistas numa altura em que elas devem ser evitadas. É o próprio legado da Sra. Thatcher que acaba por ser negado. Assim como uma das novas bandeiras dos tories, o ambiente, que certamente não encontrará grande eco nas novas companhias.
Por tudo isto, julgo que se arrependerão no futuro.


publicado por Bernardo Pires de Lima às 12:16 | link do post

 

A terceira assenta na justificação sobre o federalismo do PPE. Este debate teve o seu sentido no início dos anos 90. Hoje não tem. Por três razões: 1) a estrutura federalista do PPE era sobretudo composta pelos alemães, italianos, belgas e luxemburgueses, os quais mudaram ou simplesmente são hoje residuais. A própria CDU tem hoje na subsidiariedade um ponto forte, não o federalismo de outros tempos; 2) os outros grandes partidos no PPE, como a UMP francesa, o PP espanhol ou a Forza Italia não têm uma base federalista nos seus programas, antes defendem um papel central para os Estados-membros nas políticas europeias; 3) os partidos escandinavos e dos membros mais recentes no PPE também não têm posições federalistas, nem proclamam o papel reforçado de Bruxelas. Aliás, é talvez com este quadrante que os tories mais se podem identificar. E é por existir uma grande heterogeneidade no interior do PPE e por ser preciso mais Grã-Bretanha na UE e não o inverso, que os tories se deviam manter. Aparentemente, por imperativos internos, não o farão.


publicado por Bernardo Pires de Lima às 11:13 | link do post

 

A decisão tomada pelos conservadores ingleses de sair do Partido Popular Europeu levanta algumas questões interessantes.
A primeira é que mesmo de saída, já demonstraram intenção de votar favoravelmente o nome apoiado pelo PPE para presidente da Comissão Europeia, o que reduz de início o alcance da cisão levada a cabo. A segunda, tem a ver com o seu posicionamento face ao debate europeu, desde logo perante o Tratado de Lisboa, que rejeitam e aparentemente querem referendar caso cheguem ao governo. A razão é simples: sem Tratado de Lisboa não há alargamentos (Balcãs, Turquia, Ucrânia, etc) num futuro próximo, o que enfraquece a posição da Grã-Bretanha perante esses Estados. A Grã-Bretanha foi e continua a ser um dos grandes apoiantes dos alargamentos da UE. Isto encerra um paradoxo entre a política externa britânica e a actual posição dos conservadores.


publicado por Bernardo Pires de Lima às 10:54 | link do post | comentar

Terça-feira, 14 de Abril de 2009

Em primeiro lugar, o alargamento da noção de conflito de interesses à pura intimidade põe em risco tanto a liberdade de opinião como a própria noção de conflito de interesses

 

Pedro Picoito no Cachimbo de Magritte



publicado por Pedro Marques Lopes às 23:43 | link do post | comentar

Com a escolha de Paulo Rangel, a Dra Ferreira Leite demonstra uma incapacidade total de abrir os horizontes do PSD.
Apesar das suas qualidades, Rangel não cumpre dois requisitos básicos para uma campanha de sucesso que permitisse uma vitória nas Europeias: não motiva os militantes do PSD e não ganha um voto fora do espaço do partido.
Mais uma oportunidade desperdiçada.

Esta direcção do PSD teima em demonstrar que não está interessada em retirar o PS e este lamentável Governo do poder.



publicado por Pedro Marques Lopes às 21:23 | link do post | comentar

Por outras palavras, o dr. Vital Moreira que ia ser eleito contra os "rostos do passado" que, como o dr. Durão Barroso, se deixaram seduzir pelos excessos do mercado e pelas aventuras do sr. Bush, transformou-se, de repente, por obra e graça do destino, no candidato oficial de um partido que apoia precisamente tudo aquilo contra o qual ele, na sua candidatura, garantiu que se ia candidatar.

 

Constança Cunha e Sá



publicado por Bernardo Pires de Lima às 17:13 | link do post

 

O sentimento já cá andava. Até já se tinha manifestado algumas vezes. Este Sábado tirei as provas: fico mais feliz quando o Benfica perde do que quando o Sporting ganha.


publicado por Bernardo Pires de Lima às 13:51 | link do post

 

Um ano após os ataques de Londres, o ministro do interior John Reid dirigiu-se na mesma cidade a uma plateia de supostos moderados, quando um dos assistentes exigiu que se fosse embora alegando que “aquele não era o seu território”. Esta criação humana de “estados dentro dos estados” é o primeiro passo para a liberdade terrorista nas sociedades europeias.
O que se passou a semana passada em Manchester e Liverpool é apenas mais um exemplo da forma evolutiva como o terrorismo islâmico opera e da permeabilidade ocidental que o acompanha. Onze dos doze detidos vieram dos campos de treino paquistaneses para as universidades britânicas, aproveitando o atractivo sistema de vistos e a ausência de cadastro nos serviços secretos. Ao contrário dos protagonistas dos ataques de Londres, apenas um é cidadão inglês. Percebe-se hoje que a sofisticação de todo este processo de recrutamento vive muito de perfis qualificados, sem passado criminal, ao qual se junta um profundo conhecimento dos diversos ordenamentos jurídicos europeus. A pobreza não é, assim, o meio onde se recrutam jihadistas, como muitos alegam. A resposta pode ser dada com melhor monitorização sobre quem requisita estes vistos ou mesmo com maior restrição a entradas de determinadas origens.
O ponto, no entanto, é mais complexo do que a mera solução administrativa. Enquanto o estado de direito for disfuncional como o português ou permeável como o inglês, o terrorismo terá sempre vida facilitada. Esperemos que Bin Laden nunca se lembre de nós.


publicado por Bernardo Pires de Lima às 11:48 | link do post

Segunda-feira, 13 de Abril de 2009

“Personalidades ligadas ao socialismo, ao comunismo e ao BE ...”

Foi preciso uma petição para uma convergência de esquerda em Lisboa para, finalmente, sabermos o que é o BE:
O BE é uma coisa que ninguém sabe o que é. 



publicado por Pedro Marques Lopes às 17:16 | link do post | comentar

Ultima crónica no Diário de Notícias



publicado por Pedro Marques Lopes às 16:41 | link do post | comentar

Domingo, 12 de Abril de 2009


publicado por Pedro Marques Lopes às 13:02 | link do post | comentar

Quinta-feira, 9 de Abril de 2009

A frase de Berlusconi perante o sofrimento das pessoas em L'Aquila é a todos os títulos miserável. Não defendo um aproveitamento político da esquerda italiana nesta altura, mas Berlusco merecia uma assobiadela monumental no país inteiro.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 20:12 | link do post

O cidadão, habitante em Sintra, consulta a lista para as Europeias e constata que a candidata do PS à sua Câmara vai mais do que provavelmente ser eleita deputada europeia. Alguém o informa que não precisa de se preocupar porque chegada a altura da campanha eleitoral para a autarquia, Ana Gomes dará o seu lugar ao candidato seguinte na lista. Mais, no caso de ser eleita Presidente da Câmara alguém a substituirá no Parlamento Europeu.

O caso de Ana Gomes não é, longe disso, único. Quer se queira quer não, há um desrespeito objectivo pelas decisões dos eleitores.
Existe uma razão para que as listas de qualquer partido sejam preenchidas com nomes. Não votamos – cada vez menos, aliás – apenas em partidos, votamos também ou sobretudo em pessoas.    
   



publicado por Pedro Marques Lopes às 16:32 | link do post | comentar

Quarta-feira, 8 de Abril de 2009

Decidimos retirar os comentários deste blog. Não era nossa intenção fazê-lo quando pensámos nele, mas o rol de insultos com que nos mimaram levou-nos a isso. Não ofendemos ninguém em nenhum post. Também não insultámos ninguém. Temos pena dos que nos comentaram civilizadamente, mas compreendam que temos mais que fazer do que ser insultados por anónimos cobardolas e gente mal criada.

 

Bernardo

Pedro



publicado por Bernardo Pires de Lima às 17:42 | link do post

Existe de facto uma conspiração contra a Dra Ferreira Leite. Depois de ter visto o cartaz que o PSD acaba de lançar, estou perfeitamente convencido que há agentes da oposição interna ou do PS na equipa que está a fazer a comunicação dos social-democratas. 
Já nem vale a pena falar do slogan que deve constar de uns manuais de populismo barato e que melhor ficaria na promoção de uma qualquer igreja evangélica.
Confesso a minha curiosidade: quem será o responsável por este novo cartaz? Quem será o responsável por lançar um cartaz, supostamente institucional, a dois meses das Europeias? Será que vai ser a Dra Ferreira Leite a candidata?
Quem mandou fazer aquele cartaz ou não percebe rigorosamente nada de comunicação ou está a fazer de propósito para prejudicar a presidente do partido.



publicado por Pedro Marques Lopes às 10:53 | link do post | comentar

Terça-feira, 7 de Abril de 2009

Há uma coisa que me deixa perplexo na política e ela é a manutenção de Manuel Pinho no governo. Não é por Zapatero ter substituído Pedro Solbes na mesma pasta que digo isto. Apenas porque me ultrapassa que alguém com tamanha responsabilidade se possa manter no cargo depois de ter decretado o fim da crise, a imunidade de Portugal à hecatombe e proporcionado ao país um triste espectáculo nas páginas do DN há duas semanas atrás. A Constança acertou na mouche: o país de Pinho é outro, não este.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 19:16 | link do post | comentar

Ouvi dizer que a cerimónia de lançamento da candidatura de Paulo Pedroso à Câmara de Almada foi um enorme sucesso.
Apesar de não partilhar os valores políticos dele e desejar que outro candidato ganhe, desejo-lhe as maiores felicidades.
Quem passou por o que ele passou merece, pelo menos, muito respeito.

 



publicado por Pedro Marques Lopes às 16:49 | link do post | comentar

Bernardo Pires de Lima

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