Terça-feira, 23 de Junho de 2009

Não percebo o espanto acerca da conduta do guarda-redes de terceira categoria que manda no órgão oficial do SLB: o individuo faz isto desde que anda nos jornais. 
Seria bom que, a partir de agora, quando as pessoas lerem as intrigas e difamações contra o FC Porto que este avençado escreve, se recordem deste belíssimo episódio sobre as eleições no SLB.

 



publicado por Pedro Marques Lopes às 06:29 | link do post | comentar

Segunda-feira, 22 de Junho de 2009


publicado por Pedro Marques Lopes às 15:16 | link do post | comentar



publicado por Bernardo Pires de Lima às 11:29 | link do post

Domingo, 21 de Junho de 2009

Ainda não percebi a excitação que para aí vai com esta coisa.
Não são os subscritores livres de tentar fazer política? Não podem, até, propor a substituição da democracia por uma espécie de despotismo iluminado?
Já agora, quem, na opinião destes senhores, deve designar os especialistas que devem estudar os investimentos públicos?



publicado por Pedro Marques Lopes às 23:25 | link do post | comentar

 

 

 

A 9 de Julho lá estarei, como é óbvio.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 15:05 | link do post

Sexta-feira, 19 de Junho de 2009

O ayatollah Khamenei veio exigir o fim dos protestos, culpou os líderes da oposição que apoiam as manifestações do banho de sangue que possa surgir e defendeu Ahmadinejad como vencedor das eleições.

Primeiro ponto: O líder supremo tomou partido, algo que não lhe compete de acordo com a posição que ocupa.

Segundo ponto: a Assembleia de Sábios tem poder não só para eleger o líder supremo, como tem o dever de supervisionar o seu trabalho e ainda destitui-lo, se for caso disso. Liderado pelo ex-presidente Rafsanjani (apoiante de Mousavi) e composto por 86 scholars, pode chegar à conclusão que Khamenei não tem condições para continuar. Fará? Não fará? Não sei. Que tem poderes para isso, tem. Mais: esse é uma das sete exigências do manifesto que corre pelas manifestações e que entre outras pontos quer a substituição de Khamenei pelo primeiro líder supremo pós-revolução, o ayatollah Montazeri, conotado com a defesa de direitos civis e políticos no Irão. Pode ser um início.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 13:17 | link do post

"Jamais faremos coligações com o PS".

 

Francisco Louçã ao i.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 12:15 | link do post

 

As circunstâncias são tudo na política, e a melhor política é aquela que encontra as melhores soluções para as circunstâncias.

 

Oakeshott, citado no editorial do Martim Avillez Figueiredo)



publicado por Bernardo Pires de Lima às 11:51 | link do post

A não candidatura de José Eduardo Moniz é sobretudo uma grande notícia para a TVI e para o meu Sporting.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 11:49 | link do post

 

amanhã espero poder dizer, nem que seja um bocadinho, mal (mas vai ser só para o irritar: actividade, que confesso, me dá algum gozo).



publicado por Pedro Marques Lopes às 10:01 |
editado por Bernardo Pires de Lima em 18/06/2009 às 16:08link do post | comentar

Na última segunda-feira, o PS reuniu a Comissão Política. Segundo a informação veiculada, os objectivos seriam analisar os resultados das eleições europeias e estabelecer uma estratégia para as legislativas. Parece que José Sócrates depois de quatro anos, sem ter ouvido nada nem ninguém, teve um rebate de consciência e decidiu escutar as diversas sensibilidades socialistas e os mais variados sectores da comunidade.

 

DN de ontem




publicado por Pedro Marques Lopes às 00:16 | link do post | comentar

Quinta-feira, 18 de Junho de 2009

Não podendo usar a máquina de campanha nem as sondagens a seu favor, e contando, naturalmente, com uma imprensa menos simpática e muito mais crítica, o PS terá de simplificar o discurso, explicar as suas reformas e ideias, usar moderadamente a questão da governabilidade (versus instabilidade), passar a ideia de que está a meio de um ciclo e que o combate à crise não pode ser interrompido. A utilização do seu líder, que ainda é uma vantagem, não pode ser feita em excesso sob pena de deitar toda esta estratégia a perder.

 

Filipa Martins



publicado por Bernardo Pires de Lima às 16:08 | link do post

Uma outra coisa que decorre, um pouco inesperadamente, das europeias é o tipo de campanha eleitoral que deve ser feita. O PS é, de longe, o partido melhor apetrechado do ponto de vista técnico e, em simultâneo, com mais capacidade para fazer grandes comícios. Mas, nas eleições europeias, a generalidade dos comentadores não valorizou este tipo de campanha e, pelo contrário, mostrou alguma simpatia por um estilo mais “espartano”. A crise económica ajuda muito esta leitura dos comentadores.

Não sendo ainda claro qual o tipo de campanha mais eficaz, duas coisas são certas: os eleitores não vão perdoar campanhas muito caras e/ou vistosas e não são demasiado sensíveis a grandes comícios ou ajuntamentos. Deste modo, o PS ganharia mais com uma diferenciação pela qualidade da sua campanha com bons cartazes, bons slogans, acções de campanha bem escolhidas e sem “autocarros de militantes”. Sendo praticamente certo que o PSD vai tentar transformar em vantagem a capacidade de mobilização socialista para grandes comícios (acusando o PS de gastador e de só trabalhar para a imagem), o PS terá de se antecipar e não permitir esse discurso.

Outro ponto novo na campanha será a falta de credibilidade das sondagens que não vão poder ser usadas como vantagem pelo PS. Mesmo que os estudos de opinião apresentem o PS e José Sócrates em vantagem clara para as legislativas, os comentadores vão ser pouco ou nada sensíveis a isso. Também é natural que, depois do que aconteceu nas europeias, os órgãos de comunicação social se retraiam no número de sondagens que encomendam, bem como no destaque que lhe dão.      

 

Filipa Martins



publicado por Pedro Marques Lopes às 15:40 | link do post | comentar

A estratégia do PS para as eleições legislativas não tem grande margem de manobra porque depende da estratégia adoptada pelo partido durante toda a legislatura e que, tendo tido bons resultados durante os primeiros anos, mostrou-se ineficaz nas europeias. O discurso da arrogância, mas ao mesmo tempo da acção, centralizado num só homem, um primeiro-ministro pouco dialogante e enfurecido, foi uma estratégia montada no mito da segunda maioria absoluta, uma possibilidade que é cada vez mais inverosímil. Não sendo possível fazer uma ruptura com esta linha dura, será necessário fazer uma adaptação. Há ainda uma necessidade pragmática de centrar a campanha no líder. Isto porque, a pouco e pouco, os diversos ministros de Sócrates foram caindo em desgraça. O ministro do Economia, a ministra da Educação, o ministro dos Transportes e Obras Públicas e o da Agricultura devem ser, na aproximação das legislativas, neutralizados, reduzindo ao máximo a sua aparição pública. Já outras figuras, como o ministro das Finanças e o da Segurança Social, podem ser uma ajuda complementar na comunicação política, apesar de – em momento de forte crise – serem estes os detentores dos dossiês mais sensíveis. Seria, como tal, importante a introdução de rostos novos nas listas, que ganhariam protagonismo ao lado do primeiro-ministro durante o período de campanha.

 

Filipa Martins



publicado por Pedro Marques Lopes às 13:19 | link do post | comentar

A nossa convidada desta semana é a Filipa Martins. Como não quero que me chamem machista e coisa e tal (o Bernardo é muito machista, eu não) não vou falar das qualidades não intelectuais da, hoje, dona do blog. Só posso dizer que é um bocadinho mais bonita que o Luis Pedro Nunes e que o Pina. 
Eis o que a wikipédia diz dela:
Filipa Martins (1983) é uma jornalista e escritora portuguesa. Recebeu o Prémio Revelação[1] [2], em 2004, na categoria de ficção, pela Associação Portuguesa de Escritores (APE), pelo seu livro Elogio do Passeio Público.

 



publicado por Pedro Marques Lopes às 13:17 | link do post | comentar

Quarta-feira, 17 de Junho de 2009

 

Estarei hoje em debate com o Henrique Raposo na Edição Internacional da Renascença (23.30h). Em discussão estarão as eleições no Irão e o discurso de Netanyahu sobre "a solução dois estados". Vão lá espreitar.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 18:43 | link do post



publicado por Bernardo Pires de Lima às 16:20 | link do post

Parece que há eleitores que votaram duas vezes nestas europeias. Não sei se foi causado pela última maravilha do simplex, o cartão do cidadão, ou por outras razões. O que sei é que isto cheira-me a barafunda. E ninguém se indigna?



publicado por Bernardo Pires de Lima às 14:57 | link do post

Tenho por gajos como rodrigo tello, joão v. pinto, carlos martins e simão (só Deus sabe o que me custa escrever estes nomes e faço-o em minúsculas de propósito) o mesmo sentimento que tenho pelo ayatollah Khamenei. Se o tello tivesse um pingo de vergonha naquela tromba nunca mais pronunciaria o nome do Sporting, quanto mais enviar conselhos. Já nos saiu bem caro o disparate de o ter um dia vestido com as nossas cores.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 14:22 | link do post



publicado por Pedro Marques Lopes às 11:49 | link do post | comentar

Quem teria sido o terrível conspirador a inventar uma diferença significativa de opinião entre Paulo Rangel, Ferreira Leite e Morais Sarmento?
Será que Morais Sarmento também faz parte do grupo daqueles que só querem fazer mal a esta direcção do PSD?
A verdade é que o PSD precisa duma espécie de controlador de opiniões. Uma pessoa que esclareça qual é a posição certa. Alguém que descodifique as infames conspirações organizadas em sedes de jornais e escritórios de “gente de negócios” para derrubar a líder do partido.
Tem de ser uma pessoa humilde, séria (muito séria, mesmo) e sacrificando mesmo a sua vida pessoal, tenha a coragem de ir para os jornais (os sérios, claro), as televisões, para o blog (sério, bem entendido) denunciar publicamente os revisionistas.
Também não seria má ideia se pudesse encabeçar uma espécie de tribunal para expurgar os maldizentes que se atrevem a ter opiniões.
Estou convencido que o PSD purificado não teria qualquer dificuldade em alcançar uma esmagadora maioria absoluta.
Infelizmente, não estou a ver quem poderia encabeçar tão decisivo cargo.



publicado por Pedro Marques Lopes às 11:45 | link do post | comentar

Terça-feira, 16 de Junho de 2009

"A alta velocidade vai provocar isso mesmo, uma mudança na forma como sentimos a distância no país".

 

Sócrates (2 Junho 2008)



publicado por Bernardo Pires de Lima às 19:29 | link do post

Mais de dois terços dos iranianos têm menos de 35 anos. O desemprego ronda os 15% e a inflação os 30%. A literacia chega aos 80% e a população feminina universitária atinge já os 60%. Números que mostram uma sociedade bem diferente do boneco que nos entra pela televisão e que invariavelmente nos apresenta uma elite teocrática bafienta com um líder populista, radical e que em tempos fez carreira nos guardas da revolução, uma força de elite que, entre outras coisas, se entretinha a fazer reféns em embaixadas estrangeiras.

 

Este gap entre a elite e o povo veio à tona durante toda a campanha eleitoral. Encheu o twitter de fiéis seguidores de manifestações, discursos e projectos, dos anseios de todos e de cada um. Tal como na última campanha americana, também o Irão mostrou querer mudar. Mudar de imagem, mudar de líder, mudar de estratégia hostil. Sondagens recentes atribuíam a bem mais de metade da população o desejo de uma relação mais construtiva com os EUA, o principal inimigo do regime dos ayatollahs. Assim não será a breve trecho. Ahmadinejad continuará a sua saga, os jovens continuarão a afastar-se das suas ideias e a ruptura dar-se-á mais cedo ou mais tarde. Espera-se que nessa altura os observadores internacionais acompanhem a eleição. É que desta vez não puseram lá os pés.
 
Hoje no i


publicado por Bernardo Pires de Lima às 17:34 | link do post

Segunda-feira, 15 de Junho de 2009

Este post do Pedro revela uma sensatez a que me associo desde já. Anda de facto aí uma onda de excitação mais ou menos visível que já distribui ministérios e lugares em gabinetes. É todo um governo à direita que parece que já tomou posse antes mesmo de ser sujeito a votação. Não vale a pena perder o juízo, nem mostrar a infantilidade do costume: muita coisa ainda vai acontecer, há trunfos que já não estão em jogo (Vital, Rangel) e o poder, esse, deve ser conquistado por mérito, não apenas pela atrofia de quem o ocupa.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 16:51 | link do post

Para quem tenha passado as últimas semanas fora e esteja confundido com os resultados das últimas eleições, eu esclareço: o PSD ganhou as eleições europeias.
Não, estas eleições não foram as legislativas e o PSD ainda não é Governo.
Os vencedores das eleições europeias foram a Dra Ferreira Leite e o Dr Paulo Rangel – curiosamente, os mais serenos no meio da histeria – e não uns cavalheiros que sonham com teorias conspirativas e exigem purgas.
A propósito de purgas; quem é que no tempo do Dr Menezes criticava o Dr Santana Lopes por este dizer que certas pessoas estavam a mais no PSD?
Este entusiasmo descontrolado e a febre persecutória descabelada de dois ou três não auguram nada de bom.





publicado por Pedro Marques Lopes às 15:20 | link do post | comentar

 

Piratas somalis expandem área de negócio para águas mais lucrativas (i)



publicado por Bernardo Pires de Lima às 15:06 | link do post

Domingo, 14 de Junho de 2009


publicado por Pedro Marques Lopes às 15:57 | link do post | comentar



publicado por Pedro Marques Lopes às 15:53 | link do post | comentar

 

 



publicado por Bernardo Pires de Lima às 12:30 | link do post

Sábado, 13 de Junho de 2009
Embedded video from CNN Video


publicado por Pedro Marques Lopes às 18:47 | link do post | comentar

Bernardo Pires de Lima

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