Terça-feira, 20 de Outubro de 2009

Estive praticamente os últimos quinze dias sem ver televisão. Écran preto, tomadas desligadas. A conclusão e moral da história é só esta: sem net, a minha vida está arruinada; sem televisão, a minha vida continua e por bons caminhos. Os senhores das televisões têm que perceber que o mundo de hoje já não é o da tv.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 15:22 | link do post

Toda esta contenda entre o Eng. Sócrates e alguns jornalistas, só revelou o erro da sua conduta. Identificar dois ou três jornalistas como alvos políticos acaba ou num momento patético  - como o PM a jurar a pés juntos não ter nada a ver com o fim do jornal de Moura Guedes -, ou num arquivamento puro e simples - como é o caso contra o João Miguel Tavares. Em ambas as lutas, quem saiu politicamente mal foi José Sócrates: um Primeiro-ministro não mete processos a jornalistas, aliás, não perde tempo político atrás do jornalismo. Vive com ele. Ou então dedica-se a outra coisa, que é como quem diz, governar.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 12:45 | link do post

Segunda-feira, 19 de Outubro de 2009

The Conservative Shop

 



publicado por Bernardo Pires de Lima às 19:44 | link do post

Saramago, o escritor, vive num país livre. Pode escrever o que lhe apetecer, aliás, como qualquer um. Do lado do leitor, a mesma liberdade: a de optar por comprar os seus livros ou de outra pessoa, a de o ler na imprensa ou passar a página, a de o ouvir ou mudar de canal. Um país livre é assim. Doa a quem doer. Por isso o seu livro ou de outro qualquer, é bem-vindo. Sempre.

Saramago, o pseudo-político, pseudo-ideólogo e aprendiz de ditador, não passou nem passa disso mesmo: uma criatura triste. No país que Saramago idealizou e quis praticar durante uns tempos, não existiu liberdade. E ele contribuiu bastante para isso. Convém não esquecer.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 14:48 | link do post

Sempre que leio uma notícia sobre a ETA, não anda longe disto: "polícia captura chefe da ETA", "autoridades espanholas prendem cabecilha da ETA em França", ou, numa onda mais ambiciosa, "polícias espanhola e francesa capturam chefes políticos da ETA". Primeira conclusão: a ETA só tem chefes, nunca tem subordinados. Segunda conclusão: a polícia - francesa, espanhola, curiosamente nunca portuguesa - quando os apanha, apanha logo os chefes. Terceira conclusão: por cada chefe apanhado, outro deve tornar-se chefe de imediato. Isto é tudo muito confuso para mim.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 14:41 | link do post

Domingo, 18 de Outubro de 2009

Não conheço pessoalmente o Tiago Moreira Ramalho mas espero vir a conhecer. Tento não perder nada do que ele escreve. Muitas vezes discordo dele mas tenho, sem o conhecer, repito, um enorme respeito pelas suas opiniões. Discute os temas sem insultos pessoais, não embarca em teorias da conspiração e é para mim evidente que só pensa pela sua cabeça.

Apeteceu-me, apenas, dizer isto.



publicado por Pedro Marques Lopes às 23:54 | link do post | comentar

 

 

 

A única que alguma vez se aproveitou. Culpa do Armando Teixeira?



publicado por Bernardo Pires de Lima às 13:00 | link do post

Sábado, 17 de Outubro de 2009


publicado por Pedro Marques Lopes às 22:20 | link do post | comentar

 

Listen Without Prejudice (1990)

George Michael



publicado por Bernardo Pires de Lima às 13:25 | link do post

Sexta-feira, 16 de Outubro de 2009

O recente acordo entre a Turquia e a Arménia encerra cinco grandes ideias. Primeiro, alerta-nos para a prudência face ao optimismo: o acordo terá que ser ratificado nos respectivos Parlamentos e a comissão criada para estudar o milhão e meio de arménios mortos (1915) enfrentará previsíveis obstáculos. Segundo, o degelo que a relação entre turcos e arménios suscita, pode ter efeito sobre um dos mais problemáticos frozen conflicts do pós-Guerra Fria: a disputa de Nagorno-Karabakh, entre Arménia e Azerbaijão. A influência de Ancara sobre Baku é histórica; a importância dos azeris na política europeia é crescente. É preciso que o Cáucaso faça os seus próprios alongamentos musculares para as relações entre russos, turcos e europeus sofram positivamente com o relaxamento.

Terceiro, a pacificação possível desta região é essencial para a política energética europeia, que se quer alimentar das rotas turca, azeri e georgiana, umas com origem no Cáucaso, outras em grandes produtores da Ásia Central, como o Cazaquistão. Por fim, cabe a Ancara dar alguns passos (Arménia, Chipre) no caminho de adesão à União Europeia. Se o fizer, também alguns europeus passarão a olhar para a sua entrada com outros olhos: os de compromisso duradouro. Por outro lado, o apadrinhamento do acordo com a Arménia por parte de Hillary Clinton e de Sergey Lavrov continua a mostrar que é possível às grandes potências fazer cedências mútuas sem resultados de soma zero: o óptimo continua inimigo do bom.

 

Hoje no i.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 18:19 | link do post

Quinta-feira, 15 de Outubro de 2009

 

 

 

Quando a Praça d' Espanha cantou Heróis do Mar...

(via PPM, via 5 Dias, via do infante, via verde e por aí fora...)



publicado por Bernardo Pires de Lima às 23:52 | link do post

Este episódio com João de Deus Pinheiro fez-me perceber o Prof. Marcelo. Com esta direcção, até Maio, tem sempre temas divertidos para o seu programa de domingo.

Sempre muito à frente, o Professor.



publicado por Pedro Marques Lopes às 18:44 | link do post | comentar

Há pouco, num canal qualquer, a jornalista perguntava a alguém no Parlamento: "então, que livros temos aqui disponíveis para os novos deputados?". Resposta de uma senhora muito simpática: "Bom, temos o Regimento da Assembleia, a Constituição...".



publicado por Bernardo Pires de Lima às 11:46 | link do post

Leio que Pedro Passos Coelho começou na política em 1978: o meu BI diz que nasci em 1979.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 11:24 | link do post

Quarta-feira, 14 de Outubro de 2009

Escrevo esta crónica no dia de aniversário do meu filho Domingos.

O meu moreno, tímido, misterioso, generoso filho é a minha expedição amazónica, a minha batalha contra os mares inclementes do cabo Horn, a minha estadia entre os aborígenes, as minhas noites de bebedeira entre escritores berlinenses, as piña-coladas num barco nas Caraíbas, a dolce vita romana, um fim de tarde num café parisiense, uma fortuna ganha – ou perdida - no Caeser´s. 

Ele está nos livros que amei, nos filmes que me entusiasmaram, nas peças que me perturbaram, nas minhas vitórias, nas viagens que fiz e nas que não fiz.

Ele é na verdade muito mais que tudo isso: o meu Mingos é a mais bela e desafiante aventura que um homem pode viver.

 

O nascimento de um filho é o único momento verdadeiramente radical na vida de um homem. As mãos fechadas daquela coisita pequena trazem dentro delas a nossa alma. A nossa vida deixa de ser apenas nossa para ser a vida daquele ser que anuncia aos berros a nossa eterna dependência.

Passamos a viver em função do dia em que ele nos chama pai e tememos o dia em que descobre que numa luta entre nós e o super-homem seríamos nós a levar uma carga de pancada.  

Por qualquer magia, quanto mais os nossos filhos descobrem as nossas fraquezas mais e mais o nosso amor por eles se torna absoluto. Como se a descoberta daquelas fosse a poção que os faz crescer, como se a nossa humanização fosse fundamental para eles se tornarem ainda maiores deuses.

 

O Domingos vai-se fazendo homem ao mesmo ritmo em que me vou tornando mais criança. Sou eu agora que busco a aprovação no seu olhar, sou eu que penso no que ele pensará das coisas que faço, sou eu que espero a graça dum abraço, sou eu que anseio que ele me peça um conselho ou uma opinião, sou eu que corro para ele quando o Porto marca um golo.

É ele que na sua generosidade me tenta fazer sentir importante quando me reclama tempo para conversar ou ir a algum lado.

 

O meu coração mal aguenta quando ele vem naquele passo arrastado - que é só dele – e no seu jeito meio ausente, meio perdido, sussurra: “gosto de ti, pá”.

Não há maior amor, meu filho. 

 

 



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Terça-feira, 13 de Outubro de 2009

O problema do Prof. Marcelo é de origem agrícola: há quem os tenha e quem não os tenha.



publicado por Pedro Marques Lopes às 17:08 | link do post | comentar

 

Ando a ouvir todo o Johnny Cash que nem cão a um osso, mas não é disto que quero falar. Quero falar da Amália. Não é da Amália hoje, aquela barbaridade que lhe andam para aí a fazer e que mete dó, é da Amália sempre. A Amália sempre andou lá por casa, sobretudo nos vinis dos meus pais, embora eles fossem mais pela Maria Teresa de Noronha ou pela Teresa Tarouca. Como bom filho, também embirrei com fado, apenas para ser do contra. E  embirrei muito com a Amália, muito por culpa da sua fase malhão, malhão. De algum tempo para cá, aquela voz entrou-me no ouvido e não tem saído. Se ela fosse apenas uma fadista, acho que já tinha desligado. Mas ela é muito mais que isso. É um símbolo pop, tal como uma das últimas capas da Time Out tão bem revelou. Eu só tive a noção do que era e é a Amália este Verão. Estava numa esplanada em Varsóvia a beber uma imperial com a minha namorada e ao lado, uma polaca da nossa geração, perguntou-nos que língua falávamos, porque parecia a da Amália. Foi aí que percebi: todos nós temos a Amália na voz.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 14:37 | link do post

Segunda-feira, 12 de Outubro de 2009

A noite televisiva de ontem parecia um filme de terror. Num dos canais, Mesquita Machado vestia a capa de Tirano Rex pela enésima vez; noutro, Valentim Loureiro berrava aos microfones exactamente nos mesmos termos de há quatro anos atrás; Macário anda a fazer a volta a Portugal em bicicleta e vai parando em várias Câmaras até chegar a Norte, certamente; em Felgueiras e no Marco a tristeza invadiu os arguidos; Isaltino deu mais um baile aos grandes partidos e à justiça; em Lisboa, Santana "morreu" pela milésima vez em trinta anos de política.

Além disto há a registar um morto, algumas escaramuças e um conjunto de comentadores televisivos que, coitados, se entreteram a encher chouriços sobre o Alandroal, Sabugal, Carregal do Sal e restantes terras acabadas em al. No final, ganharam todos, em especial Pacheco Pereira.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 13:01 | link do post

 

Depois da China, em 2008, o Brasil, em 2016. Em apenas oito anos, dois dos BRIC foram contemplados com a organização dos Jogos Olímpicos. Dir-me-ão que tudo não passa da organização de um enorme evento desportivo. Certo. Mas um evento desportivo organizado por grandes potências em ascensão, aproveitando o facto para se projectarem regional e internacionalmente. Foi assim com Pequim, será assim com o Rio de Janeiro.
Os chineses projectaram a sua modernidade nas Olimpíadas de 2008. A capacidade organizativa, a arquitectura, os grandes projectos de requalificação desportiva, a doutrinação da população para melhor receber os visitantes, a exacerbação do orgulho nacional, a imagem de uma China sem problemas étnicos e regionais projectada para o exterior. Tudo assumido do primeiro momento à cerimónia de encerramento.
Os brasileiros farão precisamente o mesmo, com a vantagem de o Rio ser uma cidade sem paralelo em captação turística. Calcula-se que dois milhões de empregos possam ser criados até 2016, com milhões de reais investidos em infra-estruturas desportivas e urbanísticas. Muito mais seguranças serão treinados e postos nas ruas e a rede de transportes será reorganizada e melhorada. A economia crescerá e as vantagens políticas estarão à mão de semear. Para Lula, a afirmação internacional do Brasil pode surgir com os Jogos Olímpicos. Para Obama, a derrota de Chicago foi um bom aviso sobre as prioridades da sua afirmação: longe da chama olímpica, perto de Cabul.
 
Sábado, no i


publicado por Bernardo Pires de Lima às 12:06 | link do post

Domingo, 11 de Outubro de 2009

 

 

 

No Spray. O último programa decente de música que passou na tv portuguesa. Do Henrique Amaro, claro está.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 12:02 | link do post

Não falta quem encha a boca de desprezo pelos cidadãos que moram nos grandes centros urbanos e lhes atire à cara a sua suposta falta de conhecimento sobre aquilo a que se convencionou chamar o "Portugal profundo".

Esta coisa seria uma espécie de local mal-amado pelo poder central onde, quais irredutíveis guerreiros, estão os guardiões do templo da lusitanidade. Esses resistentes que, nas palavras deles, contra tudo e todos, conseguiram ficar nesses locais protestam, por tudo e por nada, contra aquilo a que chamam "o esquecimento do interior". Mais, não hesitam em fazer comparações com os supostos privilegiados habitantes dos grandes centros urbanos, tentando levar a crer, por ignorância, claro está, que a vida destes é um mar de rosas.

 

Dn de hoje



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Sábado, 10 de Outubro de 2009

 

The Destroyed Room (2006)

Sonic Youth



publicado por Bernardo Pires de Lima às 12:22 | link do post

O que eu gostava mesmo é que o Ricardo Rio ganhasse a Câmara de Braga.  



publicado por Pedro Marques Lopes às 01:33 | link do post | comentar

Quinta-feira, 8 de Outubro de 2009

Como era de esperar após os resultados do referendo irlandês, David Cameron está aos poucos a deixar cair a exigência de referendar o Tratado de Lisboa caso chegue a Downing Street. Ficar isolado entre os 27 é tudo o que ele não precisa. Assim como a União também não enjeitará uma Grã-Bretanha forte e no centro das suas políticas. Sobretudo de segurança. Well done, Dave.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 15:54 | link do post

 

Parabéns ao Francisco por mais este belo livro. Fica aqui o abraço.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 15:51 | link do post

As eleições autárquicas despertam constantemente em mim  o mesmo tipo de efeito: nenhum.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 15:48 | link do post

As comparações com líderes europeus que se mantém à frente dos seus partidos, apesar de perderem eleições – discurso recentemente difundido -, não é transponível para a realidade do PSD. Essa tese só teria cabimento se o PSD fosse um partido com uma ideologia clara e historicamente constante.

As maiorias absolutas de Cavaco Silva, conquistadas à base de um pragmatismo absoluto, desprovidas de base ideológica e renegando muito do passado, já remoto, do partido, transformaram o PSD num partido com apenas uma lógica: o poder. 

A partir desse momento o PSD transformou-se numa espécie de laboratório de experiências políticas. Cada um dos conjunturais líderes tentou mostrar um caminho suportado apenas nas suas convicções pessoais esquecendo a nova realidade do partido: várias tendências, várias sensibilidades, várias visões.   

Nenhuma liderança entendeu que o poder que a máquina partidária exige, só se obtém somando as diversas vontades, encontrando uma linha comum, e não afirmando um projecto ideologicamente puro que por si só apenas divide mais o que é o PSD de hoje.

Não será desta forma que o PSD se tornará num pólo de direita clássica que tantos desejam para melhor clarificar o cenário partidário português, mas a realidade é o que é e não a que nós gostaríamos que fosse.

 

No Diário Económico de hoje



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Quarta-feira, 7 de Outubro de 2009


publicado por Pedro Marques Lopes às 18:41 | link do post | comentar

Terça-feira, 6 de Outubro de 2009

Pelas declarações recentes de alguns membros da actual direcção do PSD, chega-se à conclusão que estes ainda não perceberam bem o que aconteceu no dia 27 de Setembro.

Aparentemente, querem tentar convencer os militantes e demais cidadãos que numa altura de profunda crise, desemprego galopante, descontentamento generalizado e uma preocupante falta de confiança nas instituições, a derrota nas legislativas teria sido apenas um irrelevante acidente de percurso compensável com uma vitória nas autárquicas que, a efectivar-se, pouco ou nada tem a ver com a actual liderança.

Quererão os actuais líderes mudar o nome do PSD para Partido Autárquico Social Democrata?



publicado por Pedro Marques Lopes às 16:04 | link do post | comentar

Não há volta a dar a esta realidade. Sócrates recebeu uma vitória de mão beijada, que não era difícil de antever a não ser pela cegueira de muitos dos apoiantes de Santana Lopes que, no seu culto da personalidade, nunca admitiram os erros evidentes e a crise para que conduziram o PSD.
Pacheco Pereira, Abrupto, 20-02-05
 
Com a devida vénia ao Moura Pinto do Azereiro

 

 

 



publicado por Pedro Marques Lopes às 15:54 | link do post | comentar

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