Terça-feira, 6 de Outubro de 2009

 

 



publicado por Bernardo Pires de Lima às 14:31 | link do post



publicado por Bernardo Pires de Lima às 13:36 | link do post

Podem dois referendos sobre a mesma matéria ser tão distintos em apenas catorze meses? Os irlandeses validaram a resposta. Em Junho de 2008, a campanha centrou--se num suposto conteúdo demoníaco do Tratado de Lisboa: liberalização do aborto e eutanásia, militarização permanente, decapitação dos direitos laborais, abusos fiscais. A fraqueza dos seus defensores ajudou à vitória do "não". Um ano depois estes temas foram abandonados e os apoiantes do "sim" prepararam-se para deixar de ser os patinhos feios da União. A sua provável vitória encerra um capítulo europeu, marcado por duras negociações, cedências de última hora e pela ambição assumida por todos: trabalhar sobre outro quadro normativo e político, que enquadre a realidade comunitária na dura luta geopolítica global.

O primeiro desafio é parar com o instinto legislativo por uns bons largos anos. A União não precisa de mais normas, precisa de agilidade, compromissos que não sejam exotéricos e enfrentar sem temor a globalização. Para tal, tem de ter capacidade externa. O segundo desafio é reforçar os laços com os EUA: garante- -se coesão europeia e projecta--se este espaço económico de sucesso nos mercados internacionais. O terceiro desafio é criar riqueza. A benevolência dos modelos sociais europeus está em declínio e das duas uma: ou se inverte a depressão demográfica e produtiva ou a falência vai bater-nos à porta sem pré-aviso.

 

Sábado no i



publicado por Bernardo Pires de Lima às 10:12 | link do post

Segunda-feira, 5 de Outubro de 2009

Qual será a relação entre a campanha para as autárquicas e as comemorações da implantação da República? Porque é que será que o símbolo máximo da República confunde o inconfundível ?



publicado por Pedro Marques Lopes às 13:19 | link do post | comentar

Domingo, 4 de Outubro de 2009

Napoleão definia o ódio político como uma espécie de lente através da qual se vêem os indivíduos, as opiniões e os sentimentos com os cristais da sua própria paixão. Dizia ainda que um verdadeiro homem de Estado deve cuidar para que a lente da política não lhe amplie ou reduza demasiado os objectos.

 

no DN de hoje



publicado por Pedro Marques Lopes às 17:46 | link do post | comentar

 

 

Quando as editoras tugas gostavam de criatividade e o Jay Jay (Da Weasel) tocava baixo como ninguém.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 12:52 | link do post

Sábado, 3 de Outubro de 2009

 

Guitarra 66 (2009)

Tó Trips



publicado por Bernardo Pires de Lima às 14:02 | link do post

Sexta-feira, 2 de Outubro de 2009

O que mais me irrita em gente muito séria, muito de direita, muito corajosa, muito descomprometida, muito rigorosa e que não anseia por festinhas de ninguém é a incapacidade de perceber que há meia dúzia de cidadãos que não tem problemas em pensar pela sua cabeça.

A verdade verdadeira é que, de facto, não me irritam: divertem-me.



publicado por Pedro Marques Lopes às 17:47 | link do post | comentar

Depois de "Júlio Isidro da blogosfera", "José Manuel Fernandes da XI legislatura". Para mim - e sei que para muitos, muitos mais - é apenas e só Paulo Pinto Mascarenhas. Um grande homem e um grande amigo.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 16:30 | link do post

Termos como conflito ou cooperação institucional são ocos de conteúdo político. Quando um Presidente da República, por exemplo, promulga ou veta um diploma não está nem a cooperar nem a conflituar com o Governo ou Assembleia da República, está sim a cumprir as suas funções de forma regular.

Ver um consenso entre órgãos de soberania como cooperação ou uma discordância como conflito é subverter a própria essência da separação de poderes e os seus “checks and balances”. 

A conversa gasta de que é necessária uma cooperação institucional especial em função de um momento particularmente grave, mais não é que um apelo a que se fuja do compromisso estabelecido entre eleitores e eleitos para cumprir um dado programa.

Estamos em face de algo completamente distinto quando um titular de um órgão de soberania se afasta do seu mandato para fazer “interpretações pessoais” sobre questiúnculas políticas que em nada estão relacionadas com as suas funções ou com o regular funcionamento das instituições democráticas, quando insinua comportamentos menos próprios de outros órgãos sem os conseguir fundamentar, quando se dirige ao país para falar sobre problemas do seu computador pessoal.

Neste caso, já não se está, claramente, no campo da política – a nobre, a que interessa - e não faz sentido falar de instituições, de cooperação ou conflito.

 

No Diário Económico de hoje

 



publicado por Pedro Marques Lopes às 13:15 | link do post | comentar

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