Sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

Agradeço ao Paulo Bento ter ficado quatro anos seguidos à frente do Benfica.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 13:02 | link do post

Quinta-feira, 5 de Novembro de 2009

Que eu goste mais do Jaime Gama do que da esmagadora maioria dos gajos de direita.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 21:09 | link do post

Ver Luís Amado no partido socialista, sabendo que no fundo no fundo ele é capaz de ser mais conservador do que eu.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 21:06 | link do post

Ter que concordar com Pacheco Pereira e Sócrates ao mesmo tempo quando só me apetecia concordar com quem está contra Pacheco.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 21:00 | link do post

Constato, com extraordinária alegria, que o dr. Filipe Nunes Vicente é espectador do Eixo do Mal. Espero, como sempre, pelo sr. dr. por volta da meia-noite de amanhã.

Como é um evidente apreciador das minhas participações posso lhe fazer chegar uma fotografia minha, autografada e tudo.

 

O “só neste país” não faz parte das minhas frases costumeiras, mas quem sou eu para refutar um tão fino analista do léxico dos motoristas de carros de praça.



publicado por Pedro Marques Lopes às 16:59 | link do post | comentar

O facto do programa do Governo replicar, praticamente, o programa eleitoral do Partido Socialista é uma boa notícia. Foi esse o programa que a maior parte dos portugueses  aprovou e não seria democraticamente aceitável que as grandes linhas fossem mudadas.

Convém lembrar que, na ronda de audiências com os outros partidos com representação parlamentar, nenhum partido mostrou vontade de coordenar propostas ou fazer alianças. Assim tendo sido, não existiria razão para vermos qualquer falta de sintonia entre os dois documentos.

Ainda não é nesta altura que podemos saber se o Governo irá mostrar vontade de adaptar ou, mesmo, modificar as suas propostas. Só com os primeiros dossiers importantes poderemos começar a avaliar se o Governo entendeu o carácter especial do mandato que obteve dos portugueses.  No fundo, se o apreende como um apelo à negociação e à concertação de políticas com as oposições, ou se pensa que ainda governa em maioria absoluta.

Já falta pouco para sabermos se o Governo entende o seu mandato e quer, de facto, governar ou se se prepara tão somente em preparar as próximas legislativas, sejam elas quando forem.

 

No DN de ontem



publicado por Pedro Marques Lopes às 16:08 | link do post | comentar

Quando chegou ao poder, Angela Merkel deslocou-se a Washington e em plena Casa Branca não teve receios em criticar os EUA. Na altura, lembro-me de ter escrito que só alguém profundamente atlantista podia ter uma atitude daquelas e merecer o respeito da Administração. Há dias, Merkel regressou a Washington após a sua reeleição. No Congresso, agradeceu o apoio e a amizade dos norte-americanos aquando da queda do Muro e do processo de reunificação. Foi longamente ovacionada de pé.

Merkel assumiu desde início um rumo externo claro: interessam mais as alianças efectivas do que as afectivas. Em boa verdade, Obama não anda muito longe deste raciocínio. Deve ser por isso que estão condenados a trabalhar juntos.

 

Ps. Enquanto Merkel esteve em Washington, David Miliband voou para Moscovo. Quando se quer muito um cargo fazem-se as milhas que forem precisas para o conseguir.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 10:19 | link do post

Quarta-feira, 4 de Novembro de 2009

Ser oráculo do regime aos 30 anos é como imaginar o Medina Carreira animado com o futuro: uma simples e óbvia impossibilidade.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 21:26 | link do post

 

 

 



publicado por Bernardo Pires de Lima às 21:01 | link do post

Hoje às 23.30, na Renascença, vou estar com o Tiago Moreira de Sá a analisar o eleito de há um ano atrás na maior potência da história. O debate foi bem menos politicamente correcto que estas curtas declarações.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 19:49 | link do post



publicado por Pedro Marques Lopes às 17:16 | link do post | comentar

 

Um super-homem para uns, uma entidade quase divina para outros. Houve quem lhe chamasse “socialista”, o que traduzido em português dá qualquer coisa como um apparatchik de Estaline. Mas afinal quem elegeram os norte-americanos a 4 de Novembro de 2008?
 
Este ano ajudou-nos a perceber alguma coisa sobre Barack Obama, embora nem sempre o início de mandato seja um espelho dos consulados: basta lembrar George W. Bush até ao 11 de Setembro e depois dos ataques. Antes de mais, Obama é um político global, o que deriva da condição líder dos EUA no sistema internacional. Assumido o papel, fica-se refém da dimensão dos desafios: a crise económica, duas guerras em simultâneo, o descontrolo da proliferação nuclear, a promoção de laços diplomáticos em todas as regiões. Ambição não lhe falta, o fardo é que pode ser demasiado pesado.
 
Além desta dimensão global, há mais duas que merecem atenção. Por um lado, a nível interno, a sua popularidade no final deste primeiro semestre não é superior a Bush, e fica mesmo atrás de Bush pai, Reagan e Carter (Gallup). Das duas uma: ou os EUA são demasiado exigentes com a liderança, ou o resto do mundo habituou-se à morfina. Por outro lado, a indefinição em volta do Afeganistão, da Coreia do Norte, do Irão ou de Israel distinguiu-se da vontade com que enfrentou o Congresso na reforma da saúde e na injecção de milhões na economia. Esperemos que esta variação seja excepção e que Carter não venha a substituir Obama depois de Barack.
 
Hoje no i.


publicado por Bernardo Pires de Lima às 14:45 | link do post

A gente que dizia que não se devia perder tempo com assuntos “não prioritários” como o casamento entre pessoas do mesmo sexo é a mesma que agora quer um referendo sobre o tema.



publicado por Pedro Marques Lopes às 12:12 | link do post | comentar

Contou-me pessoa amiga e absolutamente por dentro do que se tem passado no Museu Paula Rego que Dalila Rodrigues foi mais uma vez "encostada" das suas funções por uma gula de protagonismo entre umas poucas pessoas sem qualquer dimensão profissional. Já percebemos que Paula Rego pouco manda. Que Capucho pouco manda. Que Dalila não podia mandar. Porque quando manda, a obra lá nasce. Talvez o ministério da cultura não lhe fique mal entregue daqui a uns anos.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 10:46 | link do post

Segunda-feira, 2 de Novembro de 2009

Quando o Sporting foi campeão com Inácio, assisti a dois episódios inesquecíveis. O primeiro foi na bancada de Vidal Pinheiro (conhecido como quintal pinheiro), a poucos minutos do final. Eu estava imediatamente atrás do nosso banco de suplentes e um jogador saltava em cima do banco como se não houvesse amanhã. Entoava os cânticos connosco, até nos dar a sua camisola durante a festa final. Esse jogador não era das escolas, deve ter visto o Sporting pela televisão umas três vezes na vida, mas nunca mais me saiu da memória. Era italiano - o único italiano campeão - e chamava-se Ivone De Franceschi. Conclusão: ser da cantera nem sempre é sinal de amor ao clube e alto profissionalismo. Ivone esteve apenas alguns meses em Alvalade e deu tudo o que tinha em todos os jogos. Foi um grande campeão. Quando regressou a Alvalade com a camisola do Chievo, há uns verões atrás, foi longamente ovacionado de pé.

O segundo episódio é com o mesmo jogador. Chamado à SAD, já depois de terminado o campeonato, saiu em lágrimas do estádio. Tinha sido dispensado, ou melhor, o clube não tinha accionado a cláusula de opção, julgo eu. Para um sócio de coração, não de carteira, o que interessa é apenas isto: é indiferente se vem de Alcochete e é um "activo" para vender no futuro; o relevante é que tenha ganas de vestir a camisola e ganhar coisas. Aqui.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 21:24 | link do post

Qualquer sportinguista com o mínimo de memória e calo de bancada já assistiu a fases tão ou mais graves do que a actual. Não vale sequer a pena estar aqui a relembrar figurinhas patéticas que já vestiram aquela mágica camisola. Em termos comparativos, já tivémos piores equipas, piores jogadores, pior treinador, piores dirigentes e um pior estádio. Já assisti a momentos de violência mil vezes mais graves do que o que terá acontecido ontem, seja em Alvalade, Antas, Guimarães, Faro, Coimbra, Bessa ou na sempre complicada visita à Amadora. Quem passou os últimos quinze anos, só para não ir mais longe, atrás daquela equipa, sabe do que falo. O que não é possível continuar a assistir é a três coisas simples, essas sim, injustificavéis perante o quadro experiente de dirigentes que hoje temos. Primeiro, a um director desportivo que nunca dá a cara e que nunca foi amado em nenhuma curva de Alvalade. Segundo, um plantel para quatro competições simultâneas, assente em crianças e bebés. Terceiro, um aparente receio do que o Benfica faz desde Agosto. Se não aguentam isto nem resolvem o óbvio, não estão lá a fazer nada. Isto não é para todos.  



publicado por Bernardo Pires de Lima às 21:06 | link do post

Esta coisa de três "figuras" do PSD virem em simultâneo apoiar a descida à terra do Professor Marcelo, podia ter sido feita com mais, digamos, subtileza. Desde logo, escolher José Luís Arnaut para protagonizar esse momento só pode ser piada. Sobre isto, nem preciso de me alongar. Depois, ver Alexandre Relvas fazer este papel (perfeitamente legítimo, não está em causa) após o Instituto e as boas equipas que dirigiu terem sido absolutamente desprezadas pela direcção de Ferreira Leite, faz-me pensar porque se sujeitam as pessoas a isto. Por fim, ver Paulo Rangel entrar neste filme numa entrevista televisiva, em vez de aproveitar a oportunidade para apresentar ideias inteligentes (tenho a certeza que as tem) pareceu-me errado. Sempre julguei que a experiência de vida podia significar algum tacto político. Afinal, não.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 20:52 | link do post

The state of Hamas.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 14:20 | link do post

Domingo, 1 de Novembro de 2009

 

Para quem é apaixonado pela rádio, é impossível não falar do Sérgio. A rádio que me habituei a ouvir desde miúdo é a rádio feita por ele. A música posta por ele. A voz dele. Obrigado.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 13:32 | link do post

Há uns anos, durante o Verão, correu um boato nas praias algarvias que dizia que se estaria a aproximar uma onda gigante. Alguma gente correu para locais elevados para ficar a salvo deste desarranjo da natureza. Não houve onda gigante nenhuma, como é do conhecimento geral.

 

Dn de hoje



publicado por Pedro Marques Lopes às 12:47 | link do post | comentar

 

 

 

Quando o Super Bock era à borla e mesmo assim  vinham os Prodigy (ainda desconhecidos) e o Bowie. Acho que ao fim da tarde tocaram Flood, Primitive Reason e Paradise Lost. Good old 90's.

 



publicado por Bernardo Pires de Lima às 12:24 | link do post

Bernardo Pires de Lima

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