Quarta-feira, 20 de Janeiro de 2010

“As pessoas que não conseguem autonomizar-se do Estado confirmam o sistema, consumam o sistema, fazem o sistema, são o sistema”

 

Vaclav Havel (citado por Victor Sebestyen na “Revolução 1989, A Queda do Império Soviético)

 



publicado por Pedro Marques Lopes às 18:32 | link do post | comentar

O Filipe Nunes Vicente vive obcecado comigo. É uma situação injusta: ele acha-me digno de toda a atenção, eu acho que ele não merece que se perca tempo com ele. Mas o cuidado que ele tem comigo, o tempo que – e muito bem – investe em ler-me, ouvir-me e ver-me, merece ao menos uns segundinhos de atenção.

Pronto Filipe, vou-lhe dar uma colherzinha de chá, um pequeno autógrafo para poder pôr no livrinho onde guarda as lembranças dos seus heróis. Estime-o bem porque me parece que não vou ter mais tempo nem paciência para que lhe dê outro.

O Filipe acha que o que aqui escrevi é basicamente igual ao que o Miguel Sousa Tavares escreveu na “Bola”. Existem, de facto, várias coincidências.

Não faço ideia das preferências clubisticas do Filipe mas parece-me claro que não serão as minhas. Se fossem, ele sabia que há imensos portistas a dizerem exactamente a mesma coisa.  Não valeria a pena referir as diferenças entre o que eu escrevi e o que o MST escreveu mas hoje estou bem disposto – o Filipe diverte-me.  Não encontrei no texto do MST referências ao Alonso ou ao Mossoró, ele acha que o C. Rodriguez já não interessa, eu acho que há jogadores que ele quer regressados que não interessam. Enfim. O Sérgio Oliveira? A compra do Ruben Micael? Correr com grande parte dos sul-americanos? O meu filho mais novo acha exactamente o mesmo.

Mas isso ao Filipe não interessa nada, o amor que me dedica cega-o. Não chegava a política, as minhas expressões  - que ele bebe como do mais precioso licor se tratasse - , as minhas opiniões sobre tudo e mais alguma coisa, chegou agora a vez de controlar os meus comentários sobre futebol.

Mas no melhor pano cai a nódoa. Imagine-se que apesar do Filipe estar interessadíssimo em tudo aquilo que eu faço, falta-lhe saber que eu faço um comentário semanal sobre futebol neste espaço onde já repeti várias vezes o que escrevi no post de que, de facto, fala. Grande azar.

Confesso, fiquei triste com o Filipe. É uma falha grave. Tanto amor, tanta dedicação, merecia um bocadinho de mais atenção – até rimei, o Filipe inspira-me.

Vá lá, toca a pôr o link para que não perca também as minhas opiniões sobre futebol.



publicado por Pedro Marques Lopes às 12:43 | link do post | comentar

Terça-feira, 19 de Janeiro de 2010

Da mensagem que envio para todos os meus camaradas do Cosmos - o nosso clube de amigos onde também se joga futebol -, só a do Filipe vem devolvida.

Undeliverable mail, diz o meu computador. A máquina manda-me verificar o endereço do destinatário e contactar o administrador do sistema.

 

Não conheço o administrador do sistema. Dizem-me que anda por aí mas nunca dei por ele.

Se alguém tiver contacto privilegiado com o personagem pergunte-lhe com que direito apagou a caixa de correio do nosso ponta de lança. Que espécie de imbecil faz “delete” a uma caixa que respondia sempre com alegria, companheirismo, e um entusiasmo e um amor pela vida ainda maior do que a habilidade com que passava pelos defesas adversários.

 

Dizem-me que este administrador sabe o que faz; que tem desígnios insondáveis; que fecha esta caixa mas que abre uma melhor num sitio qualquer. E nós, hum? Ficamos aqui sem ele, é? Era para ele que queríamos lançar a bola para que marcasse o golo. Era para ele que queríamos olhar quando o cansaço chegasse, para lhe pudéssemos arrancar um bocado da vontade de vencer que ele tinha para dar e vender. Era com ele que queríamos ir beber um copo para celebrar, não as alegrias das vitórias ou afogar as tristezas das derrotas, mas tão só o facto de sermos amigos e de sabermos que nada era mais importante que isso.

 

É poderoso, este cínico administrador. Cínico e batoteiro. Só com muita batota, todos os árbitros do mundo comprados e contra dois milhões de defesas caceteiros ele conseguia fechar a caixa do Filipe. E mesmo assim viu-se grego para o derrotar.

A nós, o sacana, não ganhou. Para nós ele vai lá estar sempre em campo à espera dum cruzamento, dum passe em profundidade. Nós vamos sempre ouvi-lo a gritar: “passa, passa”, “abre os olhos”, “dá que eu marco”. Quando ganharmos vai ser ele que nos conduz os pontapés ou as cabeçadas que nos deram os golos. Quando perdermos é dele que nos vamos lembrar pelo mau feitio com que não aceitava as derrotas. Quem estiver no banco de suplentes vai-se lembrar do suplício que era ter de o ouvir, de trinta em trinta segundos, a dizer ao treinador:”estou pronto, estou pronto, mete-me que eu resolvo esta porcaria.”

Nos nossos jantares estará sempre a sua cadeira – onde conseguia por pouco tempo estar sentado – donde fará a equipa ideal, a que ganhará todos os jogos e na qual, claro está, não faltará o grande Filipe.



publicado por Pedro Marques Lopes às 19:56 | link do post | comentar

 

Só falta trazer de volta o Ukra e o Castro; comprar o Rodriguez, o Alonso e o Mossoró; pôr o Sérgio Oliveira sempre nos convocados; apostar no André Coelho ; recuperar  o Cristian Rodriguez e correr com os Marianos, Guarins, Prediguers, Valeris, Farias, Costas e companhia limitada.



publicado por Pedro Marques Lopes às 16:55 | link do post | comentar

Vou tentar ser meigo. Aquela palhaçada que aconteceu em Alvalade no Sábado - e que aliás já tinha acontecido quando Cristiano Ronaldo nos veio tirar 3 pontos e uns milhares num jogo da Champions ou quando perdemos a final da Uefa em casa e se resolveu aplaudir de pé os russos - tem de acabar: palminhas a gajos que dão tudo para nos derrotar e ainda por cima nos passam a perna indo para Norte, deviam merecer qualquer coisa mas não palmas. Há uma mentalidade em Alvalade que às vezes me faz pensar se tenho alguma coisa a ver com este clube. Uma mentalidade frouxa, cavalheiresca, bajuladora de traidores, reveladora de fraca memória e pouco amor próprio. O futebol não é isto. E se for, não contem mais comigo.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 13:12 | link do post

Segunda-feira, 18 de Janeiro de 2010

O Voyerismo da Tragédia (Francisco José Viegas)

 

Notas Haitianas (Eduardo Pitta)



publicado por Bernardo Pires de Lima às 13:11 | link do post

Domingo, 17 de Janeiro de 2010

 

 



publicado por Bernardo Pires de Lima às 12:47 | link do post

Sábado, 16 de Janeiro de 2010

Como ninguém acredita que um assessor do Presidente da República - especialmente Fernando Lima - escreva para um jornal sem a aprovação prévia de Cavaco Silva, é fácil concluir que este está interessado em que se volte a falar do assunto.

O Presidente lá terá as suas razões. Será que ainda quer embaraçar mais os jornalistas do Público? Será que não gostou da sua recuperação em popularidade? Acho que ninguém sabe, mas que é estranho é.



publicado por Pedro Marques Lopes às 19:13 | link do post | comentar

 

Ponto prévio ao meu argumento: a tentativa de racionalizar o ocaso do Haiti não pretende ofuscar o sofrimento gritante do seu povo nem culpabilizar quem quer que seja, é tão só mais um ângulo de análise possível ao que aconteceu, uma catástrofe natural não exclusiva das Caraíbas nem tão pouco incomum nos últimos anos. O Paquistão, o Afeganistão, a China ou o Irão sofreram com estas calamidades, tendo a “comunidade internacional” dado alguns sinais merecedores desse tão badalado título. É, reconheça-se, também o que estão a fazer no Haiti.
 

O meu ponto salienta,contudo, o facto de o maior número de mortos resultantes de sismos se darem precisamente em Estados onde é evidente o desordenamento do território, a fraqueza de um municipalismo responsável, a falta de coordenação entre o poder central (onde está ele no Haiti?) e local, a descredibilização da engenharia associada à densa construção e ao selvagem povoamento, além das fragilidades do território e populações estarem, de uma forma geral, associadas a um nulo desenvolvimento económico (Paquistão, Afeganistão, Haiti) ou a um desigual investimento regional (China, Irão). Ou seja, a contrario sensu, se estas características são tendencialmente adoptadas em regimes democráticos, alguns deles também vítimas de sismos mas com um número diminuto de vítimas, então o tipo de regime político é ou não relevante quando queremos responder no futuro a tragédias como a do Haiti? É que estas, infelizmente, não vão ficar por aqui.

 

Hoje no i



publicado por Bernardo Pires de Lima às 18:01 | link do post

 

Bitte Orca (2009)

Dirty Projectors



publicado por Bernardo Pires de Lima às 11:44 | link do post

Sexta-feira, 15 de Janeiro de 2010

Deve haver diversas palavras-chave para nos safar de situações um pouco por este mundo fora. Uma pessoa vai à Geórgia, diz "USA" e deve ter logo a melhor mesa no melhor restaurante. Um tipo vai a Madrid, diz "Mendonça" e tem logo viagem paga para a Fonte da Telha. Um jovem vai a Belém, diz "gosto é de gajas" e é logo recebido pelo Professor Cavaco. Mas a palavra-chave mais importante é sem dúvida "Manuel José". Experimentem dizer isto no Cairo e vão ver como se dá a volta ao Egipto de táxi por um euro.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 18:10 | link do post

A página 7 do Inimigo Público de hoje é a razão de ser deste blog.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 12:01 | link do post

"A censura é necessária para guiar a opinião pública quando a China está num estádio crucial de reforma e desenvolvimento". Eis a justificação de Pequim sobre o caso Google.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 11:05 | link do post

Medina Carreira: o 8º da fila de cima a contar da canhota

 

Então não é que os indivíduos que arduamente gravitam neste blog vão estar no Mundo das Mulheres, que passa, como não podia deixar de ser, na SIC Mulher, hoje às 19h? É verdade, quem diria. Eu queria falar das malas Louis Vuitton (que já estão na lama da política ou, segundo Medina Carreira, nessa "grande porcaria") e o Pedro já me confidenciou que queria mostrar os últimos cremes que comprou na Sephora, mas não nos deixaram. Por isso, vamos tentar malhar forte e feio no estado actual do país que, ainda segundo Medina Carreira, e cito, "é uma santola que vai andando até que alguém lhe corte a casca".



publicado por Bernardo Pires de Lima às 10:15 | link do post

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades ou os inimigos dos meus inimigos meus amigos são.

 



publicado por Pedro Marques Lopes às 03:30 | link do post | comentar

Quinta-feira, 14 de Janeiro de 2010

“Não questiono os problemas de tesouraria e de falta liquidez das empresas portuguesas, sobretudo PME's. Mas alguém de bom senso acha que as empresas não investem por causa do prazo de devolução de IVA, da taxa social única e da carga "fiscal elevada"? Será assim tão difícil de entender que quando falamos de decisões de investimento essas variáveis têm pouco ou nenhum impacto?”

 

João, qualquer individuo que queira investir numa qualquer actividade e não tenha em conta os custos objectivos que são a devolução do IVA, a taxa social única (abstenho-me de explicar porque é que são custos objectivos) e a parte que vai ter de dar ao “sócio” Estado não é um empresário, é um inconsciente.

Será que é muito difícil entender que um empresário investe sempre em função do possível retorno e que quanto menor for esse retorno menos apetência terá para investir.

 



publicado por Pedro Marques Lopes às 12:20 | link do post | comentar

Quarta-feira, 13 de Janeiro de 2010

Querem ver que a Linda de Suza tem voz grossa e comenta bola no Eurosport?



publicado por Bernardo Pires de Lima às 16:13 | link do post

Perguntar não ofende: o projecto Mudar (ou Change, se quisermos apostar na internacionalização) de Pedro Passos Coelho vai basear-se em ideias substancialmente inovadoras na política portuguesa ou vai - como da outra vez - ficar refém das particularidades que as directas, de uma forma geral, e no PSD dos autarcas, em particular, acabarão por trazer ao de cima?  



publicado por Bernardo Pires de Lima às 16:04 | link do post

Depois do importante apoio de Luís Filipe Menezes e com o bom trabalho que tem levado a cabo na Assembleia da República, parece claro que já há outro candidato à liderança do PSD: José Pedro Aguiar Branco.

Não há dúvida que é um excelente candidato.



publicado por Pedro Marques Lopes às 00:17 | link do post | comentar

Terça-feira, 12 de Janeiro de 2010

Não deixa de ser curioso que a mulher do jordano que se suicidou matando sete agentes da CIA no Afeganistão, há coisa de duas semanas, tenha escrito um livro com o título Bin Laden: Che Guevara of the East. Mas há mais umas curiosidades. Para além de ela ser jornalista na Turquia, tradutora, publicar com frequência, ter conhecido o marido num chat da internet, vangloriou o seu "feito" na esperança de o ver subir a mártir. Este, conseguiu ser um agente dos serviços secretos jordanos a trabalhar com a CIA. Deu no que deu.  

Esta história prova, tal com outras - lembro só a do nigeriano filho de um banqueiro que se preparava para rebentar com o avião à chegada a Detroit - que pobreza e terrorismo não estão necessariamente ligados. Além disso, mostra como pode chegar - mais uma vez não são caso único - a sua integração nas sociedades ocidentais sem que ninguém se aperceba dos seus propósitos. Estarão sempre um passo à nossa frente.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 23:30 | link do post

Generation X: The Empowerment of the Youth in the Gulf (Wessam Sherif and Paula Mejia)

 

The Commander of the Basij (Najah Mohamed Ali)

 

 

 



publicado por Bernardo Pires de Lima às 19:24 | link do post

Segunda-feira, 11 de Janeiro de 2010

 

In the last four months almost 400 people were killed in Baghdad as a result of terrorist bombings. The three major attacks were not only methodologically similar, but they all focused on political targets, mainly governmental institutions under Iraqi leadership. These attacks remind us that the Iraqi state is still a work in progress for the international community and for the Iraqi authorities. It also highlights the necessity of allotting more attention to the country by the Obama Administration.

 

Excerto de um artigo publicado na Majalla Magazine desta semana.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 23:06 | link do post



publicado por Pedro Marques Lopes às 21:30 | link do post | comentar

É um prazer ouvir e ler o Rui Ramos mesmo quando não se concorda com ele.

O Expresso, que recentemente o contratou, acertou na mouche.

É bom saber que na minha área ideológica há pessoas com a solidez ética e a dimensão intelectual dele.

 

 

 



publicado por Pedro Marques Lopes às 20:24 | link do post | comentar

O acordo entre os sindicatos dos professores e o Governo é bem o espelho do que tem sido a governação socialista: entradas de leão e saídas de sendeiro.

 



publicado por Pedro Marques Lopes às 13:26 | link do post | comentar

Domingo, 10 de Janeiro de 2010

José Sócrates prepara-se para apoiar a candidatura de Manuel Alegre à Presidência da República. De uma penada, torna sólida a candidatura a Belém de alguém que foi um dos principais opositores à sua governação e, através desse patrocínio, faz com que a muito difícil reeleição de Cavaco Silva seja possível.

 

Dn de hoje



publicado por Pedro Marques Lopes às 13:26 | link do post | comentar

 

 



publicado por Bernardo Pires de Lima às 11:40 | link do post

Sábado, 9 de Janeiro de 2010

 

The XX (2009)

 The XX



publicado por Bernardo Pires de Lima às 10:28 | link do post

Sexta-feira, 8 de Janeiro de 2010

 

A quatro meses das eleições, Gordon Brown volta a ser alvo de um ataque no interior do seu partido. Desta vez – e depois de meses a ferver em lume brando gerindo casos pouco dignos protagonizados por membros do governo e da sua bancada –, dois ex-ministros com história no New Labour (Geoff Hoon e Patricia Hewitt) vieram a público sugerir uma votação secreta na bancada parlamentar sobre a continuidade de Brown nesta recta final. Ou seja, o atestado de menoridade a Brown, passado há muito no seu partido, carece de assinaturas para se tornar vinculativo. Por outro lado, a recusa da maioria trabalhista de ceder à tentação, mostra, apesar de tudo, que o sinal político a levar às legislativas continua a ser só um: Brown é o Primeiro-ministro de que a Grã-Bretanha precisa. Será?
 
Aceitar a proposta de substituição – provavelmente por David Miliband – seria dizer ao eleitorado que os anos de Brown foram um desperdício, um acumular de erros, a demonstração da incapacidade de superação das propostas conservadoras. Para os eleitores, sobretudo os que mais sofrem com a crise, esta mensagem seria um passo para não insistir no voto ao projecto trabalhista.
 
Chegar à meta eleitoral com um rosto da renovação validaria parte das mais-valias dos conservadores: a liderança jovem de Cameron e Osborne. Só que estes têm um trabalho de casa com mais de quatro anos e uma aprovação nas sondagens praticamente ininterrupta. Neste caso, como em muitos outros na política, a escolha trabalhista seria sempre entre males menores. Já não vale a pena fugir ao óbvio.
 
Hoje no i


publicado por Bernardo Pires de Lima às 19:33 | link do post

Quinta-feira, 7 de Janeiro de 2010

Com esta história do pacto para quatro anos parece que estamos todos conversados sobre as conversetas da treta sobre os eventuais interessados num bloco central.

A propósito, recordo-me da argumentação do presidente da república para vetar, salvo erro, a lei da concentração dos meios de comunicação social.

Dizia Cavaco Silva que como estávamos muito próximos de um acto eleitoral não era prudente legislar sobre tão importante matéria.

Imediatamente, a direcção do PSD correu a saudar tão sábio parecer. Agora, a já demissionária direcção social-democrata, acha perfeitamente normal negociar um pacto que compromete a próxima liderança a eleger nas próximas semanas.

Já não há palavras para tanta patetice.



publicado por Pedro Marques Lopes às 17:39 | link do post | comentar

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