Terça-feira, 16 de Fevereiro de 2010

A nomeação de João Vale de Almeida para Embaixador da UE em Washington é um bom exemplo não só da qualidade dos nossos diplomatas, como da percepção presente na Comissão Barroso da importância das relações com os EUA. João Vale de Almeida foi chefe de gabinete de Barroso e era actualmente director-geral das relações externas da União. O presidente da Comissão mostra, desta forma, que não está na disposição de deixar para outros a linha directa de contacto entre Bruxelas e Washington. E faz bem.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 22:11 | link do post

Segunda-feira, 15 de Fevereiro de 2010

A primeira característica de um homem de Direita é subscrever os Dogmas da Igreja Católica. (aqui)

 



publicado por Bernardo Pires de Lima às 22:24 | link do post

Domingo, 14 de Fevereiro de 2010

 

 



publicado por Bernardo Pires de Lima às 12:31 | link do post

Sábado, 13 de Fevereiro de 2010

 

The Man Comes Around (2002)

Johnny Cash

 



publicado por Bernardo Pires de Lima às 12:25 | link do post

Sexta-feira, 12 de Fevereiro de 2010

António Capucho, o conselheiro de Estado que é presidente da Câmara de Cascais, tem vindo a ser desafiado para se candidatar a líder do PSD - mas só a líder, soube o i. A ideia do grupo que o anda a pressionar é que Capucho seja apenas líder do partido, para que, no dia em que o PSD vencesse as eleições e formasse governo, o primeiro-ministro se pudesse chamar Marcelo Rebelo de Sousa.  (i)
 

 



publicado por Bernardo Pires de Lima às 20:43 | link do post

Quinta-feira, 11 de Fevereiro de 2010

A táctica de arrumar toda a gente que não concorda connosco na trincheira do inimigo é mais velha que a Sé de Braga. Tem sempre os mesmos objectivos: condicionar a opinião ou fazer crer que quem pensa de forma diferente de nós é, no fundo, um agente dos outros. Na melhor das hipóteses, revela alguém que vê o mundo apenas a preto e branco. Na pior, revela um manipulador de carácter duvidoso.

Quem diz que eu sou leal a isto ou aquilo sem saber o que eu de facto penso ,baseado numa questão pontual, é parvo. Quem o diz, sabendo o que eu penso, é um desonesto.

 



publicado por Pedro Marques Lopes às 19:48 | link do post | comentar



publicado por Pedro Marques Lopes às 18:34 | link do post | comentar

Cumprem-se hoje 31 anos do nascimento da República Islâmica do Irão. Feita contra a ocidentalização que diziam sofrer - "uma praga que devia ser eliminada" - e em nome da pureza ideológica islâmica, emergiu a teocracia que conhecemos. Este dia vem sendo celebrado nas ruas de Teerão com slogans anti-ocidentais. Hoje, muitos milhares estão nessas mesmas ruas insurgindo-se contra as elites teocráticas que apoiam um presidente que não legitimam. A divisão continua clara: a defesa das liberdades individuais (ocidentais ou universais?) e os herdeiros directos da teocracia islâmica.

Ao contrário do que acalentou o aiatola Khomeini, esta "geração verde" cresceu próxima do Ocidente: nos hábitos de consumo, no uso voraz da internet e dos telemóveis, na atenção ao mundo, fruto da sua educação académica. Quando as elites no poder apertaram o cerco às manifestações perceberam por onde teriam de ir: bloqueando as tecnologias de informação, provocando o medo nas ruas com as suas brigadas à paisana, prendendo sem critério, apontando o dedo ao exterior e fechando-se em volta da sua revolução. Isto deixou de ser respirável a quem é sensível às liberdades. Assim está o Irão, 31 anos depois da Revolução Islâmica. Aqui, sim, a liberdade de expressão é um bem ameaçado e o estado de direito parece próximo da ficção.

 

Hoje no i



publicado por Bernardo Pires de Lima às 17:23 | link do post

Não sei a que propósito este blog vem incluído no pacote da "lealdade". A minha posição está bem clara aqui. Este blog não é nenhum colectivo. Cada um fala por si e assume o que escreve. 



publicado por Bernardo Pires de Lima às 10:09 | link do post

Quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2010

Quando alguém com responsabilidades públicas chama aldrabão a um primeiro-ministro num programa de televisão em horário nobre, está visto como está ameaçada a liberdade de expressão em Portugal.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 22:04 | link do post

Quer-me cá parecer que os telefones, na zona de Belém, vão estar muito activos esta noite.



publicado por Pedro Marques Lopes às 18:37 | link do post | comentar

O que seria de nós sem o PSD.



publicado por Pedro Marques Lopes às 18:17 | link do post | comentar

Já há dois bons candidatos à presidência do PSD. Será que vamos ter um terceiro?

 



publicado por Pedro Marques Lopes às 15:43 | link do post | comentar

Longe disso, caro Francisco. A minha intenção não era, nem pouco mais ou menos, essa. A questão é que eu não penso que exista um problema de liberdade de expressão, nem de liberdade de imprensa, assim sendo parecem-me espúrias manifestações para defender direitos que não estão em risco. Porém, muitos dos direitos que estão no artigo que cito estão em risco e podia referir muitos outros. Tão simples como isto.



publicado por Pedro Marques Lopes às 12:31 | link do post | comentar

Terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010

Mas se a liberdade de expressão está, de facto, em causa, não se percebe porque é que a Oposição, nomeadamente, o PSD do dr. Rangel, não tira daí as devidas consequências e apresenta uma moção de censura na Assembleia da República.

 

Constança Cunha e Sá (A Torto e a Direito)



publicado por Bernardo Pires de Lima às 23:57 | link do post



publicado por Pedro Marques Lopes às 23:42 | link do post | comentar



publicado por Bernardo Pires de Lima às 23:38 | link do post



publicado por Pedro Marques Lopes às 23:28 | link do post | comentar

Fiquei hoje finalmente a perceber os termos e os modos com que se faz o debate político no Portugal amordaçado. Já não se pode pensar pela própria cabeça. Não. Isso é monopólio apenas de alguns. Todos os que não vão à bola com os termos em que um certo método foi proposto são imediatamente considerados como... isso: fazer o jogo do governo. Segundo, nesta lógica do ou estás connosco ou contra nós, deixamos o campo do razoável: entrámos na futebolização do debate. Só mesmo possível nesse grande espaço amordaçado que é a blogosfera portuguesa. 



publicado por Bernardo Pires de Lima às 23:18 | link do post

Artigo 26.º
Outros direitos pessoais

 1. A todos são reconhecidos os direitos à identidade pessoal, ao desenvolvimento da personalidade, à capacidade civil, à cidadania, ao bom nome e reputação, à imagem, à palavra, à reserva da intimidade da vida privada e familiar e à protecção legal contra quaisquer formas de discriminação.

 

Será que na manif também dá para arranjar umas palavritas de ordem acerca destes direititos ou não há problema com eles?



publicado por Pedro Marques Lopes às 17:20 | link do post | comentar

Os freedom fighters quando chegarem ao poder privatizarão a RTP e abdicarão de toda e qualquer participação do Estado em empresas de comunicação, ou nem por isso?



publicado por Bernardo Pires de Lima às 15:49 | link do post

Dizem-me que o branco está associado à virgindade. À pureza. Aos anjos. E quem sou eu para duvidar.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 15:43 | link do post

Alianças adquiridas e Uma nova parceria transatlântica. Só tirava os pontos de exclamação do primeiro texto.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 10:34 | link do post

Segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010

Os jogadores do Benfica tornaram-se um exemplo de boa educação, de auto-controlo e de pacifismo. São já um exemplo para toda a Europa. Houve mesmo um jornal inglês que afirmou: a "Inglaterra deu o ‘greenpeace' ao mundo; e o Benfica deu o ‘redpeace'". Contaram-me que nas paredes do balneário, há cartazes do Dalai Lama por todo o lado. O presidente do Benfica estará a pensar convidá-lo para assistir ao jogo do título, para o apresentar como a grande inspiração da "nação pacifista". Já há mesmo quem diga que a única maneira do Sá Pinto e do Bruno Alves se emendarem é através de um estágio na Luz.

 

João Marques de Almeida (DE)



publicado por Bernardo Pires de Lima às 19:38 | link do post

Vou partir do princípio que misturar-me com os apoiantes de Sócrates é apenas uma espécie de gralha do texto que o João Miranda me dedica. A bem do respeito que tenho por ele, também vou ignorar o facto de ele querer confundir as minhas convicções com tacticismo. Convinha que ele explicasse qual é a minha táctica e a favor de quem a desenvolvo para eu poder perceber onde ele quer chegar.

 

O João Miranda define a essência da questão – também define o que é interesse público, coisa estranha num liberal bacteriologicamente puro – a utilização de meios do Estado e, do que ele diz serem redes paralelas de poder, para controlar órgãos de comunicação social. Bem sei que é uma pergunta retórica, mas mesmo assim eu respondo: acho mal. Acho também que enquanto o Estado tiver o poder que, de facto, tem dentro da nossa comunidade isso é, mais ou menos, inevitável.

A nossa história recente está cheia de exemplos destas tentativas de controle.  Existirão sempre enquanto a diferença entre a sobrevivência económica de uma estação de televisão, de rádio ou dum jornal estiver na mão de quem detém conjunturalmente o poder executivo, seja directamente, seja através de empresas públicas (ou aparentadas, por exemplo, as que o Estado tem golden-shares) ou de empresas privadas que não sobrevivem sem o Estado (a grande maioria das empresas portuguesas). Enquanto assim for, independentemente de quem esteja no Governo, andaremos sempre a falar da mesma coisa.

Veremos sempre comissários políticos dispostos a tudo para agradar à máquina partidária, veremos sempre tentativas de controlar opiniões desagradáveis a quem está na governação.

É, aliás, por isso que defendi, nomeadamente, a privatização da Caixa Geral de Depósitos e defendo a retirada do Estado de praticamente tudo o que não sejam funções de soberania. Escrevi isto , que é basicamente o que aqui agora escrevo.

 

Nunca tive dúvidas que José Sócrates convivia mal, muito mal, com opiniões diferentes das dele; nunca tive dúvidas de que, como os chefes de governo antes dele, havia a tentativa de controlar a comunicação social; nunca duvidei que o PM se preocupava demasiado com o que dele se diz. Sei, também, que, graças aos deuses, nunca o conseguiu. Sei que ainda vivemos num país, mesmo com os constrangimentos que acima enunciei, onde não há falta de liberdade de expressão.

 

José Sócrates foi um mau Primeiro-Ministro dum mau Governo.

Não são precisos atropelos a direitos civis fundamentais, não são precisos julgamentos populares onde jornalistas e meios de comunicação social fazem de tribunal e juiz, não reconheço ao João Miranda capacidade para definir se a divulgação de escutas são ou não de interesse público – parece que é a lei, nestes casos, que  define o que pode ser divulgado ou não. Não acho que todos os modos de obtenção de “provas” sejam legítimos. Em suma, não considero que os fins justifiquem os meios.

Há uma coisa que sei bem: sei onde isto vai parar.

 



publicado por Pedro Marques Lopes às 17:47 | link do post | comentar

Não deixa de ser curioso que os dois candidatos à presidência ucraniana sejam precisamente os que lideraram a governação desde a "Revolução Laranja", com responsabilidades directas no estado social e económico do país. Primeira leitura: os ucranianos preferem o conhecido ao desconhecido numa fase de enorme dificuldade. Segunda leitura: canalizaram toda a sua frustração e desespero no homem-símbolo da "Revolução Laranja", o presidente Yushenko, hoje caído em desgraça.

Com uma campanha marcada por acusações de fraude e corrupção, ficaram menos nebulosos os rumos em cima da mesa: a aproximação estratégica a Leste - mais afável à Rússia, Bielorrússia e Cazaquistão -, ou um processo mais assumido de adesão à UE, sem hostilizar Moscovo. Por outras palavras, e tendo em conta que cabe ao presidente um papel mais centrado na política externa e de defesa, não é totalmente indiferente quem sairá vencedor. Podemos dizer que nenhum dos candidatos é espelho de credibilidade externa; não podemos, em rigor, ignorar que, caso Yanukovich seja eleito, terá de lidar com um primeiro-ministro em funções chamado... Yulia Tymoshenko. Se esta vencer, apesar de tudo, espera-se maior estabilidade política, condição indispensável a qualquer ajuda externa salvadora do país.

O quadro não é dos mais animadores e revela, também ele, como a gestão de expectativas se tornou num dos maiores dilemas da integração europeia. Sobre isso, os ucranianos farão um julgamento implacável nestas eleições.

 

Hoje no i



publicado por Bernardo Pires de Lima às 17:14 | link do post

Paulo Rangel vai denunciar no Parlamento Europeu a falta de liberdade de expressão que diz existir em Portugal.

Com esta acção o que é que Paulo Rangel pretende atingir? Pedir a intervenção de alguma instância europeia no nosso país afim de restabelecer a normalidade democrática ou é apenas mais uma intervenção do género “vá lá para fora fazer política cá de dentro”?



publicado por Pedro Marques Lopes às 15:21 | link do post | comentar

A turma que estuda pelo Medina Carreira anda mortinha por dar uso ao slogan - muito ouvido nas bocas mais reaccionárias - isto só vai lá com a tropa. Neste caso, basta trocar tropa por Belém para recuarmos à estaca zero, ou seja, a uns bons trinta anos atrás.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 15:05 | link do post

A histeria dos auto promovidos a comissários do povo vai dar um lindo resultado. Vai a água, o bebé e a banheira.   



publicado por Pedro Marques Lopes às 13:00 | link do post | comentar

Noto no ar um ardente desejo de presidencialização do regime. Um secreto e agora incontrolável sentimento de punição a todos os actores políticos no activo, com a excepção de um só: o zelador do regular funcionamento das instituições. Não deixa de ser curioso que muitos dos que apelam ao seu protagonismo hoje se tenham esquecido de vincar o mesmo papel constitucional quando, no Verão passado, foi ele próprio o garante-mor do irregular funcionamento das instituições e de grande parte da campanha eleitoral. Pois é, já foi há muito tempo.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 10:08 | link do post

Bernardo Pires de Lima

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