Sábado, 5 de Fevereiro de 2011

"Gostava de ser deputado", diz Fernando Ulrich ao Expresso.



publicado por Francisco Teixeira às 00:21 | link do post | comentar

Sexta-feira, 4 de Fevereiro de 2011

"Estou todo negro mas preparado para apanhar mais", diz o Paulinho Sérginho que queria um pinheirinho (seria para fumar?). Alguém desliga o homem da máquina, não vá ele continuar a sonhar com touros à espera de pegas?

P.S. Ele acredita que o grupo está com ele. Alguém lhe diz que não há grupo, é grupo...?



publicado por Francisco Teixeira às 22:52 | link do post | comentar

Podiam dar um destes a cada contribuinte



publicado por Francisco Proença de Carvalho às 14:38 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Quinta-feira, 3 de Fevereiro de 2011

A redução do número de deputados - no limite para 180 - não resolve nada só por si. Não se poupa por aí além (3,2 milhões/ano), não se credibiliza o sistema, nem se promove o voto. Nada disso...mas é um sinal. Se, e só se, integrada numa reforma.



publicado por Francisco Teixeira às 23:02 | link do post | comentar

O que é que muda em termos duma melhor representação dos eleitores, de termos melhores deputados, de maior crença dos portugueses na classe política a redução para 180 deputados? Rigorosamente nada.

Quer se queira, quer não, esta proposta é basicamente populista. Nada resolve e pretende agradar a gente que só ficará satisfeita quando não existirem deputados, políticos e democracia.

 



publicado por Pedro Marques Lopes às 19:44 | link do post

Diz o Vice-Presidente do Egipto.

Imagino que venham de Camelo



publicado por Francisco Proença de Carvalho às 19:07 | link do post | comentar

Na semana do "discordo" Lacão quer reformar o sistema político, Assis não. Lacão insiste, Silva Pereira não. Jaime Gama até quer mas nada diz. Mota Pinto quer limitar o défice na Constituição, Ferreira Leite não.

P.S. Dizem-nos que alguns falam a "título pessoal". Delicioso.



publicado por Francisco Teixeira às 17:43 | link do post | comentar

A violência chegou às ruas do Cairo e atiçará a ira dos movimentos anti-Mubarak. Simultaneamente, o exército reforça o seu papel neste processo de transição em curso e o calendário eleitoral até Setembro parecerá a todos os revoltosos um longo calvário.

 

 

Hoje no Diário de Notícias

 

ps: O artigo de hoje traz uma gralha que inverte o sentido que quero dar ao texto. Onde se lê, "esta não é uma revolução antiamericana, mas não deixa de ser uma revolução anti-regime suportada por americanos", devia ler-se "mas não deixa de ser uma revolução anti-regime suportado por americanos".



publicado por Bernardo Pires de Lima às 15:39 | link do post

Quarta-feira, 2 de Fevereiro de 2011

Mais difícil do que ganhar é acabar um jogo com 11 jogadores. Ainda assim, o miúdo conde percebeu que tem alguma coisa a aprender com o graúdo plebeu...



publicado por Francisco Proença de Carvalho às 22:49 | link do post | comentar

Ontem via uma reportagem num canal nacional onde se pegava nos números do aumento do número de passageiros no metro de Lisboa. O tom era todo um programa: coitadinhos dos portugueses que agora até têm que encher o metro para andar de um lado para o outro na cidade, obrigados pela crise a deixar o carro em casa. Só mesmo neste país é que andar de metro é sinal de empobrecimento. Andou tudo mesmo muito mal habituado.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 12:24 | link do post

 

 

 



publicado por Francisco Proença de Carvalho às 10:45 | link do post | comentar

O Estado gastará este ano, em média, 65 mil euros com cada deputado. 3,2 milhões de euros é a poupança que teríamos com uma redução de 22% dos actuais deputados - de 230 para 180.



publicado por Francisco Teixeira às 00:37 | link do post | comentar | ver comentários (1)

PS e Governo não avançam "...por enquanto..." com a reforma do sistema eleitoral. É pena. Depois queixem-se que os José Manuel Coelhos desta vida crescem, a abstenção se mantenha por onde tem andado e a credibilidade dos políticos continue pelas ruas da Amargura.



publicado por Francisco Teixeira às 00:26 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Terça-feira, 1 de Fevereiro de 2011

Em Portugal a política internacional só merece atenção das "elites" - que perdem o seu tempo a escrever e a opinar sobre isso - quando estão reunidas três condições: ou o Estado tem negócios com os governos onde a acção se passa; ou os empresários têm negócios onde a crise acontece; ou há portugueses retidos, perdidos ou em fuga - e normalmente há sempre um primo de um amigo do primo que já lá esteve ou até lá está.

O Mediterrâneo alargado é, por isso, o limite espacial do interesse tuga pela política internacional (a UE é política interna). O resto é pura paisagem. Quando dispersarem as multidões no Cairo ou em Tunes, o país voltará a olhar para o mundo político como um bicho estranho e focará novamente o olhar nos temas empolgantes do costume. Se para fugir a isto for preciso apelar à revolução dos povos, contem comigo.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 18:07 | link do post

O quadro tem, por isso, grande dose de cinismo político: vontade em ajudar a derrubar um ditador amigo; medo que a sua queda seja o princípio do caos. O momento é histórico na região. Resta esperar que as decisões transatlânticas estejam à sua altura.

 

Hoje no Diário de Notícias



publicado por Bernardo Pires de Lima às 15:00 | link do post

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