Domingo, 15 de Maio de 2011

 

 

Abuso sexual.



publicado por Francisco Teixeira às 09:02 | link do post | comentar

Sábado, 14 de Maio de 2011

Se até 2012 o campo republicano é dos mais fracos de que há memória, 2016 pode repor a qualidade.

 

Hoje no Diário de Notícias



publicado por Bernardo Pires de Lima às 19:31 | link do post

Sexta-feira, 13 de Maio de 2011

 

Uma pérola do cinema português (provavelmente subsidiada), especialmente a partir do minuto 1:10.

João César Monteiro (esse grande maluco que fez um filme sem imagem) sempre tão actual...



publicado por Francisco Proença de Carvalho às 16:45 | link do post | comentar

TSF, Renascença, Negócios, RTP (segunda-feira), Diário Económico, Público, i (terça-feira), SIC Notícias (quarta), TVI e DN (quinta). Foram 10.



publicado por Francisco Teixeira às 08:22 | link do post | comentar

Quinta-feira, 12 de Maio de 2011

O PSD tem um programa corajoso. Diria mesmo, radical (no bom sentido). O problema é que quando os seus protagonistas o começam a explicar, assumem um discurso radical (no mau sentido). O PSD não quer entendimentos, quando os Portugueses querem; o PSD apelida de terrorismo, criticas banais e absurdas de um partido derrotado; como se não bastasse, o provável futuro Ministro de Estado e das Finanças pede-nos para não discutirmos mais os pêlos púbicos da nação. Ao pé disto, Santos Silva torna-se um menino do coro e o PS quase que parece uma turma da catequese.
O país precisa de um programa de governo radical, mas acima de tudo de uma governação muito sensata. Espero sinceramente que a falta de talento para campanhas eleitorais, se transforme numa arte suprema de governação.
Caso contrário, ficaremos mesmo reduzidos a isto:

 

Ps: desculpem a imagem, mas eu posso fazer estas coisas. Sou uma criança e não vou ser o Ministro mais importante do próximo Governo.



publicado por Francisco Proença de Carvalho às 23:13 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Acusações de terrorismo político, insultos e comparações infames com Hitler e quem nele votou, não podem fazer parte da luta política. Quando saem da boca dum qualquer aspirante a político são muito graves, quando são feitas por uma pessoa com a responsabilidade de Eduardo Catroga são inconcebíveis. Esperava-se um bombeiro, saiu um incendiário.

Quanto mais o discurso de Passos Coelho é sério e ponderado, mais o de alguns membros da sua equipa é disparatado e desajustado. O que o líder do PSD ganha num dia, alguns dos seus companheiros de partido tratam de perder no outro.



publicado por Pedro Marques Lopes às 19:36 | link do post

Eduardo Catroga deve estar a tentar entrar no Guiness Book of Records. Estive a contar as entrevistas que deu esta semana e parei por já me faltarem os dedos das mãos e dos pés.

Quando as coisas parecem melhorar para o PSD há sempre alguém para estragar.



publicado por Pedro Marques Lopes às 19:29 | link do post

Não sei o que é mais triste: se a verborreia do Dr. Catroga, se os suspeitos do costume que o bajulam.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 17:29 | link do post

São 11:46 e ainda não houve nenhuma conferência de imprensa.



publicado por Francisco Teixeira às 11:49 | link do post | comentar

Quarta-feira, 11 de Maio de 2011

Já leste o Thomson? Então não é que ele diz que o Governo quer reduzir a TSU em 3% a 4% do PIB, quatro vezes mais do que o PSD? Aquele azul dos olhos não engana ninguém, pois não?



publicado por Francisco Teixeira às 18:08 | link do post | comentar

Tenho ouvido, absolutamente perplexo, políticos referirem-se a programas eleitorais e a propostas políticas de adversários como "terroristas" ou cabendo na categoria de "terrorismo político". Não sei bem que diga sobre isto, mas pimenta na língua já devia chegar.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 17:17 | link do post

Poul Thomson, FMI

 

"Sublinho que o Governo [português] está agora a considerar o que seria uma mudança drástica do jogo de forma a que fosse aplicada uma profunda redução nas contribuições para a segurança social na ordem dos 3%-4% do PIB (juntamente com outros ajustamentos em taxas e gastos públicos). Isto reduziria os custos de trabalho de forma significativa e tornaria os bens produzidos em Portugal mais competitivos no estrangeiro".

 

 

Uma redução nas contribuições para a segurança social em 3%-4% do PIB (contas do actual Governo) é o mesmo que dizer uma redução da Taxa Social Única entre 8 a 12 pontos percentuais. Quem enganou quem?



publicado por Francisco Teixeira às 14:06 | link do post | comentar

O PSD quer reduzir a TSU até 4 pontos percentuais (cerca de 1% do PIB) até 2015. O PS diz que não é viável. O Governo "assinou um bom acordo" com a troika. Um dos senhores da troika, Poul Thomson, diz em entrevista ao site do FMI (aqui) que o Governo português está a avaliar uma redução da TSU em 3%-4% do PIB (em 8 a 12 pontos percentuais): "In this regard, I would highlight that the government is now considering what could be a dramatic “game changer” in the form of a sharp reduction in social security contributions in the order of 3–4 percent of GDP (offset by other appropriate tax and expenditure adjustments). This would reduce labor costs significantly and make goods produced in Portugal more competitive abroad".



publicado por Francisco Teixeira às 12:33 | link do post | comentar

Fiz o mesmo exercício que Nuno Morais Sarmento fez - como ontem demonstrou num frente a frente com Assis e Galamba. Fui ao site do PS e imprimi o programa. Saíram 70 páginas das quais apenas 28 (!!!!!!!) têm propostas. Sim, menos de 50% das páginas. Melhor: as 28 páginas têm linhas vagas sobre o que defendem. Se há um partido que tem uma agenda escondida, que não tem programa porque o programa que tem é o do FMI, esse partido é o PS. O PSD surpreendeu pela coragem e clareza: são 122 páginas repletas de propostas. Discutíveis, criticáveis mas são propostas. Vá lá, não custa nada....apresentem propostas para esclarecer os indecisos como eu!

 

Adenda: princípio aplica-se também ao CDS...que só apresenta o programa no Sábado!



publicado por Francisco Teixeira às 10:13 | link do post | comentar | ver comentários (1)

1- 0 Passos marca com criancinhas e comunas

O primeiro-ministro apresentou o que não tinha o memorando da troika, agora apresenta o que não tem o programa do PSD. É como dizer que os comunistas comem criancinhas, explicou Passos.

 

1- 1 Jerónimo cozinha empate 

Escolher entre PS e PSD é como sair da frigideira e cair no lume, respondeu Jerónimo.

 

2- 1 PSD demarca-se com ideias

Passos que até podem ser erradas mas o programa do PSD tem propostas, ideias, caminhos.

 



publicado por Francisco Teixeira às 09:49 | link do post | comentar

Terça-feira, 10 de Maio de 2011

1 - 0 Portas inaugura marcador

O candidato José Sócrates não habita a mesma realidade do que a esmagadora maioria dos portugueses. Não podemos deixar os 78 mil milhões de euros nas mãos daquele que nos trouxe até aqui. 

 

1- 1 Sócrates marca do meio-campo

Pedi aos meus assessores que me dessem o programa eleitoral do CDS. Deram-me esta pasta transparente sem nada dentro.

 

2 -1 Sócrates marca na própria baliza

Eu não disse que não governava com o FMI.

 



publicado por Francisco Teixeira às 14:14 | link do post | comentar | ver comentários (1)

 

 



publicado por Francisco Teixeira às 13:57 | link do post | comentar | ver comentários (1)

O momento é excepcional e exige políticas de imigração e asilo excepcionais. A União Europeia já devia ter reunido de emergência - em conjunto com a NATO, se o fórum institucional tivesse sido criado - para enfrentar o problema. Ao invés, preferiu deixar ao arbítrio de cada estado, grande parte refém de partidos xenófobos. Se há matéria para ser concertada a vinte sete é esta: uma vaga migratória que resulta da fuga imposta por conflitos e não de uma livre vontade. Um dia podemos ser nós, europeus, a precisar de ajuda.

 

Hoje no Diário de Notícias

 



publicado por Bernardo Pires de Lima às 12:34 | link do post

Domingo, 8 de Maio de 2011



publicado por Francisco Teixeira às 23:05 | link do post | comentar



publicado por Bernardo Pires de Lima às 13:14 | link do post

Sábado, 7 de Maio de 2011
 
«Gostaria de o ter apanhado a 12 de Setembro de 2001.» Foi assim que Colin Powell reagiu na CNN à morte de Osama bin Laden. Um certo desapontamento intrometia-se na euforia patriótica. O antigo secretário de Estado de George W. Bush reconhecia, implicitamente, a vantagem política que este feito tem para o Presidente em exercício. Vale a pena tentar perceber porquê.
 
Hoje na Notícias Sábado


publicado por Bernardo Pires de Lima às 19:52 | link do post

O primeiro acto de vingança à morte de Ben Laden não se deu em Times Square ou Potsdamer Platz, mas em Hilla, no velho Iraque. Seguindo, aliás, o padrão da última década: aproveitar brechas em estados frágeis (Iémen, Paquistão), outros em crispação religiosa (Iraque) e muitos com rasto de proximidade ao Ocidente (Turquia, Indonésia, Marrocos). Esta jihad não se reduz ao antiocidentalismo, opõe-se também às reformas nas sociedades muçulmanas: pluralidade política e modelos de segurança de inspiração ocidental tornam-se alvos muito apetecíveis.

 

Hoje no Diário de Notícias



publicado por Bernardo Pires de Lima às 19:48 | link do post



publicado por Pedro Marques Lopes às 11:18 | link do post | comentar

Um líder nunca, mas nunca mesmo, comenta eventuais cenários futuros



publicado por Pedro Marques Lopes às 10:56 | link do post

Quinta-feira, 5 de Maio de 2011

Ao ver este vídeo lembrei-me de um debate televisivo. Cavaco-Alegre, em Dezembro de 2010. O poeta, inflamado, de dedo em riste dizia que Cavaco não meteu o presidente checo na ordem quando questionou as boas contas nacionais. E deste porta-voz, o que dizer Manel? Tem alguma razão, não é?....

 



publicado por Francisco Teixeira às 23:32 | link do post | comentar

Passou uma semana e o programa eleitoral do PS continua a dizer que o défice de 2010 foi de 6,8%. Está provado que Sócrates não chegou "a primeiro-ministro pelas escadas de serviço", como diz, mas nunca foi primeiro-ministro das empresas públicas, empresas municipais, intermunicipais e regionais. Isso é lá com eles, ok? Nem do BPN, nem do TGV, nem de nada que despenteie o discurso do rigor, exigência e transparência. Estamos entendidos?



publicado por Francisco Teixeira às 23:20 | link do post | comentar

Considerando que o programa de governo de Portugal já ficou assente pela comunidade internacional e merece o acordo de todos os partidos do espectro governativo, a decisão do próximo dia 5/6 resume-se praticamente a uma escolha de pessoas: em quem tem mais confiança para liderar a execução do programa de governo da Troika?



publicado por Francisco Proença de Carvalho às 19:01 | link do post | comentar | ver comentários (1)

A política externa americana não se esgota no Pak/Af. Mas a curto prazo tanto esta "guerra necessária" como a "guerra de escolha" iraquiana serão oficialmente concluídas. Muitas das suas implicações estão ainda por definir, mas sem estas guerras dificilmente o equilíbrio entre as grandes potências se teria acelerado.

 

Hoje no Diário de Notícias

 



publicado por Bernardo Pires de Lima às 16:39 | link do post

 

"O programa não é mais leve do que o da Grécia e Irlanda, em termos de reformas estruturais até é mais abrangente". 

"[PECIV] Tinha elementos muito positivos em termos orçamentais, mas não era suficientemente profundo em termos de reformas estruturais”.

Jürgen Kröger, Comissão Europeia



publicado por Francisco Teixeira às 13:29 | link do post | comentar

 

 

 

"O maior problema têm sido os gastos incontroláveis do Estado e as PPP que até aqui ficavam fora do Orçamento oficial".

"O atraso complica sempre as coisas e torna-as mais dolorosas. O desemprego acabou por subir mais do que o necessário".

Poul Thomsen, FMI



publicado por Francisco Teixeira às 13:28 | link do post | comentar

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