Terça-feira, 31 de Janeiro de 2012

...a abertura do ano judicial já serve pré-candidaturas presidenciais. 



publicado por Francisco Teixeira às 15:15 | link do post | comentar

Finalmente um grande estado. A Florida é o quarto mais populoso dos EUA, e nas últimas primárias republicanas votaram dois milhões de pessoas. Vale cinquenta delegados à convenção do partido (agosto) e quem hoje ganhar conquista todos estes grandes eleitores. Ao ser uma eleição fechada a militantes republicanos, vamos ter uma ideia do estado em que está a máquina partidária e o entusiasmo dos eleitores com os candidatos. Na Florida a grande questão é esta: momentum e entusiasmo valem ou não mais do que organização?

 

Hoje no Diário de Notícias



publicado por Bernardo Pires de Lima às 12:22 | link do post

Maria Manuel Teixeira da Cruz é arquitecta, tem 48 anos, é competente e trabalhou durante dez anos na Parque Expo'98 SA. Foi nomeada pela ministra da Agricultura e Ambiente, Assunção Cristas, subdirectora-geral do ordenamento do território e desenvolvimento urbano. Mas porque é irmã da actual ministra da Justiça há quem suspeite da nomeação. Confesso que fico boquiaberto com o miserabilismo reinante. Subscreveria qualquer crítica caso (i) a arquitecta em causa não tivesse um currículo à altura das novas funções, (ii) fosse suspeita de um crime grave cometido no exercício de funções (iii) revelasse uma total discordância com a política do Governo.



publicado por Francisco Teixeira às 12:01 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Segunda-feira, 30 de Janeiro de 2012

Policymakers elsewhere in the world take note: starving yourself is not the road to health, and pushing unemployment higher is not a formula for market confidence.

 

 

Bradford DeLong



publicado por Pedro Marques Lopes às 23:00 | link do post | comentar

À decima quarta cimeira em dois anos eles falam de emprego. Viva o lucho. Isto sim, é um Lucho. Estamos entendidos? L-u-c-h-o.



publicado por Francisco Teixeira às 20:38 | link do post | comentar

Diz que há para aí umas confusões entre o PR e o Governo e que os alemães querem pôr um vice-rei na Grécia. O que é que isso interessa se o filho pródigo pode estar de volta. 



publicado por Pedro Marques Lopes às 16:45 | link do post | comentar

A guerra entre Governo e Presidente que inundou os jornais de fim-de-semana levantou-me uma única dúvida. Ao dizer aos cavaquistas anónimos "Desamparem a loja..." do Presidente, Marcelo referia-se à Regular ou à Irregular?



publicado por Francisco Teixeira às 10:56 | link do post | comentar

Domingo, 29 de Janeiro de 2012

...como ex-secretário de Estado, ex-Ministro, ex-vice presidente de várias comissões parlamentares, figura proeminente da política portuguesa, condecorado com honras várias por nove paises (Brasil, Alemanha, Grécia, Espanha, Bélgica, venezuela, México, Marrocos e França) não sabia que as contas bancárias dos políticos são para declarar? Ok. Eu faço o mesmo, minto, e digo que acredito.



publicado por Francisco Teixeira às 20:26 | link do post | comentar | ver comentários (2)

 

Nuno Costa Santos sobre Fernando Assis Pacheco. 4ª feira, dia 2, 18h no Nimas. Imperdível. Lançamento do livro (ed. Tinta-da-china, quem mais?) com documentário sobre Assis Pacheco. Também escrito pelo Nuno. Como podem ver, o homem tem jeito para tudo. Para mim, é um dos grandes nomes das letras, das palavras, dos aforismos, da criatividade e do humor em Portugal. Ele merece todo o destaque.  



publicado por Bernardo Pires de Lima às 20:23 | link do post

Subscrevo na integra o que disse o líder do PS. Desavenças nesta altura? Por amor de Deus...



publicado por Francisco Teixeira às 20:22 | link do post | comentar | ver comentários (1)

a falta de vergonha, a confiança na pouca memória dos eleitores e a falta de respeito pelos cidadãos parece não ter limites, e vai daí o PSD e o PS preparam-se para ser cúmplices de uma enorme vigarice: um dado cavalheiro ou senhora não pode candidatar-se uma quarta vez à presidência do município onde esteve doze anos mas pode dar um saltinho para a câmara ao lado e ser de novo candidato às mesmas funções.

 

DN de hoje



publicado por Pedro Marques Lopes às 20:14 | link do post | comentar



publicado por Bernardo Pires de Lima às 13:17 | link do post

Sábado, 28 de Janeiro de 2012

 

 

 


Não gosto de regressos de jogadores, mas o Lucho... jogadores com muitos campeonatos ganhos, belíssimas carreiras nas principais provas internacionais, muito dinheiro ganho, têm normalmente falta de ambição, querem acabar a carreira sossegados, eh pá mas o Lucho...

O Lucho é um jogador de futebol extraordinário. É sem ponta de exagero um dos melhores centro-campistas de todos os tempos. A prova de que há muito ceguinho no futebol é ele não ter actuado nas quatro ou cinco equipas europeias mais fortes que o grande FC Porto. Não é caso único, nem sequer raro, mas este rapaz não ter chegado ao panteão é a demonstração prática de que isto de chegar a um determinado patamar não tem apenas a ver com a capacidade de jogar à bola. Comparar, por exemplo, o Beckam com o Lucho é como comparar merda com chocolate. Chega até a ser ofensivo para o sr. Gonzalez.

Até dia 31 as minhas rezas estão viradas para o regresso do filho pródigo. Nada mais importa. Que se lixe ter de pagar ao fisco metade do que não ganhei. Estou disposto a dizer bem do Seguro, do Passos e até do Cavaco. É o que for preciso.

Eh pá, o Lucho... o Lucho das costas direitas, pezinhos de lã e bússola na carola. O Lucho que inspirou o Camões, o gajo capaz de gelar um jogo que esteja a correr mal ou em duas penadas tirar um meio-campo da morrinha. O Lucho dos golos do outro mundo. Eh pá, o Lucho é que era.   



publicado por Pedro Marques Lopes às 17:27 | link do post | comentar

A Standard & Poor's entrou nas eleições francesas sem apelo nem agravo ao mirrar o sagrado triplo A. Sarkozy andava à espera que a bomba lhe explodisse a qualquer dia e também por isso mostrava tanta sintonia com Merkel em público. Mas como alguém me disse em tempos, o facto de Paris e Berlim terem expeditamente retirado Londres do centro das decisões só mostra que o epicentro da crise está em França. E para a resolver, nem Sarkozy, nem Hollande e muito menos Marine Le Pen parecem ter soluções à altura.

 

Hoje no Diário de Notícias



publicado por Bernardo Pires de Lima às 12:50 | link do post

Enquanto assistia "ao nosso grande amor" recebi o convite do "és a nossa fé". Cantava "uma curva belíssima" quando respondi ao convite e ouvia o Figo, que fala antes da entrada em palco do Paulinho, quando mais uma vez me apercebi da grandeza dos saltos do Damas, das passadas do Carlos Lopes, dos golos do Yazalde e da magia dos jovens que o Aurélio descobriu. Vão ver o musical ao Tivoli. Bom trabalho da Matilde Trocado que já fez o Wojtyla. (também publicado no és a nossa fé)



publicado por Francisco Teixeira às 09:49 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2012
Jardim assinou um resgate financeiro aos 69 anos depois de governar 37 anos. Quando a Madeira pagar a fatura Jardim terá 94 anos. Noventa e quatro.


publicado por Francisco Teixeira às 18:29 | link do post | comentar

A semana termina como começou: com pressão alta, muito alta, sobre Portugal e a sua capacidade financeira. A dúvida é saber se somos ou não um Estado solvente. E, a verdade, é que (ainda) não somos. Os parêntesis e o "ainda" servem para destacar uma expectativa, a minha expectativa. Espero que venhamos a ser, mas ainda não o somos. Uma coisa eu sei sem pestanejar um milésimo de segundo: ao contrário do que acontecia, agora enfrentamos a realidade com verdade. Dos últimos sete dias registo uma ideia do PM que gostei de ouvir: não estamos imunes de ir ao charco, mas no que depende de nós tudo faremos para o evitar. Mais vale uma verdade dura, do uma mentira suave.

 

 



publicado por Francisco Teixeira às 12:51 | link do post | comentar | ver comentários (6)

Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2012

Parece que no Reino Unido também há uma justiça para ricos, pobres, com expedientes dilatórios, demorados, alguns absurdos, direitos dos arguidos e outras coisas chatas que as democracias têm... E não é por isso que resolvem rebentar com direitos basilares. Preferem a imperfeição democrática, à perfeição justiceira.

Eu sou benfiquista, não gosto da personagem em questão, tenho pena que a justiça portuguesa o tenha deixado fugir e que a inglesa não o mande de volta, mas, mesmo assim, prefiro viver nestes regimes imperfeitos.



publicado por Francisco Proença de Carvalho às 18:12 | link do post | comentar | ver comentários (1)

A Senhora Ministra da Justiça diz que há uma justiça para ricos e outra para pobres, mas que as medidas que está a adoptar visam acabar com isso, como é o caso da criminalização do enriquecimento ilícito.

Confesso que esta não percebi. O que é que uma coisa tem a ver com a outra? Será que é porque enriquecimento vem de rico? Ou porque os ricos têm dinheiro para pagar aos melhores advogados e portanto é melhor inverter-lhes o ónus da prova para ser mais difícil safarem-se?

Eu diria que uma justiça mais igualitária se alcança com a garantia do acesso ao direito e à justiça em termos condignos para todos, conforme prevê o artigo 20.º da Constituição da República Portuguesa. Por exemplo, na perspectiva dos pobres, com custas judiciais suportáveis e com um regime de apoio judiciário efectivo. Na perspectiva dos ricos (os tais poderosos malandros), por exemplo, com o fim da impunidade das condenações apriorísticas na fogueira da praça pública, sem direito a defesa ou contraditório. Na perspectiva de todos, com uma justiça célere e, acima de tudo (nomeadamente de todos os impulsos populistas), preservadora dos princípios fundamentais de qualquer Estado de Direito.

Mas devo estar enganado! Pelos vistos, para a Senhora Ministra o mais importante é a opção por uma pobreza de discurso assente na muito popularucha conversa do rico e do pobre.



publicado por Francisco Proença de Carvalho às 17:37 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Até porque, se alguma coisa as última décadas provaram, foi que o isolamento diplomático não conseguiu travar o programa nuclear. Em ano eleitoral nos EUA e "com todas as opções sobre a mesa", a negociação direta deve constar do topo do cardápio.

 

Hoje no Diário de Notícias



publicado por Bernardo Pires de Lima às 13:39 | link do post

O ajuste directo nº 183 mil 336 tem uma explicação óbvia. Tão óbvia que me escapa. Mas tem uma explicação. Tem de ter uma explicação. Só pode ter uma explicação. Porque o Banco de Portugal não gasta 5 mil euros em equipamento de golfe sem ter uma explicação. Ela existe. Ela aparecerá.


publicado por Francisco Teixeira às 12:03 | link do post | comentar

Que um rapazito deslumbrado e dois colegas andem com conversas idiotas pelos corredores da Assembleia da República prometendo que matam e esfolam um cidadão é apenas patético. Que sejam os três deputados e que a deslumbrada criatura e um dos convivas sejam até vice-presidentes dum grupo parlamentar é, infelizmente, sinal do estado a que chegaram os partidos.




publicado por Pedro Marques Lopes às 10:16 | link do post | comentar

Armando Vara e Nuno Fernandes Thomaz passaram pela política e foram nomeados para a administração da CGD. O primeiro pelo Governo PS, o segundo pelo Governo PSD/CDS. Perante a súbita falta de memória deste senhor vamos lá comparar currículos no momento em que entraram na CGD:

Armando Vara
Licenciado em Relações Internacionais pela Universidade Independente
Pós-graduado em gestão empresarial pelo ISCTE
Ministro da Juventude e Desporto e Adjunto

Secretário de Estado

Candidato à Câmara da Amadora
Deputado nas IV, V, VI, VII legislaturas

Funcionário de balcão na dependência de Mogadouro da CGD

 

Nuno Fernandes Thomaz
Licenciado em Administração e Gestão de Empresas pelo Instituto Superior de Gestão
Pós-Graduação na Harvard Business School
CEO do ASK
CEO da Orey Financial
Fundador e director coordenador do Banif Investment Bank
Vice-presidente da Banif Ascor
Director do Banco de Negócios da Argentaria
Director de vendas e negociação da Carnegie Portugal
Sales/Trader da BCI Valores (Grupo Santander)
Secretário de Estado dos Assuntos do Mar  





publicado por Francisco Teixeira às 10:12 | link do post | comentar | ver comentários (1)

O Iordanov fala melhor português que o Eusébio.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 00:27 | link do post

Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012

O Presidente recebe caridade, a oposição agarra-se à falta de liberdade de expressão, descobre-se uma praticante da pan-sexualidade obscena e o Jardim diz que agora é que vai poupar.



publicado por Francisco Teixeira às 23:14 | link do post | comentar | ver comentários (1)



publicado por Pedro Marques Lopes às 16:26 | link do post | comentar

Acho inqualificável trazer o que a Raquel escreveu num jornal sobre um assunto que nada tem a ver com a questão que andamos a discutir tentando fazer juízos de valor sobre a pessoa. Pensava que nos espaços de opinião se podiam dar opiniões políticas.Por aqui me fico. Não estou propriamente bem disposto. 



publicado por Pedro Marques Lopes às 01:33 | link do post | comentar

Terça-feira, 24 de Janeiro de 2012

RTP. Sou dos que não percebe porque tem o Estado de ter meios de comunicação social. Por mim, todos vendidos, o mercado regulado e é assinado um contrato de prestação de serviço público com aposta clara na diáspora, na produção nacional e etc.. Acho que a posição do Governo peca por escassa.

Opinião. Pedro, não somos ingénuos e ambos sabemos que no dia em que o comentador da casa não fizer outra coisa além de atacar o patrão será, pura e simplesmente, despedido. E acho muito bem: no dia em que Público fizer do engenheiro Belmiro o seu alvo...[nem se justifica terminar o raciocínio].

Política. Ambos sabemos que o não caso da RDP tresanda a politiquice. Tresanda. Ouve a cineasta Raquel Freire e está lá tudo: a luta de classes, o provo oprimido, o Governo da 'troika', a emigração forçada e os danados do grande capital. Só não vê quem não quer.

Delito de opinião. Continuo a não acreditar que o Pedro Rosa Mendes foi despedido por ter criticado na rádio do Estado, um programa da televisão do Estado. Isto ainda não é a Venezuela! Ele diz que alguém da RDP lhe disse que uma terceira pessoa (a administração) tinha corrido com ele e mais quatro comentadores porque ele, Pedro Rosa Mendes, tinha criticado um programa de televisão. Vamos lá esclarecer. É o mínimo: ele, PRM, tem a obrigação moral e legal de apresentar queixa e denunciar quem lhe disse o quê. Essa pessoa tem a obrigação moral e legal de dizer quem da administração disse o quê. Pratos limpos. 



publicado por Francisco Teixeira às 17:26 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Francisco, por, com certeza, lapso de memória esqueceste-te de duas coisas.

Primeiro, não é a mesma coisa ser dono duma empresa privada e gerir uma empresa pública. Uma empresa privada é dos donos, uma empresa pública não é do Governo e muito menos propriedade de quem conjunturalmente tem um dado pelouro. Mais a mais, como bem sabes, os órgãos de comunicação social têm um estatuto especial, independência editorial e tudo o mais que também conheces perfeitamente. Mas como não andamos propriamente a dormir sabemos que nas empresas privadas, digamos, outros valores se levantam...

No sector público a coisa muda de figura. A lei prescreve de forma clara a sua independência e atribui-lhe grande importância (não vamos discutir se está certo ou errado). Ora, sabendo que o Governo não é dono da RDP ou da RTP e que deve zelar por essa independência não entendo o que queres dizer com não se poder dizer mal do dono. Será que defendes que nos espaços de opinião de órgãos de comunicação do Estado não se pode dar uma opinião livre? Ou que seja livre desde que não se diga mal do governo?

Segundo, I got news for you: nem a RTP nem a RDP vão ser privatizadas. A RTP vai apenas vender um canal e a RDP nem isso. Será que defendes que estas estações devem ser uma espécie de porta voz dos governos? Estou certo que não.

Bem sei, a realidade tem sido essa. De facto, todos os Governos, uns mais outros menos, têm tratado os órgãos de comunicação social do Estado, e não só, como se fossem donos deles. Mas a questão é se estamos dispostos a aceitar isso, se passamos a achar normal que alguém seja despedido duma rádio ou televisão pública por delito de opinião.

Quanto aos privados, deixa-me dar-te a minha opinião e a minha experiência pessoal. Nunca me senti constrangido, nem pressionado. Já disse coisas desagradáveis sobre as empresas que me pagam e nunca me disseram nada, mas aceitaria que me dispensassem se achassem que eu ia contra o que elas pensam ser os seus interesses. Faz parte do jogo. Quem não quer ser lobo não lhe veste a pele, e quem vende a sua opinião a uma empresa que se guia pelo critério do lucro está sujeito a isso. Por outro lado, ou valemos pelo que dizemos ou escrevemos, ou nunca passaremos de fantoches, bonecos que as pessoas já sabem o que vão dizer. Mas isso já é outra história.



publicado por Pedro Marques Lopes às 17:18 | link do post | comentar

Raquel Freire, cineasta, uma "pan-sexual" das "obscenas" diz que foi censurada na RDP. Para os mais distraídos aqui fica um pensamento profundo com que brindou os leitores do "Sol", a 28 de Março de 2009: "O sexo na Alemanha comunista durava mais tempo e era melhor. As mulheres, como adoptavam as doutrinas feministas, achavam que também tinham que ter orgasmos, que não eram só os homens. Já as mulheres da Alemanha Ocidental faziam um bocado o papel de bonecas insufláveis, como as nossas mães e as nossas avós. Na Alemanha comunista usavam-se métodos contraceptivos e estava muito mais presente a ideia do sexo pelo prazer e não apenas com o objectivo da reprodução". O comunismo combate a ejaculação precoce? "Provavelmente, mesmo que os homens ejaculassem depressa eram obrigados a continuar a relação e a dar prazer às mulheres". Eu tinha a mesma dúvida da Raquel: "Para que serve uma rádio pública e um serviço público?". Mas já tenho resposta: para nos animar. Aquela coisa da flash mob e das pensões do Cavaco já está a perder gás...

 



publicado por Francisco Teixeira às 16:58 | link do post | comentar | ver comentários (11)

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