Quinta-feira, 28 de Fevereiro de 2013

Ao que o Sporting chegou

Quando um jogador dum grande clube como o Sporting tem comentários destes e não é imediatamente corrido o melhor mesmo é fechar as portas.



publicado por Pedro Marques Lopes às 15:21 | link do post | comentar

Pedro Santana Lopes e a Maya na TV do Correio da Manhã. Ainda há lógica no mundo.



publicado por Pedro Marques Lopes às 11:48 | link do post | comentar

Berlim, Paris e até Pequim enviaram o recado depois do choque: é bom que Roma forme governo rápido. Não é para menos: exposição à dívida, incerteza política e falhanço da receita Monti (ou Merkel, ou europeia) transmitem sinais profundos. Primeiro, que uma estratégia de austeridade carece de legitimidade eleitoral. O "montismo" pode até ser aceite num momento de abismo, mas tem perna curta. Isso vale tanto para Itália como para outra democracia. A grande lição a tirar é que a burocracia política europeia tem de parar de uma vez por todas de pensar que os cidadãos são sacos de pancada e aceitam o que se lhes dá. A resposta está aí: o "montismo" pariu um Grillo.


Hoje no Diário de Notícias



publicado por Bernardo Pires de Lima às 09:28 | link do post

Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2013

PS e PSD fizeram uma lei para limitar a três mandatos a presença de um presidente na mesma câmara. Foi esse o entendimento dos dois partidos. Mas a lei saiu coxa. Dúbia. Suscita dúvidas. Levanta suspeitas. Não é clara. Não é cristalina. Custa-vos assim tanto serem crescidinhos e clarificarem a lei ou vamos andar neste lavar de roupa suja até Outubro?  



publicado por Francisco Teixeira às 18:28 | link do post | comentar

A Itália tem sido um bom exemplo de uma Democracia caótica. Ainda assim, uma Democracia. Os italianos preferem eleger um palhaço e um garanhão populista, a submeterem-se a um tecnocrata apolítico. Só foi possível ter um tecnocrata a governar quando se suprimiu essa decisão aos cidadãos e se construiu um Governo nos opacos bastidores da União Europeia. Os burocratas europeus que a UE criou e sustenta (e que nunca se submeteram a uma eleição) têm que perceber que nenhuma Democracia se aguenta através de massacres económicos colectivos apoiados na tecnocracia. Bem ou mal, o cidadão comum está-se nas tintas para os mercados. Este caminho só leva a que regressem à Europa políticos palhaços, demagogos, populistas e perigosos. No fundo, qualquer bem falante. É a tecnocracia não democrática da UE que anda a promover o regresso deste tipo de gente à liderança política dos países. Portanto, agora não se queixem.



publicado por Francisco Proença de Carvalho às 10:53 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Não quero ser desmancha-prazeres, mas quem olhar para a Itália concentrado no Vaticano está a olhar para o assessório e não para o essencial. A eleição que verdadeiramente interessa é a que dá mais de 50% dos votos a dois artistas de circo e atira para o fundo da tabela Monti, o salvador.


Hoje no Diário de Notícias



publicado por Bernardo Pires de Lima às 09:36 | link do post

Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2013

Hoje, como lhe compete, o ministro da Economia juntou jovens empresários para promover o crescimento económico, enquanto o ministro dos Negócios Estrangeiros, como lhe compete, passou o dia a promover Portugal, em Londres, como destino para o investimento direto estrangeiro no setor do imobiliário.



publicado por Francisco Teixeira às 19:14 | link do post | comentar | ver comentários (4)

Nem mais. Nem uma vírgulazinha a mais nem a menos.



publicado por Pedro Marques Lopes às 16:28 | link do post | comentar

Miguel Relvas é um dos dois grandes mistérios da política portuguesa.

Como diabo um ministro que é suposto conduzir politicamente o Governo se mostra completamente incapaz de o fazer, que exibe uma incompetência gritante no momento de fazer a comunicação do Executivo, que tratou o dossier RTP duma forma desastrosa, que inventou uma coisa chamada Impulso Jovem em que se gastou uma fortuna sem qualquer resultado, que faz uma reforma autárquica que é um embuste e que pode ser tudo menos uma reforma, que mentiu descaradamente a uma comissão parlamentar, que é desprezado pelos portugueses, se mantém no Governo?

 

DN de ontem



publicado por Pedro Marques Lopes às 12:11 | link do post | comentar

Domingo, 24 de Fevereiro de 2013

Será que este tipo é um asno tão grande que não percebe que apenas provoca as pessoas, que este tipo de comentários apenas extrema comportamentos, que as pessoas não gostam de ser gozadas?

Mas que fal fizemos nós para ter de aturar asnos destes?



publicado por Pedro Marques Lopes às 19:10 | link do post | comentar

Sábado, 23 de Fevereiro de 2013

O Público de hoje traz um excelente trabalho sobre este e outros assuntos que andam a perturbar, digamos assim, a Igreja Católica.
Nada de novo. Para quem quem acompanha a vida da instituição apenas o facto de só recentemente se falar dos profundos problemas da Igreja Católica é surpreendente.
Muito dinheiro, muito poder, muita vontadinha reprimida, muitos partidos, muita opacidade, muita impunidade, cedo ou tarde tinha que dar disparate. É a vida, são os homens



publicado por Pedro Marques Lopes às 15:56 | link do post | comentar

Mas há um imenso ângulo negativo em redor destas eleições. Desde logo, pelo disco riscado da política italiana, ora com regressos, ora com palhaços (no caso de Berlusconi coincidem). Não há soluções novas, credíveis, politicamente consistentes: o centro-esquerda - que provavelmente vencerá - não sai da redoma sindical e teme as grandes reformas, os apertos trazem à tona soluções de recurso e a prazo (como Monti), a direita vive do radicalismo da Liga Norte e dos malabarismos de Berlusconi. A política italiana está caduca e o sistema eleitoral é mais uma bizarria berlusconiana que só dificulta a estabilidade e favorece interesses particulares. Hoje já não é tanto de um novo mani pulite de que Itália precisa. É de um aggiornamento politico em toda a linha.


Hoje no Diário de Notícias



publicado por Bernardo Pires de Lima às 11:11 | link do post

Sócrates encontrou um emprego. Na América Latica. No setor da saúde. É notícia? Sim. É um tacho? Não. Nem aqui, nem na América Latina.


publicado por Francisco Teixeira às 10:13 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sexta-feira, 22 de Fevereiro de 2013

Depois da "Simão Bocanegra" e de um jantar de Estado o primeiro-ministro bebeu chá com seis jovens emigrantes no Hotel Sacher. O Miguel não percebeu o óbvio: não é estratégia, nem defeito. É feitio. Ainda bem. 



publicado por Francisco Teixeira às 10:23 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Falar de austeridade numa conferência sobre crescimento.



publicado por Francisco Teixeira às 00:10 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Quinta-feira, 21 de Fevereiro de 2013

Grande análise sobre Vitor Gaspar. No bom, no mau e no muito mau.



publicado por Francisco Teixeira às 22:50 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Em remate ao post anterior, até porque não costumo falar disto. Pertenço (como um dia alguém, simpaticamente, me questionou) a uma família de salazaristas empedernidos. Antepassados do regime, políticos destacados, costados de bem com o que de melhor essas décadas parecem ter proporcionado. Cresci a ouvir histórias sobre as maravilhas desses tempos, as trevas depois de 74, a miséria de país que temos hoje. A minha resposta é sempre a mesma: agradeço muito as lembranças mas javardice por javardice, prefiro as badalhoquices de agora, sempre são da gana de cada um, feitas em liberdade e com liberdade. A começar no direito a sair do país sem a autorização do "esposo" ou na consumação de um casamento com quem nos der na telha, homem ou mulher. Liberdade não é folha de cálculo, é um valor qualitativo.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 10:57 | link do post

O que um gajo aprende nestes tempos de "rebeldia" literária. Então não é que o Cerejeira foi vítima da censura, o que parece fazer dele um amante da liberdade? E não é que no Estado Novo é que se vivia bem? Ou que talvez por culpa dos treze anos de guerra em África é que não entrámos mais cedo na CEE? Caramba, que azar. E que sorte a nossa termos tido uma economia tão pujante, a sociedade tão viva e participativa, a imprensa com tanta qualidade e por aí fora. Diz que esta é a narrativa que a "nossa direita" tem para contrariar a mitologia da esquerda sobre a "longa noite do fascismo". Não era preciso tanta criatividade. Vale mais a pena dizer tudo em poucas palavras: ditaduras hard ou menos hard são ditaduras, não têm defesa, nem argumentos legitimadores, nem narrativas desculpabilizantes. A direita que pretende acomodar o salazarismo com números e estatísticas não faz mais do que dar a vitória antecipada à esquerda. Porque um regime sem liberdades, tenha ele uma natureza militar ou paroquial, não passa à bondade da história por uma afirmação numérica. É um combate perdido ontem, hoje e sempre. E ainda bem.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 10:43 | link do post

A notícia da morte de Hugo Chávez foi aparentemente exagerada, mas há uma pergunta que permanece: pode o chavismo sobreviver sem Chávez? Desde o seu internamento em Havana a moeda desvalorizou quase 50%, o que diminuirá o poder de compra das classes mais baixas, que já suportam uma inflação na ordem dos 18%. De facto, a saúde económica da Venezuela não é a melhor: o défice subiu 15% em quatro anos, as importações de 13 mil milhões de dólares para 50 mil milhões numa década e as receitas do petróleo, sustento das finanças públicas, podem não suportar os programas sociais da base eleitoral do PSUV, sobre a qual vai incidir a alta dos preços dos produtos alimentares importados, fatia maioritária em que gastam os já baixos rendimentos. E é aqui que voltamos novamente a Chávez.

 

Hoje no Diário de Notícias



publicado por Bernardo Pires de Lima às 09:53 | link do post

“Miguel Relvas foi vítima de actos civicamente inaceitáveis e, por isso mesmo, condenáveis. Ponto final. (...) Essa rapaziada, com a minúscula desculpa de uma certa inconsciência, usou de uma violência incompatível com a afirmação do primado da liberdade”. Francisco Assis.



publicado por Francisco Teixeira às 09:35 | link do post | comentar | ver comentários (5)

Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2013

O PS não percebeu que as facilidades de hoje são as dificuldades de amanhã. Soares sentiu-o na Marinha Grande, Assis em Felgueiras. Mais cedo do que tarde o PS terá mais uma Grandolada. Espero nunca ver CDS e PSD ao colo do Bloco e Pê-Cê como hoje vi Zorrinho e Bernardino.



publicado por Francisco Teixeira às 21:53 | link do post | comentar | ver comentários (16)

Terça-feira, 19 de Fevereiro de 2013
Foi assim com Sócrates, com Cavaco ou com Miguel Relvas. Estar à rasca não justifica ser rasca.


publicado por Francisco Teixeira às 21:16 | link do post | comentar | ver comentários (10)

Assim, das duas, uma: ou Washington reconhece o falhanço da sua política com a Coreia do Norte e estabelece uma nova relação bilateral que simultaneamente influencie melhor o regime do que tem feito a China e conduza à assinatura de um tratado de paz na península; ou aceita o statu quo, mantendo a tensão latente, permitindo ensaios regulares, um regime em colapso e mais um caso de proliferação nuclear sem rei nem roque. Observadores atentos para copiar o exemplo não devem faltar.

 

Hoje no Diário de Notícias



publicado por Bernardo Pires de Lima às 10:52 | link do post

Há uma parte desta notícia que me deixa inquieto:  João Palma era contra a Cândida Almeida no DCIAP. Só espero que quem tome conta do departamento não seja do agrado de João Palma. Pelo menos essa vantagem Cândida Almeida tinha.



publicado por Pedro Marques Lopes às 02:26 | link do post | comentar

Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2013

Mateus 4:1, 3-4 “Então foi conduzido Jesus pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo Diabo. … Chegando, então, o tentador, disse-lhe: Se tu és Filho de Deus manda que estas pedras se tornem em pães”.

E por aqui se prova que o Lúcifer além de velho é burro. Como é evidente Jesus deve ter encolhido os ombros e suspirado: “Grande asno, ainda se fosse transformar estes calhaus em três raparigas de amplos seios, longas pernas e dezanove protuberantes primaveras, umas garrafas de Dom Perignon, uma Perdiz de escabeche, três embalagens de Viagra, um concerto dos Smiths e dois cafés mais um Balvenie, vá que não vá. Agora, pão ? Por amor do Paizinho... milagres, sim senhor, estou disponível, mas tem de ser uma coisa como deve ser.”

É por estas e outras que Jesus construiu uma Igreja como deve ser, com sucursais espalhadas pelo mundo todo, palácios em tudo o que é sitio, um património que não caberia em mil museus, e o bronco do mafarrico ficou a ver navios com uns totós que acendem velas em bermas de estradas e degolam galinhas pretas.

Era perguntar a um cidadão: “olha , filho, queres ser líder da igreja, viver numa barraca num bairro da lata de Roma, comeres sopa e pão preto todo o santo dia, andar com uma túnica, sandálias, meias esburacadas e nadinha de coisa e tal ?”

Agora se lhe disserem: “pronto, sexo está fora de questão, mas tens um palácio para o dia a dia de esverdear de inveja o Bill Gates, um carro com o teu nome, o mundo inteiro a querer dar-te beijos no anel (pois, no anel é o que se pode arranjar), um lugar no camarote presidencial em todos os estádios de futebol do mundo e um hole in one de vez em quando (esta parte é só para candidatos a papa de especial bom gosto)?

É por estas e outras que nunca percebi por que diabo se associa a tentação a coisas más. Um tipo pode ficar gordo por comer demasiados hamburguers ou feijoadas à transmontana, ficar com o fígado debilitado por beber aniz ou Barca Velha, perder a cabeça por um camafeu ou pela Soraia Chaves.

A questão é e será sempre a mesma, estamos sempre a sacrificar qualquer coisa. As tentações não passam de opções. Estamos sempre a fazê-las: levantamo-nos ou não da cama, comemos ovos ou muesli, damos um beijo ou um pontapé no chefe, matamos o tédio ou o fígado, fazemos o que gostamos ou queremos um Clio dos novos. Fará o estimado leitor o favor de acrescentar uns volumes com outras escolhas. 

Vivemos de tentação em tentação, o desafio é escolher a tentação certa.


(da Life de Janeiro)

 

 

 



publicado por Pedro Marques Lopes às 17:37 | link do post | comentar

Domingo, 17 de Fevereiro de 2013

Todas as medidas que foram sendo tomadas e que vão continuar a ser terão sempre este tipo de consequências. No fundo, o Governo acredita que destruindo o actual tecido económico, provocando a maior recessão da nossa história recente, atirando milhões para o desemprego, dum momento para o outro e duma forma radical, resultará num país novo, dinâmico, exportador, empreendedor. Sem preguiçosos e sem os mandriões que viviam à custa dos subsídios de desemprego e dos rendimentos de inserção.


DN de hoje



publicado por Pedro Marques Lopes às 18:08 | link do post | comentar

Sábado, 16 de Fevereiro de 2013

 

"Ci si dimentica spesso che tutti noi siamo la Roma e che dobbiamo cercare insieme di proteggerla e difenderla per quello che rappresenta... Per me, è semplicemente la vita. Ora più che mai dico sempre e solo Forza Roma. Giù le mani dalla mia, nostra e vostra Roma!".



publicado por Bernardo Pires de Lima às 22:52 | link do post

Foram 65 palavras entre as quase 7 mil do "estado da União": o anúncio das negociações para o acordo de livre comércio e investimento transatlântico tem tanto de imprescindível como de incompreensão. Como é possível que o maior bloco económico do mundo, a mais sólida relação política da história, assente na mais poderosa aliança militar, não tenha ainda estabelecido uma zona de liberdade comercial que potencie empregos, negócios, comércio e regras de regulação?


Hoje no Diário de Notícias



publicado por Bernardo Pires de Lima às 10:36 | link do post

...o problema é esse: dois males somados não igualam um bem. 



publicado por Francisco Teixeira às 00:33 | link do post | comentar

do que nunca



publicado por Francisco Teixeira às 00:32 | link do post | comentar

Bernardo Pires de Lima

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