Quinta-feira, 4 de Abril de 2013

A pressão que isto comporta pode levar o Hezbollah a forçar nova ascensão pela via militar, colando a luta síria à sua no Líbano, obrigando Teerão a jogar nos dois tabuleiros e levando a região a mais caos. O assunto subiria ao Conselho de Segurança, a Rússia, os EUA e os países europeus abririam mais um braço de ferro. A Turquia tocava outra vez os alarmes na NATO e Israel reunia todo o seu aparato militar para o pior. E tudo isto apenas a 200 quilómetros de Chipre.

 

Hoje no Diário de Notícias



publicado por Bernardo Pires de Lima às 11:27 | link do post

Quarta-feira, 3 de Abril de 2013

Em política o tempo não é tudo mas quase. A moção de censura do PS teria muito impacto se acontecesse depois do conhecimento da deliberação do Tribunal Constitucional, sem ela a sua discussão não passará de mais um debate sobre o estado do país. Amanhã já ninguém se lembrará deste episódio.

Dada a degradação da situação económica e social, a apresentação da moção era uma inevitabilidade: o PS não pode deixar de se tentar afirmar como alternativa e este passo era essencial.

O problema é que as inevitabilidades não podem ser geridas. O PS mostra que, de facto, não tem uma alternativa política pensada, que não está preparado para governar e, por outro lado, não pode deixar de tentar derrubar o governo.

É um dos nossos grandes dramas, um dos nossos impasses: estamos entre um governo que já mostrou ser incompetente, que a cada dia prova que tem de ser removido e um PS que teima em não conseguir mostrar que é alternativa.  

 



publicado por Pedro Marques Lopes às 12:00 | link do post | comentar

Terça-feira, 2 de Abril de 2013
Andam a assobiar, a cantar e a esfregar as mãos quando as labaredas tocam nas pestanas de todos.


publicado por Francisco Teixeira às 23:51 | link do post | comentar

Não, esta peça não é um trabalho de humor da grande jornalista Judith Menezes e Sousa. É apenas mais um patético momento deste governo. O sr. ministro Relvas descobriu este rapaz no you tube e ele vai conseguir transformar o impulso jovem num sucesso.
Se tudo isto não fosse trágico até dava para umas belas gargalhadas.



publicado por Pedro Marques Lopes às 18:59 | link do post | comentar

A Joana Lopes lembra que há 38 anos se iniciou a primeira campanha eleitoral. No texto há uma fotografia onde se podem ver as enormes filas de gente que se ia recensear para poder votar. Não é possível deixar de sentir um aperto no peito ao ver aquela gente cinzenta, pobre, mas cheia de esperança. O jeito que nos dava um bocadinho que fosse daquela esperança.

O terramoto político sente-se, vê-se, mas ainda não aparece nos registos sismológicos. O país politico finge preparar-se para a moção de censura do PS, entretém-se com a discussão sobre o salário mínimo que, como toda a gente já percebeu, vai ter de esperar pelo fim do impasse político. Também há umas fotos da sra. Merkl nua para distrair.

E as pessoas que pensarão? Será que a apatia já se instalou? Será que esperam o despoletar da crise? Ou a crise é ainda maior do que nós pensávamos e os cidadãos nada esperam?  É este impasse político visto como mais uma brincadeira com que os políticos, jornalistas e comentadores se divertem e nada mais?



publicado por Pedro Marques Lopes às 11:07 | link do post | comentar

O regime norte-coreano é paranóico mas não é suicida. Tem consciência de que um passo em falso contra a Coreia do Sul ditará uma reação imediata de Seul e dos EUA. Mais: que uma escalada súbita será o princípio de uma derrota anunciada e de crise humanitária em cima da pobreza que a desgraça. A derrota militar de Pyongyang seria o colapso de um regime sustentado exclusivamente nas Forças Armadas e um degrau na ascensão de Seul num quadro de pré-reunificação peninsular.

 

Hoje no Diário de Notícias



publicado por Bernardo Pires de Lima às 10:30 | link do post

Segunda-feira, 1 de Abril de 2013

Há um tic-tac ensurdecedor na política portuguesa. Uma contagem decrescente.

A questão é que ninguém sabe para onde o relógio corre, o que está no fim da contagem.

Claro, esperamos a deliberação do Tribunal Constitucional, a execução orçamental respeitante ao primeiro trimestre, a remodelação, pelo Presidente da República, pelo CDS, o desmoronamento aparentemente eminente do Governo. Ninguém sabe é o que vem a seguir.

Vivemos no tal tic-tac infernal: sabemos que o caminho que a Europa percorre a matará e nos matará primeiro, sabemos que este Governo vive num estertor desde o episódio da TSU, que é absolutamente incompetente e que pura e simplesmente deixou de governar.

Nós vamos esperando. Conseguimos ouvir os sussurros das intrigas, o rumor dos rumores. O governo cai, e daí? O governo não cai, e daí? Tudo suspenso.



publicado por Pedro Marques Lopes às 12:12 | link do post | comentar

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