O Pacheco Pereira tem vindo a falar sobre o poder crescente de organizações angolanas na comunicação social, e não só, em Portugal. Desta vez, parece que adivinhou este miserável episódio. Em frente.
O facto de aceitamos alegremente dinheiro de proveniência duvidosa, fingirmos que é normal a família Santos ter tanto dinheiro e dominar uma inteira economia, é um sinal dos tempos e, infelizmente, da nossa miséria moral. Mas pior é sentirmos que há gente dentro do Governo português que é uma espécie de ponta de lança dos interesses dessas organizações angolanas. É mesmo assustador.
P.S Francisco, é bonita, quase enternecedora, a tua boa vontade, a tua capacidade de ver boas intenções onde eu vejo uma descarada interferência em conteúdos numa empresa pública, um despedimento disfarçado de remodelação. Era capaz de te pedir para leres a notícia mais uma vez, mas percebo que o teu bom coração não te permita ler o que o meu malévolo lê. Deve ser da velhice.