Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2012
A semana termina como começou: com pressão alta, muito alta, sobre Portugal e a sua capacidade financeira. A dúvida é saber se somos ou não um Estado solvente. E, a verdade, é que (ainda) não somos. Os parêntesis e o "ainda" servem para destacar uma expectativa, a minha expectativa. Espero que venhamos a ser, mas ainda não o somos. Uma coisa eu sei sem pestanejar um milésimo de segundo: ao contrário do que acontecia, agora enfrentamos a realidade com verdade. Dos últimos sete dias registo uma ideia do PM que gostei de ouvir: não estamos imunes de ir ao charco, mas no que depende de nós tudo faremos para o evitar. Mais vale uma verdade dura, do uma mentira suave.
De Luis a 27 de Janeiro de 2012 às 17:49
É só para avisar que o link para o 31daarmada está incorrecto. (http://uniaodefacto.blogs.sapo.pt/www.31daarmada.blogs.sapo.pt)
De scriabin a 27 de Janeiro de 2012 às 23:51
Francisco, saber coisas sem pestanejar um milésimo de segundo, não está ao alcance de qualquer um. Sendo essa coisa "a verdade", maior feito é.
De scriabin a 28 de Janeiro de 2012 às 10:48
A milhas. Numa altura em que tanto se discutem as soluções para a crise, aqui e lá fora, surgindo sérias dúvidas sobre as politicas europeias, tal manifestação de fé é comovente.
De VM a 28 de Janeiro de 2012 às 12:39
"Afinal não houve um desvio colossal na despesa em 2011. Quem o diz é a Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO), num relatório sobre a execução orçamental do ano passado, no qual conclui que o desvio existente se deveu a menos receita e não a despesa em excesso."
Esta mentira foi apenas a primeira de muitas de um governo que diz o Francisco "ao contrário do que acontecia, agora enfrentamos a realidade com verdade".
Nem sei que lhe diga.
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