A Standard & Poor's entrou nas eleições francesas sem apelo nem agravo ao mirrar o sagrado triplo A. Sarkozy andava à espera que a bomba lhe explodisse a qualquer dia e também por isso mostrava tanta sintonia com Merkel em público. Mas como alguém me disse em tempos, o facto de Paris e Berlim terem expeditamente retirado Londres do centro das decisões só mostra que o epicentro da crise está em França. E para a resolver, nem Sarkozy, nem Hollande e muito menos Marine Le Pen parecem ter soluções à altura.
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