A marca do Hezbollah tem estado presente e tudo leva a crer que a barbaridade na Bulgária tenha essa assinatura. Na véspera, Hassan Nasrallah, líder do movimento - há dois anos era a mais popular figura no Médio Oriente e há seis estrela nas 'manifs' de Trafalgar -, enalteceu o círculo de Assad morto nesse dia, a quem agradeceu os mísseis com que combatera Israel em 2006. No fim, disse que uma surpresa aguardaria Israel. Não se enganou.
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