A Líbia não deixou o islamismo conservador de um dia para o outro. Mas a aversão à IM e as ansiedades materiais ditaram a sua lei. Como lembra Nikolas Gvosdev numa recente National Interest, este cheque de esperança, defraudado, pode acabar como a transição pós-soviética na Bielorrússia: crença no reformismo de Shushkevich seguida de tremenda desilusão. Três anos depois, Lukashenko era rei e senhor. Vale a pena aprender com os outros.
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