Se Deus quiser chego lá.
A CML faliu há poucos anos. Nunca geriu nem quis saber da gestão dos transportes da cidade. Que se enterraram em dívida. Um Governo PS, com António Costa como número dois, faliu o país. Pediu ajuda e deu como garantia, entre outras coisas, a privatização do Metro e da Carris. Agora António Costa já não é (oficialmente) número dois do PS. O PS já não governa. Mas há que pagar a dívida do país e das empresas públicas de transportes de Lisboa que, finalmente, entraram equilíbrio financeiro do ponto de vista operacional. E: dar honra aos compromissos assumidos. Será mesmo verdade que António Costa quer travar nos tribunais a privatização das empresas de transporte da cidade?
clap, clap, clap...
Numa televisão perto de si.
Sócrates disse hoje que apresentou primeiro aos portugueses o PEC IV e, só depois, o levou a Bruxelas.
Portas marcou uma dead-line para a remodelação: 6 e 7 de Julho.
O Governo mudou a torre de comando e controlo. Entrou gente competente, sem track record nestas lides. Só o tempo dirá se a moeda é boa, má ou apenas diferente.
Fez um dos melhores discursos de que me lembro na despedida. No regresso foi banal. Demasiado banal.
Tentei, falhei. Esforcei-me, não alcancei. Procurei, não consegui. Fiz isto, aquilo, acolotro, acertei aqui e acolá, falhei no outro, acolotro.
"Em vez de um Senado agora até podemos fazer um talk-show", António Vitorino.
Maria de Lurdes Rodrigues, Augusto Santos Silva, António Vitorino, Jorge Coelho, Jorge Lacão. Falta José Sócrates. Só prova uma coisa: quando quem manda não ocupa a antena, mais cedo do que tarde, ela é tomada.
Na economia, no euro, na Europa, no crescimento, na política, no Sporting, na Europa, no investimento, nos líderes europeus, na oposição, na Europa, na seleção, na oposição...na Europa.
Parabéns à RTP pelo rasgo e ao pai da ideia que despenteou tudo e todos. Parabéns ao Governo por não ter interferido e digo-o porque poucos ou nenhum o fariam. Parabéns a José Sócrates pela coragem. Parabéns a Nuno Morais Sarmento por ter feito o melhor comentário sobre o regresso do ex-primeiro-ministro. Sou dos que acredita que, com ou sem vergonha, a política é feita de duas coisas: resultados ou falta de resultados. Sócrates não os teve e falhou. Veremos o que acontecerá ao atual Governo no momento do exame: Outubro de 2015.
Sou dos que acredita que o problema não é Gaspar, mas o peso que tem no Governo.
Gazprom propõe pagar resgate de Chipre em troca da exploração de gás.
O PS pode não concordar com a reforma do Estado? Pode. Pode não concordar sequer com a sua necessidade? Pode. Pode contestar a dimensão da reforma? Pode. Pode debater o impato e a necessidade de uma reforma do Estado? Pode. Pode debater a reforma do Estado, o seu impato e a sua necessidade caso o debate ocorra numa universidade pública? Pode. Pode debater a reforma do Estado, o seu impato e necessidade caso o debate seja feito no Parlamento, com os representantes dos portugueses, legitimamente eleitos? Não. Para este PS, não. Essa coisa de debater no Parlamento a reforma do Estado está fora de questão. Ainda para mais com os representantes do povo. Isso é que não. Está tudo dito.
A riqueza de espírito do Papa dos pobres.
Continuo a acreditar que o problema não é o peso que tem no Governo. Mas a falta de um contrapeso.
Do fim para o centro do Mundo. Assim esperamos.
Um assessor do primeiro-ministro escreveu com ironia sobre as propostas que o PS apresenta como alternativa à política do Governo. Escreveu e deu a cara. É óbvio que um cobarde não compreende e critica. Saudades do tempo em que o PS não se escondia atrás de arbustos.
PS e PSD fizeram uma lei para limitar a três mandatos a presença de um presidente na mesma câmara. Foi esse o entendimento dos dois partidos. Mas a lei saiu coxa. Dúbia. Suscita dúvidas. Levanta suspeitas. Não é clara. Não é cristalina. Custa-vos assim tanto serem crescidinhos e clarificarem a lei ou vamos andar neste lavar de roupa suja até Outubro?
Hoje, como lhe compete, o ministro da Economia juntou jovens empresários para promover o crescimento económico, enquanto o ministro dos Negócios Estrangeiros, como lhe compete, passou o dia a promover Portugal, em Londres, como destino para o investimento direto estrangeiro no setor do imobiliário.
Depois da "Simão Bocanegra" e de um jantar de Estado o primeiro-ministro bebeu chá com seis jovens emigrantes no Hotel Sacher. O Miguel não percebeu o óbvio: não é estratégia, nem defeito. É feitio. Ainda bem.