Terça-feira, 15 de Setembro de 2009

 

Nunca gostei de homens, mas o meu Beatle preferido sempre foi o Ringo. Talvez por ser o mais feio.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 09:31 | link do post

Segunda-feira, 14 de Setembro de 2009



publicado por Pedro Marques Lopes às 16:20 | link do post | comentar

Nunca tive muito o hábito de desconsiderar as opções políticas dos portugueses. Sou mesmo de opinião que os resultados eleitorais na história portuguesa revelam até um amadurecimento pouco comum numa democracia tão jovem. Se o que vem aí é fragmentação política e uma redução do peso dos dois grandes partidos, então devíamos começar por tirar daí ilações. Os portugueses estão cansados de rotativismo ou querem que os dois se entendam? Há fragmentação do voto por outros partidos porque eles são alternativas ou é a conjuntura de crise económica que a isso ajuda? E se são alternativa, estão capazes de assumir essa responsabilidade? Se o eleitorado quer governos de coligação ou em minoria, está com isso a dizer que governabilidade não resulta necessariamente de uma maioria absoluta de um só partido? Ou quer com isso dizer que é favorável a um Presidente da República mais activo, seja ele Cavaco, Guterres, Barroso ou Gama?

Um dos grandes erros que os políticos por vezes cometem é considerar que os partidos são donos dos votos e que os portugueses são uns perfeitos mentecaptos. Convinha não insistir muito neste erro.  



publicado por Bernardo Pires de Lima às 15:52 | link do post

 

 



publicado por Bernardo Pires de Lima às 15:37 | link do post

 

O triunfo da ordem liberal sobre a totalitária decretou a morte da Guerra Fria (11/9). Com a entrada da Europa Central e de Leste e a manutenção do Japão e Coreia do Sul, o modelo ganhou dimensão e responsabilidade. Mas não garantiu a paz. No Golfo, Bósnia e Kosovo a responsabilidade de proteger tornou-se mais importante que a defesa do interesse nacional. O conceito de segurança alargou-se e a responsabilidade internacional da liberal cresceu.
A fragilidade de muitos “Estados” abriu o apetite a redes terroristas com um fito único: destruir esta ordem vencedora. Foi este terrorismo que esteve nos Balcãs, Norte e Corno de África, Médio Oriente, Ásia Central. Até que a 11/9/2001 (9/11) era destruído o alvo maior: a Guerra Fria tinha morte dupla. O que se seguiu mostrou uma superpotência vulnerável, errática, disposta a quebrar alianças históricas e a fazer outras, conjunturais. Os BRIC (como Alemanha e França) perceberam. Reconheceriam que o enfraquecimento dos EUA desligaria a sua corrente de crescimento. O mundo tornou-se mais interdependente e também mais dependente do sucesso da liderança norte-americana: um grande passo para todos.   
 
6ª, no i.


publicado por Bernardo Pires de Lima às 00:52 | link do post

Domingo, 13 de Setembro de 2009

Muito gostava de ver e ouvir os defensores da liberdade de expressão e da ética jornalística acerca da coluna do provedor do leitor do Público.

Onde é que andarão, nestas alturas, os controleiros dos media?



publicado por Pedro Marques Lopes às 18:44 | link do post | comentar

 

 



publicado por Bernardo Pires de Lima às 14:42 | link do post

O anúncio de uma proposta governamental que visava concentrar os anúncios oficiais de organismos estatais, tribunais e outras entidades públicas num portal na Internet foi amplamente criticado. O principal argumento, de quem se opôs a esta medida, era muito claro: muitos jornais dependiam, em larga escala, deste fluxo financeiro. Ou seja, o Estado devia continuar a privilegiar os jornais como meio de comunicação com os cidadãos, independentemente de esta ser eficiente ou economicamente razoável.

 

DN de hoje



publicado por Pedro Marques Lopes às 12:42 | link do post | comentar

Sábado, 12 de Setembro de 2009

 

The Abbey Road E.P (1988)

Red Hot Chili Peppers

 



publicado por Bernardo Pires de Lima às 10:24 | link do post

Sexta-feira, 11 de Setembro de 2009


publicado por Pedro Marques Lopes às 17:37 | link do post | comentar

A Sra Dra Ferreira Leite não sabe o que vai fazer em termos económicos, fiscais e segurança. Sabe apenas que a Madeira é um exemplo de democracia e que a RTP devia dar emprego à Manuela Moura Guedes.

Estamos conversados.

 



publicado por Pedro Marques Lopes às 14:52 | link do post | comentar

Quinta-feira, 10 de Setembro de 2009
Mais um mês de governo Brown, mais um desnorte. Em poucas semanas o seu executivo foi inábil interna e externamente. Primeiro, o seu ministro da Justiça negou que um acordo de exploração petrolífera na Líbia contemplasse a libertação de Megrahi, responsável pelo atentado de Lockerbie. Depois assumiu que o acordo incluía o líbio, mas que tinha deixado Brown à margem. Um ministro da Justiça que se compromete com negócios e não com a Justiça resume o seu perfil.
Segundo, Brown reconheceu que as famílias das vítimas do IRA tinham direito a indemnizações, pelo facto da Líbia ter auxiliado o movimento, mas negou a intenção de negociar directamente com Kadhafi. Ou seja, fê-lo por 900 milhões de dólares, nega-o quando se trata de "ressarcir" familiares das vítimas.
Terceiro, a justiça britânica julgou em três anos autores de planos terroristas contra voos transatlânticos. Foi a maior investigação anti-terrorista e evitou a morte a 1500 pessoas. Os serviços secretos funcionaram, a investigação foi célere e a imagem da justiça beneficiada. O governo Brown terá a sua sentença em 2010. Para já, a avaliação preliminar é simples: contraditório, negligente e desnorteado. Tudo tem um preço.
 
Hoje no i.


publicado por Bernardo Pires de Lima às 17:52 | link do post

Há dias vi o debate entre a Dra. da Verdade e o Dr. da Virtude. A partir daí só me apeteceu fazer uma coisa: pecar.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 12:43 | link do post

Quarta-feira, 9 de Setembro de 2009


publicado por Pedro Marques Lopes às 22:57 | link do post | comentar

 

Regressa hoje a Edição Internacional da Rádio Renascença. Comigo vai estar o Tiago Moreira de Sá para falar da estratégia de Obama para o Afeganistão e do caso entre Gordon Brown e a Líbia. Como sempre, às 23.30.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 17:22 | link do post

O PS anda a fazer uma tristíssima figura com a história dos carros. Não há dúvida: o PS e o PSD estão bem um para o outro.



publicado por Pedro Marques Lopes às 15:40 | link do post | comentar

Ele há coisas muito curiosas. O cidadão Carrilho andou muito caladinho enquanto o país, segundo ele, se afundava. Mal foi nomeado para um cargo internacional descobriu a pólvora. Coincidências, está bom de ver.



publicado por Pedro Marques Lopes às 15:35 | link do post | comentar



publicado por Pedro Marques Lopes às 15:21 | link do post | comentar

Terça-feira, 8 de Setembro de 2009

Aparentemente, a Dra Ferreira Leite não estava contente com a estratégia da “asfixia democrática” e resolveu destruí-la. Só assim se podem compreender as suas espantosas declarações durante a visita à Madeira. Fez bem.

Essa conversa pateta já tinha sido utilizada pelos socialistas ao tempo de Cavaco Silva e teve os resultados conhecidos.  

Claro está que havia outras maneiras de rasgar uma campanha mas também está bem.

 



publicado por Pedro Marques Lopes às 18:12 | link do post | comentar

Chamar debate à conversa que Paulo Portas e Jerónimo de Sousa mantiveram é quase ridículo. Escutamos duas pessoas que tiveram um debate, sem contraponto, com alguém que não estava presente.

 

Paulo Portas tinha três objectivos. O primeiro era deixar claro quem era o verdadeiro adversário e repetiu-o várias vezes: José Sócrates. O segundo era não deixar que Jerónimo de Sousa tivesse um discurso demasiado radical de modo a não assustar os eleitores que hesitam entre o PS e os outros partidos de esquerda. O terceiro era não hostilizar o PSD mas mostrar que tinha um discurso mais fluído e assertivo que a líder dos social-democratas.

Cumpriu-os todos e mostrou que é alguém com quem tem de contar nesta batalha eleitoral. Paulo Portas é mais que um sobrevivente é alguém que sabe que pode ser fundamental no pós 27 de Setembro.

 

Jerónimo de Sousa continua a confiar em demasia na sua boa imagem e na condescendência com que é tratado pelos seus opositores e opinião pública. Não se prepara minimamente – provavelmente porque sente que lhe basta repetir os chavões do costume para manter o seu eleitorado tradicional – e prefere atacar os seus adversários quando eles não estão presentes, como tem sido constante nos comícios.

Foi quase patético ver a quantidade de vezes em que Jerónimo de Sousa concordou com Portas e vice-versa.

 



publicado por Pedro Marques Lopes às 17:50 | link do post | comentar

Não sei se repararam, mas houve alguns socialistas que não se incomodaram nada com a visita/homenagem a Kaddafi. Tirando a dra. Ana Gomes, muitos valeram-se de uma súbita tentação realista para justificar o gesto (bem mais que simbólico) face aos negócios que salvarão Portugal da crise. O curioso é que estes mesmos apoiantes do comportamento do Estado português em Tripoli eram as mesmas vozes que acusavam "o Bush" de andar a alimentar guerras pelo mundo fora por causa do petróleo e da voragem do "império" que liderava. O sectarismo podia tirar folga de vez em quando, mas parece que anda a fazer horas extraordinárias.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 14:46 | link do post

Numa semana, encobrindo um negócio de milhões com o manto do humanismo, a justiça britânica (pois, escocesa...) libertou um líbio que matou em Lockerbie 270 pessoas (1988). Era um voo transatlântico com destino a Nova Iorque. Esta semana, a justiça britânica julgou  e condenou três homens responsáveis por aquilo que poderia ter representado a maior tragédia de um voo transatlântico, caso tivesse acontecido (2006). Teriam morrido, pelas mãos destes terroristas, 1500 pessoas. Foi a maior investigação anti-terrorista feita pela justiça britânica.

Estas últimas semanas representaram bem a imagem do governo Brown: contraditório, paradoxal, desnorteado. A este ritmo, terá um fim muito pouco simpático. Não tenho pena.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 14:18 | link do post

Segunda-feira, 7 de Setembro de 2009

Neste país, quando há uma coisa qualquer bem feita trata-se logo de a matar. Há um sadismo na portugalidade que me causa vómitos. Em Lisboa estamos assim: ou é de luxo, ou então toca de fechar aquilo. Parece que é o que vai acontecer ao Terraço. Para quem não conhece, estamos a falar da melhor vista de Lisboa com uma imperial e tremoços à mesa. Além disso, reúne o melhor de Lisboa: simplicidade e muita gente livre junta. Livre? Sim, há ali freedom a potes. Parece que vão lá fazer um "restaurante de muita qualidade". E com pretenciosimo em excesso, também. Isto já mete nojo.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 15:41 | link do post

Ou muito me engano ou vai ser best-seller a partir de dia 27.



publicado por Pedro Marques Lopes às 12:17 | link do post | comentar

São conhecidos os métodos utilizados pela Rússia de Putin na Chechénia, durante a última década. A tortura bárbara e a violência indiscriminada foram práticas correntes. Moscovo viu morrer mais de 400 pessoas em zonas residenciais e transportes públicos. Em Grózni, o número chegou aos 100 mil. Olho por olho, dente por dente. Além da Chechénia, outras províncias russas no Norte do Cáucaso – Daguestão e Inguchétia – foram reforçadas por Moscovo com lideranças tiranas, como as de Kadyrov e Yevkurov. A “ordem” regressou, mas o “progresso” não: o desemprego e a pobreza continuam a reinar. O Kremlin decretou o fim da guerra em Abril deste ano, mas provavelmente retomará a emissão dentro de momentos.

Entre Junho e Agosto de 2009, 436 pessoas foram mortas na região, um claro contraste com as 150 do mesmo período de 2008. São números impressionantes para quem como nós, europeus ocidentais, costuma olhar para a Rússia através da opulência do eixo Moscovo-São Petersburgo. A Rússia é bem mais que isso e é essa imensidão que constitui o seu maior problema: desertificada, pobre, tirana, extremista. Extremismo que em muitos casos é de origem islâmica e tem no método suicida um sacramento. A ameaça será agravada se grupos que operam no Afeganistão se deslocarem para o interior da Federação Russa. Acreditem que a última coisa que o Ocidente precisa é de dois Afeganistões. Daqui para a frente? Mais do mesmo: olho por olho, dente por dente. Está-lhes no sangue.
 
Sábado no i.
 


publicado por Bernardo Pires de Lima às 12:05 | link do post

Grande post do Francisco. Não vai faltar gente a dizer que ele está ao serviço do projecto claustrofóbico.



publicado por Pedro Marques Lopes às 11:09 | link do post | comentar

Domingo, 6 de Setembro de 2009

 

 



publicado por Bernardo Pires de Lima às 13:27 | link do post

Sábado, 5 de Setembro de 2009

 

Get Ready (2001)

New Order



publicado por Bernardo Pires de Lima às 13:18 | link do post

Sexta-feira, 4 de Setembro de 2009

Há notícias cá de um calibre... Olhem esta: Siza e Lobo Antunes só se conheceram pessoalmente esta 5ª quando cada um foi receber um prémio de 42 mil euros (Lusa). A nossa cultura estava mesmo a precisar destes afectos.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 17:21 | link do post

Um primeiro-ministro governa um país, não edita informação.

 

André Macedo, hoje no i



publicado por Bernardo Pires de Lima às 15:24 | link do post

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