Terça-feira, 12 de Abril de 2011

A irresponsabilidade governamental ao não responder atempadamente à crise internacional foi apenas uma parte, por ventura, pequena do problema. Este Governo teve todas as possibilidades de alterar os problemas endémicos do País que faz que qualquer convulsão internacional deixe Portugal de rastos. Será que alguém acredita que um país pode endividar-se indefinidamente com crescimentos económicos baixíssimos? Pois claro, há três anos o nosso endividamento estava na média europeia, mas quando pedimos dinheiro emprestado e não o rentabilizamos cedo ou tarde a ruptura acontece.

E convém recordar que não estamos a falar de pessoas que chegaram ontem: a maioria dos responsáveis tem mais de dez anos de exercício de poder.

 

DN de domingo



publicado por Pedro Marques Lopes às 13:31 | link do post | comentar

Propostas para o País não se ouve nenhuma e os políticos ainda não perceberam bem o ponto de rebuçado em que nos encontramos. No dia em que entra o FMI, o PS dá duas conferências de imprensa para reagir a uma entrevista do líder do PSD. Propostas para o País não se ouve nenhuma. Nuno Morais Sarmento, presidente da jurisdição do PSD quando se aprovou a bacoca mas em vigor lei da rolha, ataca a escolha do seu partido para presidente do Parlamento. Propostas para o País não se ouve nenhuma. Não arrepiem caminho não e depois queixem-se... 



publicado por Francisco Teixeira às 12:28 | link do post | comentar

Segunda-feira, 11 de Abril de 2011

Há qualquer coisa de tiririca nestas eleições. Não que haja um palhaço igual, mas porque as surpresas não têm fim. E a última é sempre mais patética que a anterior. Vamos ainda ouvir falar muito de brasileirices nesta campanha.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 18:45 | link do post



publicado por Bernardo Pires de Lima às 18:01 | link do post

 

 

Contas da Direcção do PSD: Professores + 594.068 Nobre votos = abrangente vitória eleitoral;

Outras contas: Professores + 594.068 Nobre votos - eleitorado natural do PSD - (+/-) 592.000 dos Nobre votos - Professores tipo Mário Nogueira que nunca votam à direita do PCP - gente que não gosta de oportunistas - pessoal que não aprecia demagogos -  eleitores de direita que não acham piada a misturas com a FENPROF e o BE = a vitória frouxa ou inacreditável derrota eleitoral.



publicado por Francisco Proença de Carvalho às 14:56 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Cansado de três dias de trabalho num comício-festa em Matosinhos onde um conjunto de rapazes jurou a pés juntos que não tinha culpa nenhuma das desgraças cá do burgo, adormeci. Sonhei que o PSD tinha anunciado Fernando Nobre como cabeça de lista por Lisboa e que o combatente impiedoso contra os políticos, o homem que excluía em definitivo um cargo de nomeação político-partidária (apesar de se rever nos ideais do Bloco de Esquerda), o lutador contra os que querem um Estado mais pequeno, seria o candidato dos social-democratas a Presidente da AR. Malditos pesadelos.



publicado por Pedro Marques Lopes às 00:56 | link do post | comentar

Disseram-me que Fernando Nobre seria cabeça de lista do PSD por Lisboa (ainda por cima onde eu voto). Pensei que estavam a brincar. Pelos vistos, não estavam. Nem sei bem o que dizer. Só me ocorre uma coisa: endoideceram ou estamos a falar de uma estratégia muito à frente (estilo Jorge Jesus)? Se calhar sou eu que não percebo nada disto. Deve ser isso... Só pode!

Depois não venham dizer que os Portugueses se deixam enganar por Sócrates ou lamentarem-se pelo ressuscitar de dois dígitos do CDS.

 



publicado por Francisco Proença de Carvalho às 00:02 | link do post | comentar

Domingo, 10 de Abril de 2011

Gostei do princípio: um partido que ambiciona ser Governo diz antes o que fará depois. A democracia só ganharia se conhecêssemos o ministro das Finanças, o da Educação, o da Saúde, o dos Negócios Estrangeiros (e por aí fora) de cada um dos partidos. E o que farão nos primeiros 100 dias. Se Nobre dará ou não um bom presidente do Parlamento é um outro debate, mas o debate da transparência não deve ser menosprezado. Quem ganhou em 2002, 2005 e 2009 garantiu que não aumentava impostos. O FMI entra na terça, cinco aumentos depois...



publicado por Francisco Teixeira às 23:22 | link do post | comentar

Regressei hoje ao mundo das notícias depois de dois dias 'out'. Arbustos, crise provocada pela oposição, ambição pelo pote. Leio de tudo. Sem mea culpas. Fora da política tenho lido "Pedro e o lobo", "Branca de neve e os sete anões", "Principezinho", "Tio Patinhas na caixa forte" e "Pateta junta os amigos". A 48 horas da chegada do FMI é nas fábulas infantis que encontro realidade.  



publicado por Francisco Teixeira às 22:12 | link do post | comentar

De Casablanca a Bengazi, de Saná a Riade, do Cairo a Damasco, ninguém saiu à rua para queimar a bandeira israelita (ou dos EUA), nem se ouviram gritos de ódio a Netanyahu. Ainda esta semana, sondagem do International Peace Institute indicava números surpreendentes: 60% dos egípcios são favoráveis à manutenção do acordo de paz com Israel, 23% apoiam o partido secular de Amr Moussar (ex-MNE) e 12% a Irmandade Muçulmana.

 

Ontem no Diário de Notícias



publicado por Bernardo Pires de Lima às 15:47 | link do post



publicado por Bernardo Pires de Lima às 13:10 | link do post

A estratégia de último defensor da res publica discursada por Sócrates, poderia fazer sentido há uma semana. Esse discurso sempre pegou neste país ultra dependente do Estado que vive num absurdo medo do "papão" neo-liberal. No entanto, a verdade é que no país pós FMI (agora com um nome europeu mais simpático), essa conversa é pouco mais do que uma retórica vazia e sem sentido. 

Como se viu no congresso deste fim-de-semana, o PS é um partido muito mais organizado, solidário e unido que o PSD. É essa a sua força. Ainda assim, não é difícil o PSD ganhar tranquilamente estas eleições. Basta apresentar um caminho alternativo firme e coerente (sem os ziguezagues a que temos assistido) e ter a inteligência de não entrar na paródia ideológica, chamando serenamente a atenção dos Portugueses para o resultado de uma governação com complexo ideológico socialista - a falência, o FMI, o resgate, a humilhação de um país...



publicado por Francisco Proença de Carvalho às 00:49 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Sábado, 9 de Abril de 2011

A 5 de Junho, eu, eleitor, 31 anos tenho uma única preocupação: soluções. Por mim e pelos que aqui estão, mais ou menos, desprotegidos. Quero-as como se tivesse atravessado o deserto com a boca cheia de sal. S-O-L-U-Ç-Õ-E-S! Não podem ser mágicas, não serão fáceis, não há milagres, mas quero soluções imediatas. Quem procura soluções quer R-E-S-U-L-T-A-D-O-S. Quando votar vou estar focado numa folha de excel: custo + benefício é = a? Sem esquecer o histórico, sem menosprezar equipas, sem deixar de olhar para rumos. Soluções e resultados. Sem esquecer o histórico...Atenção, sem esquecer o histórico....



publicado por Francisco Teixeira às 00:47 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sexta-feira, 8 de Abril de 2011

Tivemos o primeiro-ministro da Europa (Soares), o primeiro-ministro do desenvolvimento (Cavaco), o primeiro-ministro do diálogo (Guterres), o primeiro-ministro da fuga (Barroso), o primeiro-ministro relâmpago (Santana) e o primeiro-ministro das facturas (Sócrates). Voltaremos a acertar no XVIII Governo Constitucional?



publicado por Francisco Teixeira às 14:32 | link do post | comentar

Quinta-feira, 7 de Abril de 2011

Não há memória de a França estar simultaneamente em três frentes de guerra: Afeganistão, Líbia e Costa do Marfim. As três têm um ponto em comum: é ao lado dos muçulmanos que Paris se bate. Parece paradoxal, tendo em conta a narrativa interna dos últimos anos, mas do ponto de vista político e eleitoral faz algum sentido.

 

Hoje no Diário de Notícias



publicado por Bernardo Pires de Lima às 14:36 | link do post

Portugal é o 3.º país da zona euro a ser resgatado e pode não ser o último. A Grécia tinha uma fraude, a Irlanda uma bolha e Portugal uma mega dívida (a que acresce um bloqueio permanente a reformas). Estes três países estão também no top 5 mundial de países em risco de falência, lado a lado com exemplares como o Paquistão, a Argentina ou a Ucrânia.

Independentemente das nossas culpas (e temos muitas), nada disto faz sentido...



publicado por Francisco Proença de Carvalho às 13:01 | link do post | comentar | ver comentários (2)



publicado por Francisco Teixeira às 12:13 | link do post | comentar

Quarta-feira, 6 de Abril de 2011



publicado por Francisco Teixeira às 20:34 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Obviamente não se pode esperar nada destas organizações. Elas simplesmente pintam uma solução multilateral para casos onde os seus líderes são os verdadeiros problemas. E, depois da habitual fotografia de família, ainda reforçam a sua legitimidade no exterior. Nem todo o multilateralismo é benigno.

Ontem no Diário de Notícias



publicado por Bernardo Pires de Lima às 17:36 | link do post

Senhores Conselheiros, por favor: podemos até estar falidos, mas não precisamos de perder a dignidade que nos resta...



publicado por Francisco Proença de Carvalho às 10:46 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Terça-feira, 5 de Abril de 2011

Ainda bem que puseste essa imagem no blog. Finalmente somos um clube de futebol a sério, que percebe o meio em que está e os clubes que o rodeiam: eleições impugnadas, tropa de choque, escolta policial, violência, mentira, charlatões, milhões para aqui e para ali. Estou muito mais tranquilo. Agora, sim, podemos lutar pelo título.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 10:47 | link do post

Segunda-feira, 4 de Abril de 2011

Pouco tempo depois de ter chegado a primeiro-ministro, Sócrates, dedo em riste para Santana e com um relatório Constâncio debaixo do braço, dizia que o défice era de 6,8%. Hoje, seis anos depois, com o alívio de quem acredita que fez o trabalho de casa, diz que o "défice são 6,8%". A ironia das ironias está no número. Para o INE e Eurostat é ao contrário: são 8,6%.



publicado por Francisco Teixeira às 22:25 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Aos meus amigos lagartos, evitando tocar nos resultados desportivos, deixo apenas uma imagem do clube dos finos:

 

Ao Pedro (o tripeiro cá do sítio), os meus parabéns! Foi merecido. Quanto à imbecilidade que vos fizemos (mais uma vez, sem metade do vosso talento), digamos que apenas quisemos confirmar que tomavam o banho anual com alguma privacidade. E à borla...

 

Um abraço



publicado por Francisco Proença de Carvalho às 22:24 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Os juros batem recordes, a dívida publica nos 97%, a dívida externa consolidada nos 130% do PIB, o desemprego nos 11%, a economia em recessão, a carga fiscal em máximos históricos, a banca pede um resgate...e o primeiro-ministro quer o TGV. Tê-jê-quê? Peuiiiiize, tende piedade de nós....



publicado por Francisco Teixeira às 22:14 | link do post | comentar

Esse jogo que deu ontem em carnide teve duas coisas boas dentro das trevas que um jogo desses acarreta para a minha pessoa: o clube que interessava perder, perdeu, o que para mim é motivo de satisfação imediata e constante; com excepção dos Aliados, ninguém no resto do país deu conta dos festejos do vencedor. Não tivesse eu um aparelho televisivo em casa e diria que este fim-de-semana não tinha havido bola.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 18:44 | link do post

Aquilo que se passou ontem no Estádio da Luz foi uma vergonha e todos o deveriam dizer. Bem alto. Não sei se no Dragão em circunstâncias idênticas não aconteceria o mesmo  - infelizmente, creio que sim. Mas a vergonha deve ser denunciada. Mesmo quando nos bate à porta.



publicado por Francisco Teixeira às 18:38 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Chateia-me que tenham ido a eleições, em Setembro de 2009, garantindo que o défice era de 5,9% quando sabiam que seria mais ou menos 9% - foi de 9,4%.

Chateia-me que tenham, nesse mesmo ano de 2009, aumentado os funcionários públicos em 2,9%. Já me tinha chateado que, em 2008, tivessem baixado o IVA em 1% quando todos os outros países e governos se preparavam para a borrasca que estava a dar à costa.

Chateia-me que tenham prometido tudo a todos – o Estado faz, nós asseguramos, nada será “rasgado”, “adiado”, “recalendarizado”.

Chateia-me que o ministro dos Transportes venha agora dizer que a falência técnica de várias empresas de transportes “é um problema com vários anos” quando, só nos últimos seis, a dívida pública passou de 68% para 97% do PIB.

Chateia-me que tenham andado os meses de Janeiro, Fevereiro e metade do mês de Março deste ano a cantar Aleluias cada vez que o sol furava as nuvens pretas durante escassos segundos. Fosse no crescimento económico de 2010, no aumento da receita fiscal, no disparar das exportações ou na diabolização de reformas tão necessárias quanto urgentes como as da Saúde, Educação, ou do Sector Empresarial do Estado.

Chateia-me que depois de largas semanas a negociar com o Eurostat o real valor do défice de 2010 o tenham ocultado.

Mas é inqualificável que perante a hipótese (esperemos que não passe disso) do Estado ficar sem oxigénio nos digam que, não só não podem fazer nada, como tem de ser o Presidente da República a fazê-lo.

 

P.S. Numa frase: Mais vale um pântano assumido do que um colapso escondido.



publicado por Francisco Teixeira às 14:58 | link do post | comentar

By Matthew Lynn - Mar 28, 2011 Bloomberg Opinion

 

Is it 50 billion euros? Or perhaps 70 billion euros? The cost of bailing out Portugal varies according to who makes the calculation. No one will know the real price until officials from the International Monetary Fund and the European Central Bank tell us. But it isn’t the actual amount that counts. It is the price the euro area is paying for having a single currency. And on that measure, a rescue package for the beleaguered Portuguese economy comes with far too high a price tag attached. It will raise too many questions about whether the euro can ever be made to work; it will mean there is no longer a firewall that stops the crisis from spreading to Europe’s core; and the Portuguese don’t seem willing to accept the same type of austerity package that Greece and Ireland got. For all three reasons, the last thing the euro area can deal with right now is a Portuguese rescue.

It now seems inevitable that Portugal will be forced to accept a bailout from the rest of the euro area. Last week, the country’s parliament rejected the package of budget cuts proposed by Prime Minister Jose Socrates, prompting him to offer his resignation. Fitch Ratings and Standard & Poor’s both lowered the country’s debt rating, and bond yields soared. Debt Payments The country needs money. It faces redemptions valued at about 9 billion euros ($12.7 billion) in total on April 15 and June 15, perhaps around the time of early elections to choose a new government. Portugal intends to sell as much as 20 billion euros of bonds this year to finance its budget and cover maturing debt. Right now, it doesn’t look as if the markets are willing to come up with that kind of cash. That leaves the euro area and the IMF as the only viable alternative -- the same way it was for Ireland and Greece.

The money can be found if it has to be. A bill for 70 billion euros won’t bankrupt Germany or France. But just because you can afford something financially doesn’t mean you can afford it in other ways. The euro area can’t take the cost of bailing out Portugal. Here’s why. First, there’s no easy explanation for why Portugal needs a rescue. Greece got into trouble because it fiddled its way into the single currency. It never really met the entry criteria in the first place, and its first application was quite rightly turned down. Ireland had a huge property and banking bubble, which then popped, plunging the economy into a deep recession. In both cases, you could argue that some external event created the crisis. It wasn’t the single currency as such.

No Bubble But Portugal? It didn’t fiddle any figures or have any kind of bubble. Ever since joining the euro, the country has had low growth, and that has worsened its debt position. It is hard to conclude that the problem was anything other than the currency itself -- and the way it affects countries that aren’t able to stay competitive with Germany. After this bailout, it will be impossible to claim that the euro represents a functioning monetary system with just a couple of rogue members. Its flaws will be impossible to ignore. Second, once Portugal is bailed out, the hard questions are raised.

For the last three months, the markets have been focusing all their firepower on this one tiny country on the western edge of Europe. Whether it is bust or not has never been a huge deal. It is the questions that come next that matter. Bank Stability Once Portugal is out of the way, the markets will start looking hard at Spain and Italy. And they will probe the stability of the euro area’s banking system. The answers may well turn out to be explosive. Portugal has been a kind of shield -- and without it, the euro will look a lot more exposed. Third, the Portuguese don’t look willing to play by the rules -- at least as they are written in Frankfurt and Brussels.

The indebted, peripheral countries are meant to accept massive austerity programs, and to allow the ECB and IMF to effectively run their economies. But the results elsewhere haven’t been encouraging. Greece is still stuck in a recession, and bond yields remain high. Ireland’s economy sinks further into the mud. It is no surprise the Portuguese have looked at the results of the medicine and wondered if it is a treatment they need. But if the Portuguese refuse to accept the austerity measures, what is Plan B? So far there hasn’t been any sign that anyone has thought of one. The euro area can pay for a Portuguese bailout. The 70 billion euros won’t matter much. But the final bill will end up being much costlier.



publicado por Francisco Proença de Carvalho às 12:10 | link do post | comentar

O FC Porto é demasiado competente e demasiado trabalhador para o país, e é por isso que gera tanta inveja. Custa muito dizer, mas Portugal, terra com demasiados ressabiados e invejosos, não merece o FC Porto.



publicado por Pedro Marques Lopes às 00:47 |
editado por Francisco Teixeira às 11:30link do post | comentar

Domingo, 3 de Abril de 2011

Ministro das Finanças: Vitor Bento

Ministro da Economia: Paulo Portas

Ministra do Ensino e Formação: Maria de Lurdes Rodrigues

Ministro dos Assuntos políticos: Luís Marques Mendes

Ministro dos Assuntos Sociais: Leonor Beleza

Ministro dos Negócios Estrangeiros e de Defesa: Luís Amado

Ministro do Interior: António Lobo Xavier

Ministro do Mar/Agricultura: Alexandre Relvas

Ministro do Ambiente e Território: Manuel Pinho



publicado por Francisco Teixeira às 17:28 | link do post | comentar | ver comentários (1)

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