Sábado, 15 de Outubro de 2011

A "comunidade internacional" fica alertada do nível da ameaça vinda do Irão; o Conselho de Segurança terá de tomar novas posições; Teerão reforça o seu isolamento regional em plena crise síria e crispando ainda mais os sunitas sob influência do Reino. Obama encontrou um foco ameaçador com capital de convergência interna. Não é pouca coisa em ano eleitoral.

 

Hoje no Diário de Notícias



publicado por Bernardo Pires de Lima às 23:50 | link do post

Sexta-feira, 14 de Outubro de 2011


publicado por Francisco Proença de Carvalho às 16:21 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Quinta-feira, 13 de Outubro de 2011


publicado por Pedro Marques Lopes às 18:30 | link do post | comentar

O Hamas venceu. Seis anos depois do sequestro de Shalit e após tentativas de mediação alemãs, turcas e egípcias, o líder do Hamas Khaled Mashall anuncia em Damasco o "triunfo nacional palestiniano". Depois do insucesso de Abbas na ONU e com Israel encurralado na "Primavera-Verão-Outono árabe", o Hamas dá a vitória ao povo: vergar Israel quando a Fatah não o consegue. Pormenor importante: antes de assinar o acordo, notificaram Ancara, um broker essencial como lhe chamou Shimon Peres. O Hamas e a Turquia são os grandes vencedores políticos desta história.

 

Hoje no Diário de Notícias



publicado por Bernardo Pires de Lima às 12:50 | link do post

Quarta-feira, 12 de Outubro de 2011


publicado por Francisco Teixeira às 16:33 | link do post | comentar



publicado por Francisco Teixeira às 13:08 | link do post | comentar



publicado por Francisco Proença de Carvalho às 10:49 | link do post | comentar

Terça-feira, 11 de Outubro de 2011

Estou muito aborrecido com a derrota da selecção. É que assim vou ter de aturar mais umas semanas desta merdelhice que são as selecções, patriotismos de tasca, hinos e o caraças mais velho. Quem gosta da selecção não gosta de futebol, e eu pelo-me por bola.



publicado por Pedro Marques Lopes às 23:12 | link do post | comentar

Duas semanas sem campeonato. Duas. Tudo por causa dessas prima-donas da selecção com pochetes louis vuitton e cabelos oxigenados. Já tenho saudades de um Rinaudo, de um Capel, de um Elias. Gosto cada vez mais do Sporting e cada vez menos de futebol.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 17:31 | link do post



publicado por Pedro Marques Lopes às 15:48 | link do post | comentar

Desde o The Shield que não gostava tanto duma série. Boardwalk Empire, Mad Men, Downton Abbey, a da Glenn Close, sim senhor, muito bem e tal e coisa. Mas isto é mesmo muito bom. Claro está que não é o The Wire, mas isso é uma cena única. 


publicado por Pedro Marques Lopes às 15:39 | link do post | comentar

Se tivermos em conta que as rondas eleitorais para as duas Câmaras parlamentares se farão entre Novembro e Março, se é delas que sairá o corpo redactorial da Constituição cuja feitura pode demorar meses, se pensarmos que o texto final irá a referendo e só depois terá lugar a eleição presidencial, então o Marechal Tantawi continuará no cadeirão dos faraós por 2013 dentro.

 

Hoje no Diário de Notícias



publicado por Bernardo Pires de Lima às 13:57 | link do post

O aumento do IVA pode ser o gatilho da contestação. Mais do que o aumento dos transportes, o fim das deduções fiscais, ou o aumento do gás e electricidade.... 



publicado por Francisco Teixeira às 13:11 | link do post | comentar

Uma das melhores entrevistas que li nos últimos tempos está hoje na última página do DN. É da coelhinha do PTP. Filha do Coelho, um dos palhaços de serviço da política portuguesa. Para a coelhinha ele é o "Senhor Coelho". Respect.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 12:31 | link do post



publicado por Pedro Marques Lopes às 12:10 | link do post | comentar

Segunda-feira, 10 de Outubro de 2011

Vejo que muitas vezes as pessoas ficam chocadas com a quantidade de processos anulados em Portugal, por questões ditas “processuais”. Muitas vezes essa “revolta” é manifestada contra os juízes que terminam com os processos dessa forma. Compreendo este estado de espírito, mas não posso concordar com ele. Na verdade, as ditas nulidades são aquilo que protege os cidadãos de actos arbitrários das entidades acusadoras. As nulidades protegem-nos do “vale tudo”, próprio de estados totalitários. Uma sociedade em que os fins justificam todos os meios é uma sociedade que não preza a liberdade e a democracia e, portanto, é fundamental que os magistrados exerçam plenamente as suas funções de garantes da legalidade e, em última instância, do Estado de Direito Democrático. Quem actua desta forma, abstraindo-se do espírito de histeria acusatória em que vivemos potenciada por circos mediáticos de cariz medieval, é muito corajoso e merece o meu reconhecimento público.

Está na hora de os Portugueses se questionarem por que razão tantos “poderosos” e “famosos” são absolvidos nos tribunais ou “salvos” por “deficiências” processuais, depois de ultra condenados na praça pública! A razão é simples: aqueles (ou aquelas) que os Portugueses tanto aplaudem por serem os justiceiros que finalmente estão a meter na ordem os ditos “poderosos”, têm-se dedicado mais a construir processos de intenções que culminam com condenações públicas sem direito a defesa condigna, do que a fazer processos jurídicos válidos, assentes em provas e factos e não em juízos de cariz pessoal. Em Portugal, tornou-se normal os processos estarem invertidos: primeiro cria-se a convicção e depois procura-se a prova. Assim, e como felizmente ainda existem muitos juízes corajosos e com espírito de missão na defesa dos pilares de um Estado de Direito, é natural que esses processos, mais tarde ou mais cedo, acabem por “morrer”. Mas, diga-se, quem acusa também não se preocupa muito com isso... Na verdade, sob o alto patrocínio de alguns meios de comunicação social cúmplices, a condenação pública já foi conseguida. No final, essa é que fica na memória colectiva...

 



publicado por Francisco Proença de Carvalho às 19:56 | link do post | comentar | ver comentários (2)

"O grande serviço que Sócrates prestou foi apagar o Bloco de Esquerda".



publicado por Francisco Teixeira às 14:15 | link do post | comentar

Nunca tive macs, nem ipods, nem o hábito de ouvir música no itunes ou em qualquer dessas plataformas online que nos ajudam a chegar a milhares de bandas a um ritmo, para mim, demasiado alucinante. Não tenho ipad e duvido que venha a ter. Continuo com o mesmo interesse por tecnologia que tenho pela observação de aves, pelo debate répública/monarquia ou pelas eleições da Madeira. Tenho um computador que faz o básico para eu trabalhar. Continuo a comprar cd's e vinis e a ouvi-los nos aparelhos cá de casa. Gosto de ler jornais e revistas em papel, mas agora que penso nisso, são cada vez menos os que leio. Talvez por haver às centenas. Era incapaz de ler um livro num kindle ou noutro aparelho tecnológico qualquer desses que alguns juram a pés juntos "mudam as nossas vidas". Gosto de ter tempo. Gosto de dispor do meu tempo. De o usar à minha maneira. Sem ser refém de nada nem de ninguém. Deve ser por isto que nunca tive facebook.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 00:13 | link do post

Domingo, 9 de Outubro de 2011

Perdeu:

1. Alberto João Jardim percebeu hoje o que não quis perceber há oito anos. Já deveria ter saído, com ou sem movimento para ser candidato a líder do PSD nacional, com ou sem saída airosa para comissário europeu. Deixa obra e dívida que jamais serão esquecidas. Sai pela porta dos fundos.

2. O Partido Socialista nem com o incumbente de gatas e a baliza a um palmo conseguiu vencer. Marcou golos, todos na própria baliza. Desde 1975 nunca percebeu que Jardim não pode ser menosprezado e só será derrotado com uma aposta de peso. Nomes não faltam, talvez coragem.

3. O Bloco de Esquerda espelhou na Madeira o que se vê no continente: é um partido em queda.

 

Ganhou:

1. José Manuel Rodrigues foi uma estrela da televisão madeirense, é hoje uma estrela da oposição ao jardinismo. Deu ao CDS, em quase quatro décadas de democracia, o primeiro segundo lugar.

2. Paulo Portas sempre percebeu que uma coisa é governar o país, outra pactuar com o desgoverno de uma região. Foi à Madeira na pré-campanha, passou por lá na campanha, disse dentro e fora do país que Jardim é parte do passado. Ainda não foi desta mas deixa o CDS mais perto do que nunca. 

3. O ministro das Finanças disse, preto no branco, que a Madeira vai sofrer a ressaca de tanta bebedeira. Provou que não há calendário político que o demova dos objectivos orçamentais. Assim continue... 

 



publicado por Francisco Teixeira às 22:19 | link do post | comentar | ver comentários (2)

O Afeganistão, outrora "cemitério de impérios" pode tornar-se no entroncamento das potências asiáticas. Resta saber se os EUA querem continuar em jogo.

 

Ontem no Diário de Notícias



publicado por Bernardo Pires de Lima às 21:05 | link do post



publicado por Bernardo Pires de Lima às 13:34 | link do post

Sexta-feira, 7 de Outubro de 2011

O lamentável incidente de hoje na Comissão de Economia revela duas coisas: falta de preparação política do ministro da Economia e falta de decoro de alguns deputados do PS. Álvaro Santos Pereira se não tinha o plano aprovado deveria ter sensibilizado o Parlamento de que apresentaria as linhas gerais do documento (boas por sinal!) mas que o documento ainda não foi devidamente validado pelo Governo. Quanto ao PS, veio falar de manipulação de dados estatísticos (?) quando todo o país já percebeu o buraco em que nos meteram com as PPP. Basta ler e reler um recente relatório da IGF.



publicado por Francisco Teixeira às 22:15 | link do post | comentar

Às sexta-feiras, 22 horas, canal 16 Meo, Zon, Vodafone e Cabovisão.


publicado por Francisco Teixeira às 16:15 | link do post | comentar

Depois do aperto na banca, do aperto no CCB, chegou o aperto, indirecto, na Justiça. Há uma lição a retirar, Joe: os meios nem sempre justificam os fins.



publicado por Francisco Teixeira às 15:40 | link do post | comentar

Quinta-feira, 6 de Outubro de 2011

Li isto e ri, ri, ri, ri sem parar. Mentira. Parei duas vezes: para limpar as lágrimas e ganhar fôlego. Será mesmo que não se lembram da entrega de Orçamentos à la 'Teixeira dos Santos'? Tinham entre três a sete adiamentos, chegavam em pen mas ninguém os abria...



publicado por Francisco Teixeira às 20:44 | link do post | comentar

É preferível conquistar pequenos passos a tentar enfiar utopias revolucionárias no Hindu Kush. Dez anos depois, fica a lição.

 

Hoje no Diário de Notícias



publicado por Bernardo Pires de Lima às 20:22 | link do post

Cavaco já colocou, por duas vezes, o dedo na ferida aberta deste Governo: o ministro da Economia. Cavaco sabe que tenderá a mandar menos à medida que o tempo do segundo mandato corre, com o país refém da 'troika', os dois partidos que o apoiam no Governo e os seus sucessores a afiarem as facas para 2016. Uma coisa é mandar pouco, outra, bem distinta, não dar força ao que diz. E Cavaco, di-lo, para colher à frente os frutos do que disse atrás. Álvaro Santos Pereira tem dificuldades evidentes - há quem diga mortíferas - em colocar a cabeça fora de água e ser o que lhe é pedido: ministro da Economia. Não fala a linguagem dos empresários, não tem para dar o que pedem, tem uma agenda assustadora e não tem margem para ganhar o que não tem: país. Anda de crise em crise (dos transportes ao nuclear, das tarifas da electricidade ao ruído em torno da sua equipa) passando por banalidades. Em mais de 100 dias não houve nada que tenha ficado registado. Como vai a economia crescer? De que forma se vai apostar na internacionalização da economia? Até agora tem sido um bom secretário de Estado da Economia, mas falta ministro. Ainda será possível?  

 

P.S. um ministro que promete na televisão o maior investimento estrangeiro de sempre e, depois, cala-se durante duas semanas é porque não percebe a importância do que disse ou não o deveria ter dito.



publicado por Francisco Teixeira às 20:21 | link do post | comentar

"A inovação distingue um líder de um seguidor"

By(e) Steve Jobs



publicado por Francisco Proença de Carvalho às 20:19 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Uma perigosa mescla entre tempos de crise e uma boa dose de populismo fácil, leva a que, muitas vezes, sob a aparência de estarem a aprofundar uma democracia moderna e eficiente, a tendência dos governantes seja a de promoverem um certo totalitarismo estadual sobre os governados. É assim com os impostos e a pressão da máquina fiscal, não raras vezes passando por cima das mais elementares direitos do contribuinte desprotegido; foi assim com a suposta criminalização do enriquecimento ilícito, apenas e só para a reboque do aplauso popularuxo se inverter o ónus da prova em processos-crime (isto porque, como é óbvio, enriquecer ilicitamente, sempre foi ilícito... mas com regras de um Estado de Direito) e parece que será assim com as supostas reformas que a Senhora Ministra da Justiça pretende fazer para tornar o sistema de justiça mais célere e eficaz. Espero que não confundam recursos com "expedientes dilatórios", pois são coisas substancialmente diferentes, mas temo que tal venha a suceder. O discurso da Senhora Ministra faz-me crer que a eficiência da justiça não se fará trazendo o sistema de justiça para uma democracia do Século XXI e pondo fim à auto-gestão irresponsável em que vivem os agentes judiciais (o que seria difícil tendo em conta a admiração que a Senhora Ministra tem dos sindicatos do sector), mas sim à custa dos governados que, por merecerem ou por um azar da vida, um dia têm que recorrer ao sistema de (in)justiça português. Parece-me perigosa essa opção e a prática histórica diz-nos que normalmente o feitiço se volta contra o feiticeiro. Espero, sinceramente, que não...



publicado por Francisco Proença de Carvalho às 16:43 | link do post | comentar

Quarta-feira, 5 de Outubro de 2011

Vão mas é trabalhar...malandros!



publicado por Francisco Teixeira às 22:11 | link do post | comentar | ver comentários (1)

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