Sexta-feira, 9 de Novembro de 2012
Parabéns aos empresários e às empresas que continuam a apostar na internacionalização e a todos os que trabalham com o mesmo objetivo. Parabéns a todos os que têm contribuído (antes e depois de Julho/2011) para o aumento das exportações fora da UE. Parabéns em particular a todos os que não confundem política partidária e decoro nacional com Interresse Nacional. Parabéns, portanto, a todos os estivadores com sentido de responsabilidade e que não integram a Oligarquia Sindical que está a travar o crescimento das exportações que caíram 6,5% ( cerca de 200 milhões de Euros) entre Agosto e Setembro, nomeadamente em grupos de produtos que em 80% dos casos dependem dos portos para sair de Portugal e, em particular, no porto de Lisboa que registou quebras na ordem dos 40%. Gostava mesmo que todos os que se indigam contra quem nos empresta dinheiro ou trabalha em prole dos mais carenciados o fizessem com igual proporção contra um dos mais vergonhosos bloqueios de que há memória: a greve dos estripadores económicos. Estivadores, desculpem.


publicado por Francisco Teixeira às 15:41 | link do post | comentar | ver comentários (5)

As petições contra ou a favor de Isabel Jonet são um absurdo e as suas declarações são um "não assunto". Concorde-se ou não (e eu nem concordo), limitou-se a dar uma opinião e não creio que tenha desrespeitado quem quer que seja. Infelizmente, as redes sociais são hoje um antro de petiçõezecas feitas por gente que tem pouco que fazer.



publicado por Francisco Proença de Carvalho às 15:12 | link do post | comentar

1. Falou verdade sobre um tema difícil: é um erro crasso dar o diagnóstico certo a quem não sabe que mais vale uma verdade dura do que uma mentira mole.

2. Mostrar que sabe do que fala: as pessoas gostam de ouvir, não quem sabe sobre o tema mas quem aparenta saber porque, para muitos, mais vale uma montra bonita sem nenhum armazém, do que uma montra que espelha o armazém.

3. As "tias ricas" não falam com humanismo sobre os que mais sofrem (quanto mais dedicam a sua vida a ajudar o próximo!, uma blasfémia) porque isso retira a exclusividade à oligarquia de esquerda que come caviar antes de fazer manifs contra o capital e os energúmenos que nos emprestaram dinheiro. 

 

E sim, vamos todos boicotar o Banco Alimentar porque a "tia rica" Jonet anda a falar sobre pobres, fome, realismo e outras que tal e, ainda para mais, comete a insolência de passar 20 anos a ajudar os outros. Montem a manif no FB que eu vou e, depois, acabamos no Bairro a beber copos. Sempre metemos a conversa em dia e acertamos os insultos a lançar contra a Merkel - outra "tia rica" que qualquer dia ainda comete o erro da Jonet e decide fingir que nos ajuda.



publicado por Francisco Teixeira às 14:59 | link do post | comentar | ver comentários (5)

Os europeus que vêm impondo o "roteiro da salvação" têm dado pouca ou nenhuma atenção a Obama, Geithner e companhia. Rejubilam com a reeleição, mas na Europa mandam eles. Washington, diga-se, não tem feito grande coisa para inverter a situação e há quem prefira afastamento a intromissão. Entretanto, europeus do Norte e do Sul vivem o momento da verdade: continuam juntos ou desistem uns dos outros? A receita não tem ajudado os doentes, e o que ontem era económico amanhã é social e depois um dilema de segurança. Aí, Obama concluirá que há vida para lá de escudos nucleares ou desinvestimento militar e que a derrocada europeia pode ser o maior problema de segurança nacional dos EUA: prejudica o comércio transatlântico, arruína empregos, delapida a credibilidade das instituições pós-1945 e 89 e os alicerces do maior espaço comum de democracias. A recuperação económica é o maior desafio à segurança dos EUA, sem a qual não há músculo militar, diplomacia influente, paz social. A Europa é o maior problema do mandato de Obama. Esperemos que o tenha percebido.

 

Hoje no Diário de Notícias



publicado por Bernardo Pires de Lima às 09:39 | link do post

Quinta-feira, 8 de Novembro de 2012
Disse o óbvio em cima de 20 anos a servir os outros.


publicado por Francisco Teixeira às 21:40 | link do post | comentar | ver comentários (5)



publicado por Bernardo Pires de Lima às 16:52 | link do post



publicado por Bernardo Pires de Lima às 16:51 | link do post

Seis mil milhões de dólares para manter o statu quo: Câmara e maioria dos governadores republicanos, Senado e Casa Branca democratas. Um país dividido, um Congresso difícil de domar, um mandato necessariamente diferente do primeiro. Com reforma da saúde garantida e polarização no debate, Obama vai ser mais executor do que negociador. Na lei da imigração, nos cortes da Defesa, na fiscalidade. Será menos consensual no exterior e mais assertivo com Síria, Mali, Irão, China e Rússia. Que o seja também com a Europa, antes que se parta em várias. Deve a vitória ao segmento que mais tem crescido: os latinos. E à mobilização da grande coligação de 2008: jovens, mulheres, minorias. Pergunta-chave: é esta uma "coligação Democrata" ou apenas uma "coligação Obama"? Agora Romney, excessivamente confiante na imensidão de eleitores brancos. Não chega para ganhar. Porque o GOP não tem discurso para os latinos (40% com Bush em 2004; 27% com Romney) e perdeu o debate do emprego no Midwest. Pergunta-chave: que conservadorismo vai emergir até 2016? A corrida começou ontem à noite.

 

Hoje no Diário de Notícias



publicado por Bernardo Pires de Lima às 09:47 | link do post

Quarta-feira, 7 de Novembro de 2012

O segredo? Mobilizar, mobilizar, mobilizar. E se fosse apenas mobilizar e mobilizar, chegava? Nao. Era preciso arrancar as pessoas de casa, dos empregos e "obriga-las" a votar. E quem votou? A grande coligacao de 2008: jovens, mulheres e minorias. Especialmente agradecido a quem? Aos latinos, 10% do eleitorado e aquele que em quatro anos mais cresceu. Fundamental onde? No Colorado, New Mexico e Nevada. E o Ohio? Obama agradece a Bill Clinton, a gerencia da Chrysler e, como nao podia deixar de ser, ao team Romney, pelo brilhantismo colocado nos ultimos videos de campanha e pela sempre bem-lembrada op-ed do antigo governador no New York Times: "Let Detroit go bankrupt", dizia o demolidor titulo de 2008. Romney nao ganhou no seu estado natal (Michigan), nem o seu estado adoptivo (Massachusetts). Paul Ryan nao fez melhor. Chris Christie esfrega as maos, Marco Rubio sorri e as primarias republicanas seguem dentro de momentos.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 18:44 | link do post

Não vale a pena forçar a entrada de eventos na História. Os EUA vão continuar a ser heterogéneos, com estados progressistas e conservadores. Washington carregará o fardo do ódio popular, o Congresso a culpa e a Casa Branca a impotência. Nesta eleição há opções distintas na mesa americana e, eu diria, para a sua influência na crise europeia. Historicamente, os EUA estiveram mais disponíveis do que os europeus para tolerar altos índices de desigualdade, se acompanhados por forte crescimento e pujante classe média. Esta eleição questiona como é que uma grande crise financeira e tímido crescimento económico alteraram tal quadro. Quem valoriza o papel do Estado federal na saúde, educação e fiscalidade. O uso da força limitado ou voluntarista. A herança cultural que prevalece nas políticas púbicas. E a politização da fé ou religiosidade na política. Os EUA são tudo isto. Não um país homogéneo ou uma organização internacional. Antes uma federação com raiz assente num puzzle constitucional em permanente tensão.

 

Hoje no Diário de Notícias



publicado por Bernardo Pires de Lima às 09:41 | link do post

Terça-feira, 6 de Novembro de 2012

"$6bn: That makes this the most obscene display of campaign spending in history".



publicado por Bernardo Pires de Lima às 23:06 | link do post

Na semana eleitoral americana começa o congresso do PC chinês. As duas maiores potências vivem o momento da clarificação política, mas fiquemo-nos pela coincidência. A transição em Pequim é opaca, atrás da cortina, de cúpula, sem direito a debate. A abundância económica ainda não esbarrou de cara com a exigência de liberdade e regras democráticas. O tempo chinês tem uma linguagem própria, mas esta nova liderança vai ser confrontada com esses desafios. Ao contrário, a alternância em Washington é festiva, transparente, participativa, mediatizada. Tem imperfeições, mas são assim as democracias. Há escolha, opção, direitos e deveres. São duas corridas com dois "vencedores": ambos têm seguidores, aliados, áreas de influência. E vão marcar território nas próximas décadas: ideológico, geopolítico, cultural. Por não serem sistemas mutuamente exclusivos e terem ampla interdependência financeira, vamos assistir a longa-metragem. Com a Europa, no meio, emaranhada na sua história e a fazer prova de vida.

 

Hoje no Diário de Notícias



publicado por Bernardo Pires de Lima às 09:31 | link do post

Segunda-feira, 5 de Novembro de 2012
O PS esteve no Governo 76 meses, entre Fevereiro de 2005 e Julho de 2011. O PSD e o CDS governam há 16 meses. É impressão minha ou querem convencer-nos que o bébé nasceu já com seis anos de vida, em Julho de 2011?


publicado por Francisco Teixeira às 21:06 | link do post | comentar | ver comentários (19)

O “mercado” do comentário em Portugal é feito com os ovos mais à mão, não tem nada de verdadeiramente sério nas suas premissas. Qualquer pessoa vira de um momento para o outro especialista em tudo e mais qualquer coisa, mesmo que sobre elas não perceba um boi. Nada tenho contra a liberdade de expressão, como podem imaginar, mas daí a concordar com a total desresponsabilização de quem comenta no espaço público, vai um enorme passo. A mesma pessoa pode comentar bola, finanças, parlamento, eleições internacionais, sem que ninguém pare um segundo e se questione: mas quem estou eu a ouvir? Alguém que dedica a sua vida ao estudo e análise da política económica portuguesa, conhece alguns meandros e tem sensibilidade política? Alguém que conhece como poucos o jogo mais amado no mundo? Ou alguém que estuda, acompanha e lida diariamente com a política internacional, fazendo da temática o seu objecto de vida profissional? Em Portugal, a culpa do amadorismo desta arena nem é tanto dos tudólogos, como alguém lhes chamou com graça. Todos fazem pela vida e aproveitam as circunstâncias. É das direcções de informação, dos editores, do público que ao mesmo tempo exige qualidade e seriedade mas continua a pactuar com o quadro. Somos um país mais sólido politicamente se a imprensa se tornar mais sólida nos diversos debates. Mas para isso não podem fazer omoletes sem ovos.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 19:56 | link do post

Abordei o assunto no passado Junho, mas Kurt Volker elabora  agora com mais propriedade o problema do abuso dos drones pelos EUA. O seu uso recorrente e descontrolado pode vir a ser sobretudo prejudicial contra os EUA a longo prazo. Volker foi embaixador na NATO, dirige o McCain Institute e, escrevam o que vos digo, vamos ouvir falar muito dele por alturas de 2016.



publicado por Bernardo Pires de Lima às 19:49 | link do post

Depois da tempestade, os números. Há dois dias foram revelados os números oficiais do emprego em outubro e Obama tem razões para sorrir. Mais 170 mil empregos criados, a taxa nacional de desemprego em 7,9% e um crescimento de 2% estabilizado nos últimos trimestres. Romney contra-ataca: há 22 milhões fora do mercado de trabalho, a economia estagnou em vez de acelerar, ele é o único que conhece a realidade empresarial e que pode inverter o marasmo. Pode até ser verdade, mas para isso tem de ser eleito. E para ser eleito tem de enfrentar a reentrada destes números na agenda de campanha. Tem só mais um dia para desmontar o "sucesso" da Administração. Não vai ser fácil. Romney tornou a campanha um referendo a Obama. Este tentou colá-lo aos anos Bush e pôr Romney contra Romney. Nenhuma das estratégias foi avassaladora, porque ambas estão certas. E, tal como os últimos números do emprego, será por margem curta que esta eleição se vai decidir. Veremos se na madrugada de quarta ou em photo finish judicial.

 

Hoje no Diário de Notícias



publicado por Bernardo Pires de Lima às 09:51 | link do post

Domingo, 4 de Novembro de 2012
...as palavras do Francisco. Qual é a alternativa?


publicado por Francisco Teixeira às 22:12 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Claro que seria preciso, seria importante, repensar as funções do Estado. Mas como será possível ter esse debate alcançar consensos, pensar soluções, numa altura em as pessoas vão estar nas ruas a gritar que têm fome, que não têm emprego, que os seus filhos emigraram? Sejamos honestos: a refundação é uma conversa oca. É uma conversa de quem já percebeu que a receita em que tanto acreditou falhou, que cada vez que se percebia que a coisa não estava a resultar achava que era melhor aumentar a dose. De quem está desesperado sem nada para nos dizer ou propor. Como será possível gente que todos os minutos prova não ser capaz de governar um país refundar o que quer que seja? Como querem que acreditemos que pessoas que não são capazes de explicar aos nossos credores que um país destruído não pode gerar receitas para pagar dívidas sejam capazes de fundar o que quer que seja ?



publicado por Pedro Marques Lopes às 19:22 | link do post | comentar

Se Seguro não está disponível para repensar o Estado, só tem de responder a uma pergunta: como o pretende sustentar? Os Portugueses merecem essa resposta.



publicado por Francisco Proença de Carvalho às 18:17 | link do post | comentar | ver comentários (4)

Tampa, Florida. 29 de agosto de 2012, convenção nacional do Partido Republicano. Encontro de aclamação de Mitt Romney e Paul Ryan como fortaleza da direita que tirará Barack Obama e Joe Biden da Casa Branca. Sobe ao palco Condoleezza Rice, conselheira de segurança nacional de George H. Bush e secretária de Estado de George W. Bush. Todos esperam um tratado de estratégia internacional sobre a posição da América no mundo e a inspiração democrática que ilumina as nações perdidas. Condi faz o favor de começar por aqui, mas surpreende todos com um discurso sobre educação, economia e liderança. E traz nota pessoal: «Uma rapariga pequena cresce em Birmingham [Alabama], a mais segregadora cidade dos EUA. Os seus pais não a podem levar ao cinema ou a um restaurante, mas fazem-na acreditar que, apesar de não poder comer um hambúrguer, ela pode ser presidente dos Estados Unidos da América. Torna-se secretária de Estado.» A plateia exulta e aplaude de pé. A MSNBC, apaixonada por Obama, declara-o o melhor discurso da convenção até aí e a questão levanta-se: estará Condi Rice a dar o tiro de partida para uma candidatura à Casa Branca em 2016?

 

Hoje na Notícias Magazine



publicado por Bernardo Pires de Lima às 10:23 | link do post

A regra do financiamento eleitoral mudou em 2010, quando o Supremo permitiu angariação de financiamento privado ilimitado, equiparando pessoas singulares e coletivas. Obama até criticou a decisão, mas percebeu as virtudes. Romney nem pestanejou ao recordar o erro de McCain. Hoje, os teams batem-se com números imorais aproximados: mil milhões de dólares. Como se explica que, numa altura de atrofia económica, estes valores não escandalizem uma só alma, nem sequer motivem um debate transversal? Resposta: porque a iniciativa privada impôs-se e as escolhas de cada doador são soberanas. Os cofres públicos não sofreram com isto. Mas se os valores angariados são astronómicos, não será mais importante ver como são gastos? Correcto. Este é o ponto: os anúncios pagos subiram 40% desde 2008; só 450 milhões foram gastos na Florida, Virgínia e Ohio; na esmagadora maioria negativos, radicais, mentirosos, depreciativos, sujos. As duas campanhas alimentam-se disto e alimentam o radicalismo ideológico. Depois não se queixem.

 

Hoje no Diário de Notícias



publicado por Bernardo Pires de Lima às 09:12 | link do post

Sábado, 3 de Novembro de 2012

O ticket democrata tem não dois mas três nomes: Obama, Biden e Bill Clinton. O ex-presidente é a chave do final da campanha de Obama. Está onde o presidente não vai, desdobra-se em apoios a candidatos ao Senado (no Arizona e Indiana, por ex.), recorda à exaustão os seus gloriosos anos económicos. Romney não tem ninguém para competir à altura. Clinton é a estrela maior do firmamento democrata, mas a doutrina divide-se sobre as reais intenções. É evidente que o seu papel favorece Obama, mas também revela uma fragilidade inusitada: como seria a campanha sem o velho Bill? Não é isto mais uma fraqueza de Obama? Existiram negociações para o futuro? Esta é a última eleição presidencial de Obama, todos os apoios são bem-vindos. Mas pelo discurso de Clinton em eventos recentes (Iowa, Ohio) percebemos que ele corre também por Hillary. Juntando-a constantemente aos seus mandatos com um olhar em 2016. Hillary, se quiser, tem uma passadeira à sua frente. A começar nas primárias e a acabar na Casa Branca. Essa eleição pode ter já começado.

 

Hoje no Diário de Notícias



publicado por Bernardo Pires de Lima às 09:51 | link do post

Há uma esquadra da PSP na Praça da Alegria em Lisboa, outra junto ao MAI no Terreiro do Paço, outra atrás do Teatro D. Maria. Cito de cor. Mas sei: cada esquadra, para funcionar, precisa de 12 agentes sentados à secretária ( basta ver que estão abertas 24 horas por dia, 365 dias / ano). A pé, mesmo em hora de ponta, demoramos 20 minutos a percorrer as três. Senhor Seguro, isto é Estado Social?


publicado por Francisco Teixeira às 00:27 | link do post | comentar | ver comentários (4)

Sexta-feira, 2 de Novembro de 2012
Para que existem mais de 100 "instituições de ensino superior públicas"?


publicado por Francisco Teixeira às 23:43 | link do post | comentar | ver comentários (4)

Por um se ganha, por um se perde. Por menos três ganha-se futuro.


publicado por Francisco Teixeira às 23:28 | link do post | comentar

...ou mola para o futuro?


publicado por Francisco Teixeira às 22:55 | link do post | comentar

Nunca aprendeu a subtrair. Só soma.


publicado por Francisco Teixeira às 22:22 | link do post | comentar

"Cortar a despesa é deixar milhares sem saúde, educação e apoio social", diz Seguro. O líder do PS não percebeu o essencial: o "ataque" ao Estado Social vem da dívida, não das reformas. Vem do desgoverno, não das reformas. Vem do passado, não do futuro.


publicado por Francisco Teixeira às 22:05 | link do post | comentar | ver comentários (6)

Pobre não faz vida de rico.


publicado por Francisco Teixeira às 22:04 | link do post | comentar | ver comentários (8)

A refundação do memorando da "troika" apelada pelo primeiro-ministro pode ter várias interpretações.  

 

O meu artigo hoje no Diário Económico.



publicado por Francisco Proença de Carvalho às 11:06 | link do post | comentar

posts recentes

"Não há bem que sempre du...

Não gosto de despedidas, ...

Au revoir

Fim

A questão alemã (II)

Dizia Amaro da Costa com ...

Razão e ambição

Autopunição

A Constituição

Sonho eterno

arquivos

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

Junho 2009

Maio 2009

Abril 2009

tags

bernardo pires de lima

bpn

cavaco

francisco proença de carvalho

francisco teixeira

nato

pedro marques lopes

presidenciais

ui

uniao de facto

todas as tags

subscrever feeds