Questionado dois séculos depois sobre o impacto da Revolução Francesa, o primeiro-ministro chinês Zhou Enlai terá afirmado ser "ainda cedo para o dizer". Sem exageros contemplativos ou optimismos imberbes, sigo o cepticismo: presenciamos mudança para que tudo fique mais ou menos na mesma ou há um dominó de liberdade no Médio Oriente suficientemente forte para aproximar 1989 de 2011?
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