Sexta-feira, 1 de Abril de 2011
Ouvi Teixeira dos Santos hoje dizer que "o senhor Presidente é a única entidade" com capacidade para assinar um resgate financeiro. Há dois meses o mesmo Governo dizia que Cavaco era o "presidente reeleito com o menor número de votos de sempre" e "o que foi reeleito com a menor percentagem de sempre" o que indiciava que "não alargou a sua base de apoio" durante o primeiro mandato.  


publicado por Francisco Teixeira às 00:34 | link do post | comentar

6 comentários:
De o sátiro a 1 de Abril de 2011 às 01:38
A verdadeira razão destes escroques xuxas terem fugido:
http://mentesdespertas.blogspot.com/2011/04/bancarrota-ps-socrates-porta.html

Daqui a dias já o embuste estava desmascarado.



De José Rodrigues a 1 de Abril de 2011 às 08:52
O Francisco Teixeira, se moderasse um pouco o ódio cego ao governo, entenderia com facilidade a questão: um governo de gestão não pode negociar os termos de uma ajuda externa; um parlamento dissolvido, idem. Quem sobra? Quem?...O Presidente da República em funções. Em funções...é o ponto.


De Francisco Teixeira a 1 de Abril de 2011 às 11:24
Meu caro,
Confundir opinião com ódio tem uma fronteira nada ténue: democracia. Não sou praticante do "ou estão connosco ou contra nós". Desculpe.


De Marinho Osório a 1 de Abril de 2011 às 09:33
Ora aqui está um pequeno, mas só para pessoas com um pensamento muito à frente, ou muito atrás... Uma coisa não impede a outra. Duas verdades ditas sobre coisas diferentes. Uma: foi de facto eleito por um estranho baixo numero de portugueses e não alargou a sua base de apoio, outra: sendo Presidente da República e estando o governo em gestão, parece-me lógica a declaração. Recomendo vivamente a leitura de Freitas do Amaral, segundo o qual “ os actos da função política e da função legislativa devem todos eles considerar-se excluídos da competência dos governos de gestão” (In Governos de Gestão, editado pela Principia).


De a.marques a 1 de Abril de 2011 às 10:59
Sobre este 1º ministro não há adjectivo que bonde dada a impossibilidade de classificar o inqualificável.
Adivinhem quem foi que disse: "O Presidente eleito com a mais baixa percentagem de sempre", "O Presidente que não se meta onde não é chamado", "O Presidente é para presidir e o governo é para governar". E não se pode dar-lhes com um encharcado lá onde estão a pedi-lo?


De Francisco Teixeira a 1 de Abril de 2011 às 11:20
Não há Freitas que nos valha! Se o Estado entrar em ruptura e falte dinheiro para pagar salários...DEUS QUEIRA QUE NÃO...não há Constituição que bloqueie o óbvio.
Quanto a constitucionalistas é o mesmo que juntar economistas: com 6 teremos 6 opiniões diferentes, 7 se um deles for Keynes...


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