O PP, previsível vencedor, tem no seu programa uma recentragem atlantista e ibero-americana (e menos arabista) para a política externa e, finalmente, faz uma separação entre ela e os assuntos europeus. Assumidamente ou por mera arrumação programática, isso faz todo o sentido. Assuntos europeus não são mais política externa: são cada vez mais política interna dos estados.
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